"Petição Para Que os Crimes por Abusos Sexuais que envolvam Crianças e Adolescentes Não Prescrevam"
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Concordo e já assinei.
Para ler, assinar e divulgar CLICK AQUI
Anular a lei, ou prerrogativa da mesma, que permite a existência da prescrição neste tipo de crimes.
Fonte da Imagem: InterDito
Por acórdão: Vítimas “de facto”
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Neste sistema promíscuo em toda a sua transversalidade, é provável que os vis criminosos não venham a cumprir a sua pena, no entanto, se bem que moralmente a culpa já tivesse sido imposta, faltava esta atribuição jurídica para validar as atrocidades, para auxiliar os jovens a encerrarem este capítulo, se tal for possível, porque a inocência que lhes roubaram, jamais lhes poderá ser restituída.
Na sentença ontem proferida, a justiça foi a exequível nesta moldura penal. Quanto a mim, mesmo que invés do cúmulo fossem 5, 6 ou 7 anos por cada vítima, por cada acto, seja ele de violação, lenocínio ou mesmo por encobrimento, seria leve demais.
Sempre acreditei nestes jovens e louvo-lhes a resiliência, desejando que doravante os dias lhes sejam risonhos, que os seus projectos se concretizem.
Limpeza da Europol não passou em Portugal: pedófilos à margem do Tufão
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Destacou O Público:Rede europeia de pornografia infantil desmantelada e 115 pessoas detidas
Depois de dois anos de investigações, a Operação Tufão - que teve na mira predadores sexuais - saldou-se na detenção de 115 pessoas e na desarticulação de uma rede de pornografia infantil online que se estendia por 18 países europeus.Portugal não consta da lista.
[Restante da notícia AQUI]
Portugal é um "paraíso", até para os execráveis dos pedófilos.
Recolha de livros para Cabo Verde, Sal e Boavista
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Fotografias: Manuela Sá Carneiro
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Fonte da imagem: Banca de Jornais - Sapo Notícias
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Adenda [18/07/2009 às 01:23h]: está disponível online o artigo que ilustra a capa AQUI, e um outro subsequente AQUI que relata o facto deste pedófilo estar em liberdade após ter sido apanhado em flagrante (pela PSP e duas Magistradas) a abusar duma criança.
Grande Lição!
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Senti-me além de emocionada, rente ao chão!
Grande exemplo!
Documentário: Maddie – A verdade da Mentira
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Para ver, ou rever, este documentário click AQUI.
“Embalagem” sem rótulo
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Se atentarmos por exemplo às características estereotipadas do género feminino, acções beneméritas ou profissão religiosa, é provável que se constate que muitas são o perfeito escudo para o agressor, pois em última análise são pessoas “acima de suspeitas”. Creio que o ancestral compartimentar dos abusadores sexuais em grupos tendenciais, por exemplo género masculino ou homossexuais, resulta do foco das primeiras denúncias, cujo amplo crescendo contribui para a desmistificação disto mesmo, em resumo, a “embalagem bonitinha" disfarça o veneno.
Documentário: Maddie - A Verdade da Mentira
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Trailer da Valentim de Carvalho Filmes, via Apdeites V2
Não há expiação que restitua a candura das vítimas
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La Iglesia admite que miles de menores irlandeses sufrieron abusos de sacerdotes
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EFE. 09.04.2009 - 20:52h
Miles de menores fueron objeto de abusos sexuales en Irlanda durante más de 30 años, advirtió este jueves el arzobispo de la diócesis de Dublín, Diarmud Martin, como anticipo de un informe "horroroso" que se dará a conocer la próxima semana.
El clérigo efectuó esas declaraciones durante la tradicional misa de los jueves celebrada en Dublín, en la que aseguró que la investigación "hará más humilde a la iglesia", la que, según dijo, no ha reconocido aún todo el horror de años de "abusos físicos, sexuales y de torturas psicológicas".
El arzobispo, una de las voces más críticas con la institución católica irlandesa, aseguró que la diócesis de Dublín, foco del citado documento, afronta, en consecuencia, una serie de retos que no ha experimentado en muchos años".
[…]
A propósito deste artigo, recordei-me do documentário da BBC “Sexo, Crime e Vaticano” (01/10/2006), sobre o qual desconheço a sua passagem em Portugal e que parece ter escandalizado as hostes italianas:
Se não conseguir visualizar esta lista de reprodução (39:31 mn), click Parte I, Parte II, Parte III e Parte IV.
Vida insana
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Não conheço os contornos familiares, mas só pode ser insana, o raio de vida dum pai que vai trabalhar e se esquece, fechado no automóvel, do seu filho bebé que fatalmente morre.
Se aos que maltratam por sistema nada lhes pesa na consciência, se, se verificar não ser este o caso, grande é a cruz que este pai vai carregar: culpa pela morte do filho, uma família destruída.
Solidariedade
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Blogue do Fonfasinício acerca de mim como ajudar documentos fotos contactos
Fonte: http://www.fonfas.com/"Olá!
Eu chamo-me Nuno Afonso, tenho 4 anos e preciso da vossa ajuda, porque tenho paralisia cerebral.
Quero ir a Cuba, ao CIREN, um centro que tem a mais elevada taxa de sucesso, no tratamento de meninos como eu. Mas para lá ir, vou precisar da vossa ajuda, para poder fazer todas as semanas de terapia intensiva que necessito.
Ainda não sei ao certo quantos ciclos de tratamentos vou precisar, só sei que cada mês que lá ficar, custa cerca de 12 mil Euros aos meus pais.
Queres ajudar? Os teus donativos e ideias são bem-vindos!
Eu quero andar, falar, brincar com o meu irmão e já estou farto de usar fralda!
Por favor, ajuda quem me quer ajudar.
Obrigado."
Via: A Sinistra Ministra
Estimativas? Só no final do Processo.
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Estimativa atrás de estimativa, diz que sim diz que não quiçá talvez, enfim… Um chorrilho de adiamentos sem data marcada. Desta feita, a 26 de Fevereiro voltou-se a adiar, mais provas e tal, uma sessão por mês até Maio, uns dizem que lá para o inicio do Verão, outros para o Outono, só resta saber: de que ano?
Com tantos duques e cenas tristes, prevejo que até ao final, ainda saem da cartola mais umas quantas medidas legislativas e umas reformas do CPP, em que, se o processo não prescrever (Milagre! Milagre!!) as penas são ser nulas.
Não cheira mal, FEDE.
“Crimes contra crianças e violência doméstica no registo criminal por 20 anos”
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Concordo com esta legislação, no entanto, se bem que vá ao encontro da Convenção de Protecção da Criança contra o Abuso e Exploração Sexual, importa analisar como terá uma efectiva implementação neste país tão habituado a medidas propagandísticas, que rematam fatalmente na sua exiguidade.
Nesta senda, transcrevo a acutilante análise da notícia avançada pela Lusa, que Ceridwen expõe n’ Um blog que seja seu:
"Crimes contra crianças e violência doméstica vão permanecer no registo criminal por 20 anos", escreve hoje o Público, a propósito de uma recém aprovada proposta de lei que obriga à manutenção do registo de crimes de pedofilia e de violência doméstica, no cadastro criminal. Acrescenta o jornal que o registo dos referidos crimes podia permanecer activo, no máximo, até 15 anos.
Redondo engano o do jornal e da Lusa (fonte da notícia). Basta dar um olhinho no artigo 15º, da lei da Identificação Criminal 57/98 para se perceber que não há vigências de 15 anos. O máximo é 10 anos:
"1 - São canceladas automaticamente, e de forma irrevogável, no registo criminal:
a) As decisões que tenham aplicado pena principal ou medida de segurança, decorridos 5, 7 ou 10 anos sobre a extinção da pena ou medida de segurança, se a sua duração tiver sido inferior a 5 anos, entre 5 e 8 anos, ou superior a 8 anos, respectivamente, e desde que, entretanto, não tenha ocorrido nova condenação por crime".
Como se pode perceber pela leitura da lei, a decisão de cancelamento nada tem a ver com o crime, mas com o tipo e duração da pena aplicada. Por exemplo, nos casos de violência doméstica, em que as penas são multas ou penas suspensas, a contagem do tempo faz-se a partir da data do trânsito em Julgado da condenação ou, no caso de multa, a partir da data da sua liquidação. Na prática, significava que, alguém condenado em 28 de Março de 2006, a dois anos de prisão suspensa por dois anos, verá o seu registo criminal cancelado a 28 de Março de 2011 (sob condição de não ter praticado mais crimes entretanto, naturalmente).
Mais, todos os candidatos a empregos na função pública (como é o caso dos docentes) já tinham que pedir o registo criminal. Contudo, o mesmo ia sempre negativo, (art.º 11.º da mesma lei) isto é, sem quaisquer condenações existentes, uma vez que uma das variáveis de análise da análise criminal (AC) é o efeito para o qual se está a pedir o registo. No caso de emprego para a função pública o registo criminal obriga à NÃO declaração das condenações, o que não significa que se apague o cadastro, porque o mesmo estará activo se a polícia ou um tribunal o solicitar à DGAJ. No entanto, uma vez eliminado um cadastro este deixará de existir para sempre - artº 29º - (excepto em caso de reactivação devido à condenação de novo crime que encadeie com os anteriores, daí que haja dois anos de espaço entre o cancelamento e a eliminação informática - ou manual - do cadastro). O registo criminal irá também negativo (independentemente das condenações existentes) se o efeito do pedido for, por exemplo, pedido de licença para abrir um lar de idosos..... no entanto, já há certos crimes (nem todos) que devem constar no caso de o efeito ser obtenção de carta de taxista, ou segurança privado. E outra variável a ter em conta é o grau de reincidência da pessoa: isto é, se é primário, ou não.
O espírito da lei é o de que tod@s têm o direito à reabilitação e a uma nova oportunidade. Assim, após a condenação e cumprimento da pena decidida pelo tribunal como justa, existe um prazo (que ia de 5 a 10 anos) considerado o suficiente para a reintegração d@ cidad@o. Esqueceram-se de clarificar como é que vão fazer com as Medidas Tutelares Educativas (MTE), já que os cadastros d@s menores são eliminados após el@s atingirem os 21 anos. E sim, eu vi cadastros de menores acusados e condenados por abuso sexual de crianças e por violação.
Mais, a notícia não esclarece o essencial: uma vez que a vigência do cadastro não é suficiente para que os crimes apareçam nos cadastros, será que a partir de agora, todos os crimes de pedofilia e/ou de violência contra cônjuge ou equiparado irão ser de obrigatório registo? Mesmo os que tenham tido como pena apenas uma multa/Admoestação/Dispensa de pena ou pena suspensa? E mesmo para os que se estejam a candidatar a um emprego na função pública, como é o caso dos docentes? E será que @s juíz@s vão poder decidir da não transcrição da decisão, como actualmente (art.º 17.º)? E os MTE irão permanecer activos após o seu 21.º aniversário? E já agora, porque é que crimes como lenocínio, violação, acto sexual de relevo e/ou estupro também não estão contemplados na nova lei?
Seis crianças abusadas = dois anos e meio de pena suspensa
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"Pedofilia em externato de Carcavelos
Tribunal troca pena de prisão por tratamento psiquiátrico
Um pedófilo foi hoje condenado a dois anos e meio de prisão por abusar sexualmente de seis crianças. Mas a pena foi suspensa pelo Tribunal de Cascais e trocada por um tratamento psiquiátrico. [realce meu]Ficou provado o abuso sexual a seis crianças com idades entre os seis e os dez anos. Só agora foi conhecida a sentença dos crimes cometidos no ano lectivo de 2004/2005.
João Sarmento Pereira, hoje com 22 anos, na altura tinha 18, fica obrigado a um tratamento psicológico depois de suspensa a pena de dois anos e meio de prisão. Nenhuma das partes recorreu da sentença.
Os abusos eram feitos às escondidas num externato em Carcavelos, quando o réu era estagiário.
O homem tem curso de professor primário e poderá exercer profissão, assim que o prazo da pena que está suspensa terminar."
Princípio sem fim
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Das crianças abusadas durante décadas nesta instituição, dez delas têm a coragem de relatar e enfrentar a atroz violência de que foram alvo e fazem questão de estarem presentes aquando da leitura da sentença, as outras, saberá Deus quantas, seguem a sua vida como só elas sabem, pois a quem nunca sentiu na pele os abusos que se cravam na alma jamais poderá vislumbrar tamanho sofrimento, resta a compreensão, a empatia, a disponibilidade, o auxilio.
Dos apontados como abusadores, apenas sete respondem como arguidos, os outros escaparam-se nos meandros das leis e decisões judiciais, nas prescrições dos crimes cometidos, no silêncio compadrio que os escuda, nas relações sociais, na cobardia de quem sabe, no medo paralisante de quem sofre.
Há quem diga que ontem começou o princípio do fim. Discordo. Não há Estado que vele pelas crianças que tem à sua guarda. Não há justiça que penalize todos os culpados. Não há condenação que ponha fim ao sofrimento das vítimas. Não há como devolver a inocência roubada.
Vídeo via JPG no Apdeites V2, que disponibiliza uma playlist sobre a “Casa Pia”
Ilhas em Movimento: base de dados para identificar pedófilos
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"Uma base que contenha os dados de todos aqueles que foram acusados e condenados pelo crime de abuso sexual de crianças. Este é móbil da petição que dentro em breve irá circular pelos Açores.
A ideia nasceu da associação açoriana "Ilhas em Movimento", e tem como objectivo afastar de creches, escolas, jardins-de-infância, ATL e alas de pediatria dos hospitais, pessoas condenadas pela prática de pedofilia.
Habituado às lides jurídicas, "o advogado é uma pessoa que tem uma grande vocação para a intervenção social porque lida directamente com temáticas sociais", Ricardo Pacheco, da associação "Ilhas em Movimento, e mentor deste projecto inédito em Portugal, explica, ao ´Diário dos Açores´, a importância desta iniciativa.
"As pessoas, se calhar, desconhecem. Eu conheço porque trabalho nos tribunais e já tive vários casos desses. A verdade é que semanalmente há casos de abusos sexuais de menores a serem julgados nos Açores", afirma o advogado. E continua "nós não temos uma mão de pessoas acusadas e condenadas pela prática de pedofilia. Temos largas dezenas de pessoas sentenciadas por este crime", confessa o responsável pelas "Ilhas em Movimento". Questionado acerca da necessidade de estas pessoas serem reintegradas pelo crime que cometeram e de a existência de uma base desse género pôr em risco a privacidade dos condenados, Ricardo Pacheco salienta que a finalidade deste banco de dados não é tornar público quem são essas pessoas. O propósito é, acima de tudo, proteger as crianças de potenciais reincidentes. O advogado sublinha que é imperiosa a criação de um banco de dados contendo essas informações para que, em determinadas áreas da nossa sociedade, "os possíveis empregadores saibam que estas não são as pessoas mais indicadas para desempenhar estas mesmas funções". Ricardo Pacheco defende que os condenados por abuso sexual de menores, depois de cumprida a pena, devem ser reintegrados. Contudo nunca em áreas que envolvam crianças, (como creches, escolas, colégios, ATL, e jardins-de-infância), pois o perigo dos pedófilos voltarem a cometer o mesmo crime é elevado. De acordo com o presidente da associação "Ilhas em Movimento", esta base de dados vem, sobretudo, proteger as crianças e "livrá-las" de situações cujas marcas ficam para sempre.
Ricardo Pacheco explicou ao nosso jornal que, no caso de vir a concretizar-se, esta base de dados é pioneira em Portugal. Em França, o presidente Nicolas Sarkozy lançou esta medida há alguns anos e a mesma revelou-se um sucesso, adianta Ricardo Pacheco.
[…]"
Considero que a criação de semelhante base de dados é importantíssima para a salvaguarda das crianças e que os crimes de abuso sexual deveriam constar perpetuamente no cadastro dos que por tal foram condenados, contudo, e sem disprimor a esta acção, não me parece que esta luta se deva delimitar a regiões.
Compreendo que acções mais localizadas têm muitas vezes resultados mais efectivos e que o importante é dar o primeiro passo, mas a pedofilia não tem rosto quanto mais regiões, pelo que uma intervenção nacional - talvez em parceria com associações (?) que incidem na infância e/ou neste flagelo do abuso sexual – urge, já ontem era tarde.
Arguademos a referida Petição.
Redacção de um aluno do Ensino Básico
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Pediu aos seus alunos do 3º ano, que fizessem uma redacção sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Ao fim da tarde, quando corrigia as redacções, leu uma que a deixou muito emocionada.
O marido que, nesse momento, acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou:
- 'O que é que aconteceu?!'
Ela respondeu:
- 'Lê isto...'
Era a redacção de um aluno.
* Senhor, esta noite peço-te algo especial: transforma-me num televisor.
Quero ocupar o lugar dele.
Viver como vive a TV da minha casa.
Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta...
Ser levado a sério quando falo...
Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. E ainda,que os meus irmãos lutem e se batam para estar comigo.
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.
E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisor.**
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
- 'Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais!'
Ela olhou-o e respondeu:
- 'Essa redacção é do nosso filho...'
Justiça para Flavia!
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O texto que se segue é de Odele Souza, mãe da Flavia, com quem nos solidarizamos:
Há quase dez anos, dei entrada na Justiça Paulista no processo de indenização por perdas e danos morais pelo acidente causado à Flavia. Há quase dez anos, luto na justiça pela condenação dos culpados. Até hoje os réus seguem impunes, e Flavia, já com 20 anos, segue vivendo sem a proteção que deveria - de imediato - lhe ter sido dada pela justiça que de tão lenta se torna uma justiça injusta.
Durante esses todos esses anos de batalha judicial, o processo de Flavia teve dois julgamentos. Em ambos nos foram concedidas indenizações de valores irrizórios, ínfimos, podendo mesmo serem considerados aviltantes, tendo em vista as gravíssimas sequelas que este acidente - causado por negligência de terceiros - deixou em Flavia. (*) Em novo e último recurso solicito à justiça, - agora em Brasília - indenização de valor adequado à gravidade deste acidente, para que Flavia possa ser cuidada - pelo resto de sua vida - com os recursos de que necessita para ter uma sobrevida digna. Há mais de um ano, o processo de Flavia teve autorização da justiça paulista para ser julgado em Brasília, em última instância. Há mais de três meses, essa decisão saiu publicada no Diário Oficial de São Paulo. Somente dia 14 de Julho de 2008, o processo de Flavia saiu do Tribunal de Justiça de São Paulo rumo ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília. E lá, não sabemos por quantos anos ainda permanecerá.
Os réus do processo pelo acidente causado à Flavia são :
JACUZZI DO BRASIL – fabricante que vendeu o ralo sem orientação técnica quanto à correta relação de proporção entre o equipamento de sucção e o tamanho da piscina onde foi instalado.
CONDOMÍNIO JARDIM DA JURITI - Av.Juriti,541 - Moema - São Paulo
Substituiu - sem orientação técnica - o equipamento de sucção da piscina. O motor de potência de 0,50 cavalos foi substituído por outro de 1,50 cavalos com potência superior em 78% o que deixou o equipamento superdimensionado e fora dos padrões de segurança, conforme perícia técnica anexada aos autos do processo de Flavia.
AGF BRASIL SEGUROS. – Seguradora do Condomínio.
Não pagou, quando por mim solicitada, o seguro de responsabilidade civil existente no condomínio, vindo a fazê-lo 1 ano e 11 meses após, mediante ordem judicial mas sem juros nem correção monetária.
(*) Nos dois julgamentos a indenização concedida pelos juizes de São Paulo foi em torno de 100 mil reais.
Imagem de Isabel Filipe
Um Exemplo para muitas mães e pais, (desses de letra pequena)
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Um exemplo a seguir para muitas mulheres e homens... alguns nunca deveriam ter filhos.


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