O teste da banheira
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Durante a visita a um hospital psiquiátrico, José Sócrates perguntou ao
director:
- Qual é o critério que usam para decidirem que alguém precisa de ser
internado aqui?
- É simples - respondeu o director, e prosseguiu:
- Enchemos uma banheira de água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e
um balde e depois pedimos-lhe que a esvazie. De acordo com a forma como ele
decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse Sócrates - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior
que o copo e a colher.
- Não - respondeu o director - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O
que é que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?·
Dedicado a todos os que escolheram o balde
Um Hino em perpétuo movimento
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Depois de ler o texto, com o qual concordo, fiquei, porém, sem palavras… quanto à expressão musical que lhe propõem atribuir.
Embora sabendo o significado da palavra “Hino”, fui confirmar (não fosse ter havido alteração da sua definição...) o sinónimo ou designação de Hino, aqui e aqui.
Trata-se de uma expressão poética (?) popular, sarcástica e irónica (sim) que traduz a imagem do nosso povo, retratando bem como somos (sim) mas somente aceitável como letra de uma canção "pop" de critica social mais adequada a um qualquer “rapper” ou enquadrada na tónica de um Sérgio Godinho ou de um Vitorino, sem desmérito para os mesmos, claro.
Sendo um hino nacional a expressão de um louvor à Pátria, considero também que “A Portuguesa” se desenquadra da nossa realidade actual. De facto já não marchamos contra os canhões, nem há barões a assinalar!
Mas, por favor, que se arranje uma outra forma de canto pelo nosso País que exalte a sobriedade da questão…
Não brinquemos com coisas sérias!! Todos nós pagamos para que os nossos deputados cumpram as suas obrigações... já o fazem mal, mas isto!!!
O País está de rastos, é certo, e precisa de mudar, também é certo, mas esta proposta não é, na minha opinião, minimamente aceitável.
A ideia de base (chamar a atenção para a mudança) que expressam é perfeita, mas acharão os peticionários que a sua proposta, a ser aceite (?), é digna de ser escutada em cerimónias oficiais (num pódio, numa parada militar, etc) como representação histórica ou de louvor da nossa Pátria!?
Para aceder e ler aqui, caso se queiram dar a esse trabalho.
E será assim que pretendem apresentá-lo?
Educação
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Etiquetas: Estado da Nação, Humor, Via mail2009 será O ANO DO CONSUMISMO
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ALEGRE-SE!
Segundo um dos mais renomados especialistas em tendências do consumidor da Argentina, devido à atual crise econômica, financeira e mundial, 2009 será o ano do...
C O N S U M I S M O
Pois você terá que ficar (em bom castelhano) :
CON SU MISMO CARRO
CON SU MISMO SALÁRIO
CON SU MISMO IMÓVEL
CON SU MISMO VESTUARIO
CON SU MISMO PAR DE SAPATOS
E SOMENTE SE DEUS QUISER...
CON SU MISMO TRABALHO!
Aviso do Banco de Portugal
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Para divulgar por todos os meios possíveis.
Susana Paz Alves
BPN - BANCO PORTUGUÊS DE NEGÓCIOS
DIR. de Crédito Imobiliário
Rua Marquês da Fronteira n.º8 - 1.º Piso 1070-296 Lisboa
e - mail: susana.paz..alves@banco.bpn.pt
Tel : PT +351 213828539 Ligar Ext.218039
Fax : 213 828 548
ERC escondeu processo Sócrates
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ERC legitima pressões de Sócrates
(*) Lamentavelmente, a notícia só está disponível para quem é assinante. Contudo, fica referenciada a data da sua publicação para que, os que usufruem daquele serviço, a possam ler.
Diziam que não colavam?
“A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca"
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Clara Ferreira Alves, in "Expresso"
Assine e divulgue
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Sobre Maria Keil. Não é que os juristas da Metro de Lisboa sejam bons. Acontece que não respeitam nenhuma deontolgia, ética nem honra.De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a "Seara Nova", livros para adultos e "toneladas" de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns "sobressaltos", umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo "tipo de pessoas" no tempo do fascismo.
Para esta "história", no entanto, o que me interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal "falta de verba" que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica "Viúva Lamego", mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu "jovem" Metropolitano.
Estes pormenores das estações do "Intendente" (1966) e "Restauradores" (1959), são bons exemplos:
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Portugal visto de Espanha – imprescindível ler e pensar
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Pero el golpe de gracia lo dio la evaluación de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE): en los próximos años Portugal se distanciará aún más de los países avanzados.
La productividad más baja de la UE , la escasa innovación y vitalidad del sector empresarial, educación y formación profesional deficientes, mal uso de fondos públicos, con gastos excesivos y resultados magros son los datos señalados por el informe anual sobre Portugal de la OCDE , que reúne a 30 países industriales.
A diferencia de España, Grecia e Irlanda (que hicieron también parte del 'grupo de los pobres' de la UE ), Portugal no supo aprovechar para su desarrollo los cuantiosos fondos comunitarios que fluyeron sin cesar desde Bruselas durante casi dos décadas, coinciden analistas políticos y económicos.
En 1986, Madrid y Lisboa ingresaron a la entonces Comunidad Económica Europea con índices similares de desarrollo relativo, y sólo una década atrás, Portugal ocupaba un lugar superior al de Grecia e Irlanda en el ranking de la UE. Pero en 2001, fue cómodamente superado por esos dos países, mientras España ya se ubica a poca distancia del promedio del bloque.
'La convergencia de la economía portuguesa con las más avanzadas de la OCE pareció detenerse en los últimos años, dejando una brecha significativa en los ingresos por persona', afirma la organización. En el sector privado, 'los bienes de capital no siempre se utilizan o se ubican con eficacia y las nuevas tecnologías no son rápidamente adoptadas', afirma la OCDE.
'La fuerza laboral portuguesa cuenta con menos educación formal que los trabajadores de otros países de la UE , inclusive los de los nuevos miembros de Europa central y oriental', señala el documento. Todos los análisis sobre las cifras invertidas coinciden en que el problema central no está en los montos, sino en los métodos para distribuirlos. Portugal gasta más que la gran mayoría de los países de la UE en remuneración de empleados públicos respecto de su producto interno bruto, pero no logra mejorar significativamente la calidad y eficiencia de los servicios.
Con más profesores por cantidad de alumnos que la mayor parte de los miembros de la OCDE , tampoco consigue dar una educación y formación profesional competitivas con el resto de los países industrializados.
En los últimos 18 años, Portugal fue el país que recibió más beneficios por habitante en asistencia comunitaria. Sin embargo, tras nueve años de acercarse a los niveles de la UE , en 1995 comenzó a caer y las perspectivas hoy indican mayor distancia.
Dónde fueron a parar los fondos comunitarios?, es la pregunta insistente en debates televisados y en columnas de opinión de los principales periódicos del país. La respuesta más frecuente es que el dinero engordó la billetera de quienes ya tenían más.
Los números indican que Portugal es el país de la UE con mayor desigualdad social y con los salarios mínimos y medios más bajos del bloque, al menos hasta el 1 de mayo, cuando éste se amplió de 15 a 25 naciones. También es el país del bloque en el que los administradores de empresas públicas tienen los sueldos más altos.
El argumento más frecuente de los ejecutivos indica que 'el mercado decide los salarios'. Consultado por IPS, el ex ministro de Obras Públicas (1995-2002) y actual diputado socialista João Cravinho desmintió esta teoría. 'Son los propios administradores quienes fijan sus salarios, cargando las culpas al mercado', dijo.
En las empresas privadas con participación estatal o en las estatales com accionistas minoritarios privados, 'los ejecutivos fijan sus sueldos astronómicos (algunos llegan a los 90.000 dólares mensuales, incluyendo bonos y regalías) con la complicidad de los accionistas de referencia', explicó Cravinho.
Estos mismos grandes accionistas, 'son a la vez altos ejecutivos, y todo este sistema, en el fondo, es en desmedro del pequeño accionista, que ve como una gruesa tajada de los lucros va a parar a cuentas bancarias de los directivos', lamentó el ex ministro.
La crisis económica que estancó el crecimiento portugués en los últimos dos años 'está siendo pagada por las clases menos favorecidas', dijo. Esta situación de desigualdad aflora cada día con los ejemplos más variados. El último es el de la crisis del sector automotriz.
Los comerciantes se quejan de una caída de casi 20 por ciento en las ventas de automóviles de baja cilindrada, con precios de entre 15.000 y 20.000 dólares.
Pero los representantes de marcas de lujo como Ferrari, Porsche, Lamborghini, Maserati y Lotus (vehículos que valen más de 200.000 dólares), lamentan no dar abasto a todos los pedidos, ante un aumento de 36 por ciento en la demanda. Estudios sobre la tradicional industria textil lusa, que fue una de las más modernas y de más calidad del mundo, demuestran su estancamiento, pues sus empresarios no realizaron los necesarios ajustes para actualizarla.
Pero la zona norte donde se concentra el sector textil, tiene más autos Ferrari por metro cuadrado que Italia.
Un ejecutivo español de la informática, Javier Felipe, dijo a IPS que según su experiencia con empresarios portugueses, éstos 'están más interesados en la imagen que proyectan que en el resultado de su trabajo'.
Para muchos 'es más importante el automóvil que conducen, el tipo de tarjeta de crédito que pueden lucir al pagar una cuenta o el modelo del telefono celular, que la eficiencia de su gestión', dijo Felipe, aclarando que hay excepciones.
Todo esto va modelando una mentalidad que, a fin de cuentas, afecta al desarrollo de un país', opinó.
La evasión fiscal impune es otro aspecto que ha castrado inversiones del sector público con potenciales efectos positivos en la superación de la crisis económica y el desempleo, que este año llegó a 7,3 por ciento de la población económicamente activa.
Los únicos contribuyentes a cabalidad de las arcas del Estado son los trabajadores contratados, que descuentan en la fuente laboral. En los últimos dos años, el gobierno decidió cargar la mano fiscal sobre esas cabezas, manteniendo situaciones 'obscenas' y 'escandalosas', según el economista y comentarista de televisión Antonio Pérez Metello. 'En lugar de anunciar progresos en la recuperación de los impuestos de aquellos que continúan riéndose en la cara del fisco, el gobierno (conservador) decide sacar una tajada aun mayor de esos que ya pagan lo que es debido, y deja incólume la nebulosa de los fugitivos fiscales, sin coherencia ideológica, sin visión de futuro', criticó Metello.
La prueba está explicada en una columna de opinión de José Vitor Malheiros, aparecida este martes en el diario Público de Lisboa, que fustiga la falta de honestidad en la declaración de impuestos de los lamados profesionales liberales.
Según esos documentos entregados al fisco, médicos y dentistas declararon ingresos anuales promedio de 17.680 euros (21.750 dólares), los abogados de 10.864 (13.365 dólares), los arquitectos de 9.277 (11.410 dólares) y los ingenieros de 8.382 (10.310 dólares).
Estos números indican que por cada seis euros que pagan al fisco, 'le roban nueve a la comunidad', pues estos profesionales no dependientes deberían contribuir con 15 por ciento del total del impuesto al ingreso por trabajo singular y sólo tributan seis por ciento, dijo Malheiros.
Con la devolución de impuestos al cerrar un ejercicio fiscal, éstos 'roban más de lo que pagan, como si un carnicero nos vendiese 400 gramos de bife y nos hiciese pagar un kilogramo, y existen 180.000 de estos profesionales liberales que, en promedio, nos roban 600 gramos por kilo', comentó com sarcasmo.
Si un país 'permite que un profesional liberal con dos casas y dos automóviles de lujo declare ingresos de 600 euros (738 dólares) por mes, año tras año, sin ser cuestionado en lo más mínimo por el fisco, y encima recibe un subsidio del Estado para ayudar a pagar el colegio privado de sus hijos, significa que el sistema no tiene ninguna moralidad', sentenció.
Sem comentários
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Etiquetas: Diversos, Sem comentários, Trocas e Baldrocas, Via mailO Governo da "LATINHA"
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Andamos pelas ruas, olhamos à nossa volta, apontamos para as portas fechadas e dizemos:
Uma questão de "boa fé"
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."As Finanças perdoaram uma dívida de aproximadamente 10 milhões de euros de IVA ao Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), respeitante a reembolsos obtidos indevidamente pelo sindicato entre 2003 e 2007.[...]O perdão foi concedido no pressuposto de que o contribuinte, apesar de ter agido à margem da Lei, estava de "boa-fé" quando obteve as referidas vantagens fiscais." (realce meu).
Um Exemplo para muitas mães e pais, (desses de letra pequena)
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Um exemplo a seguir para muitas mulheres e homens... alguns nunca deveriam ter filhos.
Criação da Ordem dos Psicólogos
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No dia 18 de Julho de 2008, pelas 13.30h, foi aprovado, na Assembleia da República, com o consenso de todos os partidos com assento parlamentar, a criação da Ordem dos Psicólogos (OP).
Foi a conclusão de um longo processo de espera, que envolveu um intenso empenho pessoal e profissional de toda a equipa da APOP e de todos os psicólogos que se associaram a nós, ao longo dos anos, os quais queremos felicitar e apresentar o nosso sincero agradecimento por toda a disponibilidade manifestada para com a Associação, desde 2002, e que sempre acreditaram nesta causa, reconhecendo como fundamental a criação deste Organismo como defensor da classe e de todos os portugueses que recorrem aos serviços prestados pela Psicologia.
Inicia-se assim uma nova fase no panorama da Psicologia em Portugal: depois da criação, a instalação.
A tarefa de instalar a Ordem dos Psicólogos requer um trabalho intenso, por e para todos os psicólogos, o qual apenas depende do profissionalismo, rigor e competência de todos.
É ainda precoce indicar quais os procedimentos exactos para efeitos de registo e inscrição na Ordem visto estarmos a aguardar a publicação em Diário da República. Podemos, no entanto, confirmar as seguintes informações:
.........* Para o exercício da Psicologia, em qualquer área, será obrigatória a inscrição na Ordem dos Psicólogos;
.........* Aos inscritos, será emitida, pela Ordem, uma Cédula Profissional;
.........* O Código de Ética e Deontologia Profissional dos Psicólogos será apresentado e votado, na OP, documento este que abrangerá todos os inscritos na Ordem dos Psicólogos.
É do nosso total interesse e dever informar todos os Psicólogos, através da Mailing, da Imprensa e do nosso Site, sempre que houver novas informações relativas aos procedimentos necessários e obrigatórios para a regularização da sua situação.
Contamos que seja para muito breve.
A Direcção da APOP
A história dos 3 porquinhos (contra as insónias)
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O filho quer dormir e pede ao pai (engenheiro) para contar uma história e ele conta a dos três Porquinhos.
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Meu Filho, era uma vez três porquinhos (P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia atormentando os coitadinhos.
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P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em Engenharia Civil.
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P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.
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P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.
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LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era considerado Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde 'n' é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.
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Mas nesse promissor perímetro P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.
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Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado.
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Enquanto P3 planejou no Autocad e montou ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo 'o máximo'.
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Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:
- 'Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um formando em Comunicação e Expressão Visual!'
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Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do CREA já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.
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Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:
- 'Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.'
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Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão ensandecida de ecos-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.
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Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.
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- P1: O que houve?
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- P2: LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.
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- P3: Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!
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Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! o som correto não é esse.)
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- LM: P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho Regional de Engenharia em cima de você!!!, e se for preciso até a turma do Meio Ambiente e aquele tal de CONFEA.
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Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e do...do... comunicador e expressivo visual) LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 era ecologicamente correta.
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Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional (porém super comum nos contos de fada): ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.
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Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que, com uma força de 33.300 N (Newtons), impulsionou LM para cima com uma inclinação de 32,3° em relação ao solo.
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Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.
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Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8 m/s² e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:
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a) o deslocamento no eixo 'x', tomando como referencial a chaminé.
b) a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão (considere o atrito pela viscosidade do ar).
- Já calculou? Então durma bem, meu filho...
Teria Sócrates contado esta história ao filho, depois de ter obtido a licenciatura na UnI?









