Petição em Prol das Crianças Vítimas de Crimes Sexuais
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Seguidamente citamos passagens da referida resposta, que nos facultou a Dra. Clara Sottomayor, para divulgação no CC&Cª e a demais signatários:
"Quanto à pretensão requerida do envio de uma mensagem à Assembleia da República, compreenderão V. Exas. que no quadro constitucional das suas atribuições, apenas ao Presidente da República cabe, por sua única iniciativa, escolher os temas e a oportunidade do exercício do direito de dirigir mensagens àquele órgão de soberania..Em face destes esclarecimentos, informo V. Exas. que se não justifica a concessão da audiência solicitada."
Salientamos que pretendemos publicar a carta na íntegra, no momento em que esta nos for facultada pela Dra. Clara Sottomayor, que se encontra actualmente de férias, motivo pelo qual ainda não tivemos acesso à referida resposta e tardámos a informar-vos sobre a mesma.
Sendo que a 29 de Abril deste ano Sua Excelência, o Presidente da República, ainda não tinha respondido à carta supra citada, que lhe foi remetida, entregámos a Petição em mão na Portaria do Palácio de Belém, com as 13072 assinaturas recolhidas, manuscritas e on-line.
No CC&Cª, consideramos no mínimo pouco razoável que Sua Excelência, o Presidente da República, tenha levado 7 meses a responder aos 13072 Portugueses que assinaram a referida Petição.
Aguardamos ter acesso à carta na íntegra, para decidirmos quais as acções que iremos tomar, porque não basta “preocupação institucional”, urgem acções efectivas em salvaguarda das crianças perante a ignomínia que é a Pedofilia e o Abuso Sexual de Menores.
Independentemente de quaisquer obstáculos, o nosso alento nesta causa persiste e continuaremos a lutar, assente no vosso apoio e empenho.
A todos vós muito obrigada.
Um Exemplo para muitas mães e pais, (desses de letra pequena)
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Um exemplo a seguir para muitas mulheres e homens... alguns nunca deveriam ter filhos.
TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla
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Em Braga, no dia 21 de Junho de 2008, um grupo de cidadãos com Esclerose Múltipla (EM) e alguns técnicos da área da saúde e familiares, decidiram constituir uma associação, TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla, para intervir no distrito de Braga e, num futuro próximo, alargar o seu apoio a toda a região norte e finalmente a todo a país.
Tem como objectivos prioritários: Criar um Centro Multidisciplinar para Doenças Neurodegenerativas, em particular para a EM, podendo albergar outras doenças neurodegenerativas (Alzheimer, Parkinson, …), que pretende dar apoio aos doentes e familiares, privilegiando a multidisciplinaridade, assistida por todas as valências como a neurologia, enfermagem, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, terapia da fala, apoio jurídico, etc. Pretende igualmente funcionar como centro de dia para os doentes, que por razões de saúde, já não tenham ocupação profissional.No dia 5 de Outubro de 2008, domingo, nós, a TEM, queríamos fazer dois espectáculos de solidariedade: um pelas 11h e o outro pelas 16h30, sendo o das 16h30 o que vai ter a presença das “ditas individualidades”. No dia seguinte far-se-á escritura e o porto de honra.
Consulte, comente e divulgue o blog da TEM pela sua lista de emails, e participe no concurso para a criação do logótipo da associação.
E todos os apoios são bem-vindos, nem que seja de 1 cêntimo ou uma folha de papel, neste momento temos um pouco mais do que nada.
Muito Obrigado.
Com os nossos melhores cumprimentos,
P’la comissão instaladora
Paulo Alexandre Pereira
Português despedido por denunciar pedofilia protesta frente ao Parlamento suíço
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Tristemente, a Pedofilia é encoberta aos mais variados níveis em imensos países - veja-se este exemplo na Suíça e os acontecimentos em Portugal -, sendo de louvar e de apoiar quem corajosamente age contra esta ignomínia, em salvaguarda das crianças. Divulgue este caso, assine a Petição.Emigrante obrigado a sair da rádio onde trabalhava
Português despedido por denunciar pedofilia protesta frente ao Parlamento suíço
02.08.2008 - 14h52 Lusa
O português residente na Suíça demitido após denunciar um caso de pedofilia na rádio onde trabalhava vai processar a empresa por despedimento ilegal e iniciar um protesto diário frente ao Parlamento suíço a partir do final do mês.
Emigrante há 18 anos, Jorge Resende trabalhava como administrador de sistemas informáticos na Rádio Suisse Romande (RSR), uma das principais rádios helvéticas, quando em 2005 descobriu ficheiros de carácter pedófilo no sistema de um alto quadro da empresa, tendo sido demitido após denunciar o caso e ajudar a polícia nas investigações.
"No final de Agosto vou iniciar um protesto diário em frente ao Palácio Federal, o Parlamento suíço, para distribuir folhetos com informação sobre o meu caso e sensibilizar os políticos do país", afirmou Jorge Resende. Paralelamente, o emigrante vai intentar em tribunal uma acção contra a rádio por despedimento ilegal, tendo ainda o projecto de criar na Suíça uma fundação destinada a ajudar pessoas que são demitidas ou alvo de outro tipo de represálias por denunciarem crimes ou irregularidades no interior das empresas onde trabalham.
Numa luta que se prolonga há vários meses, estes não são os primeiros protestos levados a cabo por Jorge Resende. Durante um mês viveu dentro do carro, estacionado à porta da empresa, em Lausanne, e até fez uma greve de fome, iniciada em Junho e que se arrastou por 32 dias.
A greve foi interrompida no final do mês passado, quando um tribunal decretou que o emigrante português não podia aproximar-se da rádio nem circular num perímetro de 800 metros à sua volta. A ordem judicial foi solicitada pelo órgão de comunicação social, depois de Jorge Resende ter entrado nas instalações da rádio, apesar de ter sido proibido de o fazer, com o intuito de falar com o director.
Entretanto, um grupo de colaboradores da RSR lançou uma petição on-line ( http://www.petitionresende.ch/ ) pela reintegração do emigrante na empresa, tendo já reunido mais de duas mil assinaturas.
Ari - O meu Sobrinho Neto
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Apesar
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Apesar de todos os raspanetes, apesar do beijo que sempre esperei em vão, receber à noite, que me aconchegasses a roupa, que me dissesses que me amavas, apesar de tudo isso, sinto a tua falta.
Segundo o que me contaram nunca me quiseste, não me desejaste.
Tenho tanta pena! Sempre te quis agradar, sempre quis fazer tudo direito, até uma altura….
Não sei porquê mas houve um dia que te comecei a ver de uma maneira diferente, acho que me zanguei contigo.
Não consigo explicar ao certo o que foi, apenas tenho uma imagem confusa e difusa, muitos sentimentos ao mesmo tempo.
A ideia que tenho é de dor, vergonha, tristeza, de te ver beber demais, tomar remédios a mais, de te ver ou calada, ou passada.
Sempre mal, se chovia, era mau, se estava sol, era mau também. Sofri tanto a tentar perceber o que te agradava. Lembro-me bem de tratar de ti, quando estiveste doente, de te dar a sopa…
Tive tanto medo cada vez que bebias demais, quando me ias buscar bêbada, aqueles percursos com o carro aos bordos, vezes sem conta.
Tanto sofrimento tiveste, tanto fizeste sofrer.
Uma vez decidi partir, tomei alguns dos teus remédios, escrevi uma carta de despedida, dramática, e deitei-me. Mas não morri, acordei às cinco da tarde, ninguém tinha dado conta, rasguei a carta, e ainda aqui estou. Tinha treze anos.
Ri-me quando vi, que mais uma vez ninguém tinha dado conta de nada, percebi que estava por minha conta e risco.
Essa nostalgia de partir ainda a tenho, às vezes, esse desespero de não continuar!
Vim aqui dizer-te que apesar de tudo isso, tenho saudades tuas.
Que não te guardo nenhum ressentimento, levou tempo, a chegar aqui, mas cheguei!
E mando-te “aquele” beijo que me ficaste a dever.
Para o bem e para o mal...
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Lembram-se do questionário aos noivos, aquele do género “ou respondes e provas tudinho ou alancas com uma multa”? Com a história do questionário, o fisco trocou as voltas ao seu dever, ou seja, “obrigava” os casadinhos de fresco a fazerem declarações de outros, ou como se diz na minha zona "a bufarem sem deitar cheiro". Mas agora, depois do burburinho nacional, já manda os seus agentes fazerem aquilo que é seu dever: levantar o rabinho da repartição e actuar no terreno. Desta feita, «visitam quintas nos dias em que organizam festas de casamento».
Digamos que, se estas visitas nos dias festivos não atrasarem ou importunarem a prestação do serviço e a boda em si, do mal o menos, pois conseguem “verificar” diversas actividades no mesmo acto. Caso contrário, mancham a festa, borram a foto, causam stress, resumindo, fazem o papel do senhor lá cima, são uns empata…
Nesta saga da caça à organização de eventos – perdão, matrimónios – estou Curiosa com o seguinte: sendo que há imensos casamentos religiosos, o fisco também vai fiscalizar as igrejas? Se tivermos como exemplo a Católica, em que o preço – perdão, donativo – depende do pároco, vão exigir regulamentação do P.V.P.? Vão aplicar multas e exigir o pagamento das contribuições fiscais?



