Já zangados?
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Etiquetas: Figuras Públicas, Humor, Via mailDesporto da moda!
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Etiquetas: Humor, Sem comentários, Via mailEscutas no Palácio de Belém - Afinal é verdade
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Fotografias: Manuela Sá Carneiro
VENDE-SE
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Etiquetas: Estado da Nação, Sociedade, Via mailPense Nisto!
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"Matemática de mendigo"
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Nesta reflexão, recordo-me quando há poucos dias fui ao Centro de Saúde e dei comigo a observar a diversidade dos que como eu esperavam. Reconheço o meu juízo estereotipado, mas não pude deixar de constatar que os que me pareceram mais “necessitados” não lhes faltava a tecnologia da moda nem os trocos para as máquinas dos “comes e bebes”, enquanto outros aparentemente “estáveis” contavam a custo as moedas para pagar a comparticipação da consulta e tiravam da mala uma merenda recheada de marcas brancas.
Estas parcas palavras ficam aquém do que eventualmente poderá traduzir a dependência institucional que em muito fomenta o parasitar na sociedade, assim como a angústia dos que lutam incessantemente.
Posto isto, transcrevo o texto recebido por mail que esquece a fatia dos quantos apenas recebem 450€ por mês e trabalham 40 ou mais horas semanais:
Preste atenção nesta interessante pesquisa de um estagiário de Matemática:
Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para facturar pelo menos € 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = € 6,00. Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá facturado: 25 x 8 x 6 = 1.200,00€. Será que isso é uma conta maluca?Bom, 6€ por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 cêntimos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00€. Mas, tudo bem, se ele facturar metade, 3€ por hora terá 600€ no final do mês, que é o salário de um estagiário com uma carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia. Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de € 1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranquilo debaixo de uma árvore por mais 9 mudanças do sinal de trânsito, sem nenhum chefe para o chatear por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real. De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus os rendimentos na padaria em frente aos semáforos. Perguntei-lhe quanto é que ela facturava por dia. Imaginem o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40€ em média, o que dá 25 (dias por mês) x 35 = 875€ ou 25 x 40 = 1000€ mensais.
Moral da História:
Peça esmolas. É mais fácil e melhor que arranjar um emprego.
Viva a Matemática.
"Zézito had a dream!
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Seria o Jamais, o Pino, Lino, Toureiro?? Ou todos?
Convite
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Oléééé!!!

Tudo oferecido pelo Ministro da Economia, Exmo. Senhor Dr. Manuel Pinho, no recinto da Assembleia da República.
Contemporâneos - Jornal Nacional de 6ªFeira
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... tous ont besoin d'Amour...
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Etiquetas: Afectividade, Estados de alma, Sem comentários, Sociedade, Via mailOs escândalos sucedem-se
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Despacho n.º 9810/2009
Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte:
2 — O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008.
Ora, pois então!...
Os professores e os outros trabalhadores que têm que se deslocar das suas residências, para trabalhar a quilómetros de distância, deixando filhos, cônjuge, pais com idade avançada... que paguem dos seus gordos, chorudos e imerecidos salários!!!!
Nas eleições europeias todos manifestamos o nosso sentir derrotando estes xuxalistas nas urnas.
Em breve seremos chamados a exercer de novo esse direito, nas próximas legislativas.
Será possível que esta corja ganhe as eleições, que se aproximam?
Será possível que andemos todos "zombies"????
Chego a sentir náuseas só de pensar nisso...
A Internet em Tribunal/ João Pedro Graça!
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Qui 15:34
No passado dia 2, foi lida no Tribunal de Montemor-O-Velho a sentença do meu julgamento, já aqui antes referido, facto que teve alguma repercussão em diversos órgãos de comunicação social1 e também em alguns blogs.
Absolvido do crime de calúnia e difamação, fui no entanto condenado a uma pena de multa (800 €), pelo crime de gravação ilícita. De realçar, esclarecendo as pessoas menos ao corrente destas coisas da Justiça, que as penas de multa revertem para o Estado e não para quem se queixa ou acusa.
De todas as incidências deste julgamento, de evidentes complexidade e especificidade, ressaltam principalmente dois factos: por um lado, tratou-se de um caso inédito, ou seja, para o qual não existiam nem precedentes nem, por conseguinte, qualquer espécie de jurisprudência; por outro lado, e também nisso houve total ineditismo, a minha defesa foi assumida - tanto pelo meu advogado como pelas minhas testemunhas - por simples solidariedade para com a causa da transparência, da honestidade e da hombridade na Internet, este meio virtual em que todos os que por aqui andam cada vez mais estão entregues exclusivamente a si próprios... sem rei nem lei que lhes valha.
Parece-me de realçar que apenas quanto ao crime de gravação ilícita não vingou a tese da defesa, que propugnava a exclusão de ilicitude tendo em atenção os fins em vista, ou seja, a legítima defesa (não própria, mas alheia); e isto sucedeu exclusivamente porque o crime de gravação ilícita foi por mim confessado, de forma expressa e, porque não dizê-lo, com orgulho. A absolvição quanto aos restantes crimes de que vinha acusado resultou de ter verificado o Tribunal não ter havido qualquer animus difamandi na divulgação da referida gravação. Mesmo não tendo sido relevado o facto de que não teci quaisquer considerações sobre os conteúdos publicados, deixando a cada qual que os lesse, visse ou ouvisse a liberdade para tirar as suas próprias conclusões, ficou claro que não tive outra intenção que não fosse a de alertar a comunidade cibernética para uma prática irregular, a qual poderia vir a prejudicar elementos, indivíduos dessa mesma comunidade virtual, pelo menos tanto como a mim próprio a dita prática prejudicou.
Na minha opinião (e espero não constitua ainda delito exprimir o que nos vai na alma), não fui total e absolutamente absolvido porque a mesma comunidade à qual o meu alerta se destinava resolveu, grosso modo, alhear-se da questão; se, em vez dos "apenas" 7 bloggers que depuseram a favor da causa lá tivessem estado 70 (por exemplo), estou certo de que as coisas teriam sido diferentes; se tivesse havido uma vaga de fundo, caso a "blogosfera" em particular se tivesse mobilizado por algo que lhe dizia inteiramente respeito, então sim, teria ficado provado por inteiro que se tratou de um acto de cidadania e que a cidadania, pelo menos até ver, não deve nem pode ser confundida com um crime, mesmo que ou especialmente se confesso.
Não conhecia pessoalmente nenhuma das minhas testemunhas, à data dos factos de que fui acusado. Foram pessoas que se solidarizaram comigo porque reconheceram mérito numa causa que era (e é ainda) também de todos e de cada um deles. Para esses verdadeiros heróis da luta por uma comunidade virtual honesta e transparente que ali estiveram, com tanto sacrifício pessoal e de forma tão corajosa, daqui envio uma palavra de profundo apreço e um grande abraço de imensa gratidão.
Poucos mas bons, como se costuma dizer. E se não há dúvidas sobre o modo como foram bons, todos eles, já não será tão fácil apurar porque terão sido apenas estes 7 a estar no julgamento, reafirmando o carácter cívico da acção que lhe deu origem. Mas também sobre isto tenho uma opinião. Pessoalíssima, obviamente.
A Internet é uma coisa muito recente, em Portugal. No caso particular dos blogs e, mais recentemente ainda, das redes sociais, estamos numa idade equivalente à pré-adolescência, com todos os problemas comportamentais, erráticos e por vezes descabidos, que são característica intrínseca de um corpo em formação. E a isto, que já não seria pouco, acresce uma particularidade, também ela idiossincraticamente aplicada ao caso português e também ela típica dessas idades irresponsáveis e frenéticas: os "gangs". Quando eu era garoto, chamava-se "gandulos" àqueles que entretinham todo o seu tempo a partir vidros ou a riscar automóveis, por exemplo.
Pois na "web" portuguesa, aos seus 8 ou 9 ou 10 anos, assiste-se a algo muito semelhante: grupos mais ou menos organizados que se guerreiam mutuamente por puro ócio e que, já com alguns laivos de hierarquia interna e de correlações de poder, são no seu conjunto capazes de provocar estragos sérios na própria estrutura social... virtual. Alguns desses "gandulos" arvoram-se mesmo em pequenos chefes de clã (o gang), com o seu inevitável e perigoso séquito de "seguidores", e parece até já ser possível verificar, sem grande esforço ou perspicácia, que existe por aí um "chefinho" máximo, espécie de "Papa" das diversas comanditas, que a si mesmo atribui extraordinários poderes... como o decidir se determinada coisa ou causa interessa ou não aos demais.
O caso agora julgado foi um exemplo paradigmático dessas "coisas" que ao dito "chefinho" não convinham, vá-se lá saber "alegadamente" por que bulas. Tivesse ele ou um dos seus apaniguados dado o devido destaque ao sucedido e outro galo cantaria, com toda a certeza. Aliás, bastaria não ter instigado outros à traição, como fez aquele e fizeram estes, e já tudo teria sido diferente.
Mas não percamos mais tempo com ruins defuntos, porém. Parece-me ter ficado clara e suficientemente explicada a razão pela qual não se mobilizou a "lusosfera" em peso por uma causa que era (e continua a ser) sua.
Este julgamento não mexeu em um átomo de qualquer das minhas convicções. Continuo a acreditar que nós existimos para o bem e não para o mal - e que isso vale tanto na vida quotidiana como no mais cibernético dos mundos. Continuo a acreditar que existe gente boa, solidária e corajosa, gente que lutará até ao fim na defesa da Justiça e dos seus semelhantes - mesmo daqueles que, pela sua cobardia e desfaçatez, deveriam apenas ser votados ao mais profundo desprezo. Continuo a acreditar que existe uma Justiça divina, superior, supremamente absoluta, que pode tardar mas que nunca falha.
O futuro a Deus pertence. Se este mesmo Deus quiser, e se a saúde o permitir, cá estaremos - um dia destes - para relatar o que se seguir, se se seguir e se isso for de algum proveito para alguém.
1 Tanto a notícia original, da Agência Lusa, como as respectivas reproduções ou adaptações contêm diversas inexactidões, lacunas e até mesmo opiniões onde deveriam estar apenas factos, sendo tudo isso facilmente perceptível para quem estiver minimamente dentro do assunto.
João Pedro Graça
Fonte:http://apdeites2.cedilha.net/
Novas Oportunidades!
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Etiquetas: Figuras Públicas, Humor, Via mailTal Pai tal filho!
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Etiquetas: Figuras Públicas, Humor, Via mailGrande Lição!
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Senti-me além de emocionada, rente ao chão!
Grande exemplo!
Perdigogos
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Etiquetas: Estado da Nação, Organizações e Instituições, Sociedade, Via mailPara os indecisos!
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Explicação:
1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça ? Não ? Ok ! Eu esclareço: trata-se de actualizar conteúdos. Acham que o ministro Costa recorreu a um informático qualquer para tratar do assunto ? Não !
Trata-se de uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros mais o subsídio de almoço, claro !
2. E sabem quem tem o perfil adequado a essa extremamente especializada função ?
Não ? Ok ! Eu esclareço. Trata-se de Susana Isabel Costa Dutra. Susana Isabel Costa Dutra, é ( por um acaso daqueles que só acontecem em Portugal) filha do ministro Alberto Costa.
Et OUI !
Se puderem espalhem pois pode haver alguém que não tem acesso ao Diário da República, ficando assim prejudicado de saber que "lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim..."






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