Contadores de Gás, Água e Luz
Postado por
Maria Sá Carneiro
em segunda-feira, 21 de abril de 2008
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Aluguer de contadores de água, luz e gás acaba no próximo mês de Maio.
Os consumidores vão deixar de pagar os alugueres de contadores de água, luz ou gás a partir de 26 de Maio próximo. Nesta data entra também em vigor a proibição de cobrança bimestral ou trimestral destes serviços, segundo um diploma que foi ontem publicado na edição do Diário da República. A factura de todos aqueles serviços públicos vai ser obrigatoriamente enviada mensalmente, evitando o acumular de dois ou três meses de facturação, indica a Lei 12/2008, ontem publicada no boletim oficial e que altera um diploma de 1996 sobre os 'serviços públicos essenciais'. A nova legislação passa a considerar o telefone fixo também como um serviço essencial e inclui igualmente nesta figura as comunicações móveis e via Internet, além do gás natural, serviços postais, gestão do lixo doméstico e recolha e tratamento dos esgotos. O diploma põe fim à cobrança pelo aluguer dos contadores feita pelas empresas que fazem o abastecimento de água, gás e electricidade. Também o prazo para a suspensão do fornecimento destes serviços, por falta de pagamento, passa a ser de dez dias após esse incumprimento , mais dois dias do que estava previsto no actual regime. Outra mudança importante é o facto de o diploma abranger igualmente os prestadores privados daqueles serviços, classificando-os como serviço público,
independentemente da natureza jurídica da entidade que o presta.
Os consumidores vão deixar de pagar os alugueres de contadores de água, luz ou gás a partir de 26 de Maio próximo. Nesta data entra também em vigor a proibição de cobrança bimestral ou trimestral destes serviços, segundo um diploma que foi ontem publicado na edição do Diário da República. A factura de todos aqueles serviços públicos vai ser obrigatoriamente enviada mensalmente, evitando o acumular de dois ou três meses de facturação, indica a Lei 12/2008, ontem publicada no boletim oficial e que altera um diploma de 1996 sobre os 'serviços públicos essenciais'. A nova legislação passa a considerar o telefone fixo também como um serviço essencial e inclui igualmente nesta figura as comunicações móveis e via Internet, além do gás natural, serviços postais, gestão do lixo doméstico e recolha e tratamento dos esgotos. O diploma põe fim à cobrança pelo aluguer dos contadores feita pelas empresas que fazem o abastecimento de água, gás e electricidade. Também o prazo para a suspensão do fornecimento destes serviços, por falta de pagamento, passa a ser de dez dias após esse incumprimento , mais dois dias do que estava previsto no actual regime. Outra mudança importante é o facto de o diploma abranger igualmente os prestadores privados daqueles serviços, classificando-os como serviço público,
independentemente da natureza jurídica da entidade que o presta.
Numa reacção à publicação do diploma em causa, 'a Deco congratula-se com estas alterações, há muito reivindicadas', afirmou à agência Lusa Luís Pisco, jurista da associação de defesa do consumidor. O diploma ontem publicado, para entrar em vigor a 26 de Maio, proíbe também a cobrança aos utentes de qualquer valor pela amortização ou inspecção periódica dos contadores, ou de "qualquer outra taxa de efeito equivalente".
Divulgar o mais possível…
Divulgar o mais possível…
Cobardia de viver
Postado por
Maria Sá Carneiro
em sábado, 19 de abril de 2008
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A vida é por vezes, eu diria muitas vezes até,difícil de encarar, de enfrentar.
Sobretudo a partir de uma certa idade, em que já não somos novos, mas também ainda não temos as desculpas de sermos velhos. Que já não carece, que já não adianta, que estamos velhos, sendo que a idade deveria ser, um sinal de sabedoria, como no oriente, e não só, como na sociedade, sobretudo europeia, sinonimo de inutilidade, e de fardo para os mais novos.
Hoje dei por mim a pensar na estupidez em que estruturei a minha vida, nas defesas que construi, nas barreiras que criei à vida.
A idade foi avançando, os desgostos sucederam-se, condicionaram a minha maneira de estar na vida, sem que me tivesse dado conta.
A morte rondou-me vezes demais, chegou em forma de acidente brutal, de doenças sem retorno, a canseira de ter que aguentar, de ter que reagir, de como se diz, tocar a vida para a frente.
Dei-me conta que vesti essa armadura de guerreira, sem querer, empurrada pela necessidade de mostrar que era capaz, mordi-me por dentro, enrolei-me, numa suposta força hereditária.
Em teorias absolutistas de verdades imutáveis, fui correndo, fugindo de mim, atafulhando-me de trabalhos impossíveis, de metas impossíveis, de objectivos impróprios para cardíacos.
Coragem, determinação, força, eram os meus predicados preferidos.
Hoje dou-me conta que me enrolei, que fugi dos meus problemas, que construi uma vida para fugir à verdade.
A verdade é que "ganhei" medo de viver, que corri, fugi para a frente, para não enfrentar os meus desgostos, para não ter tempo, sequer de pensar.
Trabalhei, construi a minha vida de trabalho, de maneira a ter sempre montes de trabalho...
De maneira a não poder usufruir da vida, a não pensar, a no fundo a não viver.
Mas, nunca é tarde...
Sobretudo a partir de uma certa idade, em que já não somos novos, mas também ainda não temos as desculpas de sermos velhos. Que já não carece, que já não adianta, que estamos velhos, sendo que a idade deveria ser, um sinal de sabedoria, como no oriente, e não só, como na sociedade, sobretudo europeia, sinonimo de inutilidade, e de fardo para os mais novos.
Hoje dei por mim a pensar na estupidez em que estruturei a minha vida, nas defesas que construi, nas barreiras que criei à vida.
A idade foi avançando, os desgostos sucederam-se, condicionaram a minha maneira de estar na vida, sem que me tivesse dado conta.
A morte rondou-me vezes demais, chegou em forma de acidente brutal, de doenças sem retorno, a canseira de ter que aguentar, de ter que reagir, de como se diz, tocar a vida para a frente.
Dei-me conta que vesti essa armadura de guerreira, sem querer, empurrada pela necessidade de mostrar que era capaz, mordi-me por dentro, enrolei-me, numa suposta força hereditária.
Em teorias absolutistas de verdades imutáveis, fui correndo, fugindo de mim, atafulhando-me de trabalhos impossíveis, de metas impossíveis, de objectivos impróprios para cardíacos.
Coragem, determinação, força, eram os meus predicados preferidos.
Hoje dou-me conta que me enrolei, que fugi dos meus problemas, que construi uma vida para fugir à verdade.
A verdade é que "ganhei" medo de viver, que corri, fugi para a frente, para não enfrentar os meus desgostos, para não ter tempo, sequer de pensar.
Trabalhei, construi a minha vida de trabalho, de maneira a ter sempre montes de trabalho...
De maneira a não poder usufruir da vida, a não pensar, a no fundo a não viver.
Mas, nunca é tarde...
Maria Sá Carneiro
Just Drive
Postado por
Maria Sá Carneiro
em terça-feira, 15 de abril de 2008
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Basta um segundo, um baixar de olhos, para a gente se distrair.
Choca-me muito a quantidade de pessoas que guiam a falar ao telefone, acho que eu nestes anos todos, só o fiz meia dúzia de vezes, e fui apanhada duas vezes. Cem euros de multa!
Lembro-me sempre da mãe de um amigo meu, já com uma certa idade, que há uns anos, sempre que ia a Lisboa, comentava que as pessoas iam de mal a pior, porque falavam sózinhas nos carros.
Mas não é possível guiar bem, com cuidado, com atenção à condução, a falar ao telemóvel, por muito que se esteja habituado, a atenção está na conversa ao telemóvel.
Vê-se fazer barbaridades ao volante, muitas vezes quando ultrapassamos o carro "bárbaro", verificamos que o seu condutor vai ao telefone.
Postado por
Maria Sá Carneiro
em domingo, 13 de abril de 2008
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Ao meu Peixinho do Mar:
Sabes, tenho muito orgulho em ti. Muito, soubeste aguentar-te estes anos, com a verdade, de cabeça erguida, segura do que tinhas visto, sem deixar que o tempo apagasse as tuas certezas.
Apesar da inevitável pressão, de muita gente que prefere as inverdades, do que as verdades incómodas.
Estive como não podia deixar de ser contigo, desde o primeiro minuto, e estarei o resto da minha vida, por seres minha filha, por seres assim, simplesmente, corajosa, cheia de força, lutadora, uma força da vida.
Tenho muito orgulho em ti, por tudo o que és, e por tudo que tentas ser.
Demorou a ser reposta a verdade, mas foi hoje.
Acabou-se a injustiça, a mentira não compensa, a verdade vem sempre ao de cima.
És um exemplo para mim, és uma motivação, um desafio, um amor incondicional.
O melhor de mim!
Amo-te Querida Filha!
Beijo grande
Mãe
Maria Sá Carneiro
Em 2023... nova capa da Revista Visão
Postado por
Anónimo
em sábado, 12 de abril de 2008
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As novas oportunidades em 2023, ano em que Sócrates ganhará (?), de novo, as eleições com maioria absoluta...
Uma das suas novas promessas será um pacote de "Novas Oportunidades" para o que restará da população portuguesa (excepto a ASAE, claro!!), sendo que o resto da população já emigrou para outras bandas!...
Scuts
Postado por
Maria Sá Carneiro
em sexta-feira, 11 de abril de 2008
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Amigos, vamos lá assinar, sem pensar que é trabalho para nada, assinem p.f.
Aqui fica, à V/ consideração.O Governo prepara-se para colocar portagens nas SCUTS do Grande Porto, Costa da Prata e Litoral Norte.Vias fundamentais como a A29, A28 e A42 vão passar a ter portagens, provavelmente ainda nos próximos meses, sem que existam alternativas viáveis.É urgente protestar!Assine o abaixo-assinado em:http://www.naoasportagensnasscuts.com/index.phpJuntos podemos fazer a diferença e impedir este ataque aos nossos direitos! Passe a palavra!
Etiquetas:
Estado da Nação
Aqui fica, à V/ consideração.O Governo prepara-se para colocar portagens nas SCUTS do Grande Porto, Costa da Prata e Litoral Norte.Vias fundamentais como a A29, A28 e A42 vão passar a ter portagens, provavelmente ainda nos próximos meses, sem que existam alternativas viáveis.É urgente protestar!Assine o abaixo-assinado em:http://www.naoasportagensnasscuts.com/index.phpJuntos podemos fazer a diferença e impedir este ataque aos nossos direitos! Passe a palavra!
Insastifação
Postado por
Maria Sá Carneiro
em quarta-feira, 9 de abril de 2008
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É mesmo isso que vou sentindo em todos, por todo o lado. Parece ser uma doença, que se vai apoderando de todos, vai-nos comendo.
Vai cada dia ganhando terreno, espaço, para estender os seus tentáculos, apoderar-se da nossa alma, do nosso coração.
Vivemos a época do teclado, "teclas mesmo de onde", é do "hi5 que te conheço"?
Bem, eu não sou grande exemplo, como tal sinto-me à vontade para criticar, estarei mesmo a fazer,de certa maneira, uma auto-análise, uma reflexão, ou, mesmo quem sabe a ralhar comigo.
Também a lareira acesa, a música quente que toca, afasta-me dos livros, que deveria estar a ler e a estudar, arrasta-me para este teclado que dá forma ao meu pensamento, aos meus sentimentos, aos meus medos, enfim respiro ao fim de mais um dia de trabalho, onde tento desesperadamente contratar empregados, num país em pouca gente quer trabalhar.
Parece que nada chega, nada arranca a esta gente um sorriso, uma emoção forte, uma vontade de dar um abraço. Tudo é pouco, tudo é nada.
Estamos a ficar menos gente, menos humanos, cada vez mais somos agressivos. Buzinamos se o carro da frente não arranca logo que o semáforo muda. Disputamos os lugares de estacionamento como se deles dependesse a nossa vida.
Justificamos tudo com a famosa falta de tempo, quando o que realmente acho e sinto, é que perdemos a coragem para sermos nós próprios, para amarmos o próximo.
Falta-nos encantamento, paixão e amor. Pela natureza, pelo próximo, vivemos na era das modas, que vão e vêem como as ondas do mar.
Parece que o mais importante é a marca do carro, a marca da roupa, e a nossa identidade fica na fronteira de que marca?
Maria Sá Carneiro
Etiquetas:
Estados de alma
Vai cada dia ganhando terreno, espaço, para estender os seus tentáculos, apoderar-se da nossa alma, do nosso coração.
Vivemos a época do teclado, "teclas mesmo de onde", é do "hi5 que te conheço"?
Bem, eu não sou grande exemplo, como tal sinto-me à vontade para criticar, estarei mesmo a fazer,de certa maneira, uma auto-análise, uma reflexão, ou, mesmo quem sabe a ralhar comigo.
Também a lareira acesa, a música quente que toca, afasta-me dos livros, que deveria estar a ler e a estudar, arrasta-me para este teclado que dá forma ao meu pensamento, aos meus sentimentos, aos meus medos, enfim respiro ao fim de mais um dia de trabalho, onde tento desesperadamente contratar empregados, num país em pouca gente quer trabalhar.
Parece que nada chega, nada arranca a esta gente um sorriso, uma emoção forte, uma vontade de dar um abraço. Tudo é pouco, tudo é nada.
Estamos a ficar menos gente, menos humanos, cada vez mais somos agressivos. Buzinamos se o carro da frente não arranca logo que o semáforo muda. Disputamos os lugares de estacionamento como se deles dependesse a nossa vida.
Justificamos tudo com a famosa falta de tempo, quando o que realmente acho e sinto, é que perdemos a coragem para sermos nós próprios, para amarmos o próximo.
Falta-nos encantamento, paixão e amor. Pela natureza, pelo próximo, vivemos na era das modas, que vão e vêem como as ondas do mar.
Parece que o mais importante é a marca do carro, a marca da roupa, e a nossa identidade fica na fronteira de que marca?
Maria Sá Carneiro


