O Governo da "LATINHA"
Postado por
Anónimo
em quinta-feira, 11 de setembro de 2008
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A nova alcunha do Governo
'LÁ TINHA'...
Andamos pelas ruas, olhamos à nossa volta, apontamos para as portas fechadas e dizemos:
AH!!… LÁ TINHA uma loja...
AH!!… LÁ TINHA uma fábrica...
AH!!… LÁ TINHA um armazém...
AH!!... LÁ TINHA trabalhadores...
AH!!… LÁ TINHA uma escola...
AH!!… LÁ TINHA um serviço de urgência...
AH!!… LÁ TINHA esperança...
AH!!… LÁ TINHA um sonho...
AH!!… LÁ TINHA esperança de dias melhores...
Ah!!!...
Este é mesmo o governo da “LATINHA”!!!!!!…
Uma questão de "boa fé"
Postado por
Curiosa Qb
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."As Finanças perdoaram uma dívida de aproximadamente 10 milhões de euros de IVA ao Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), respeitante a reembolsos obtidos indevidamente pelo sindicato entre 2003 e 2007.[...]O perdão foi concedido no pressuposto de que o contribuinte, apesar de ter agido à margem da Lei, estava de "boa-fé" quando obteve as referidas vantagens fiscais." (realce meu).
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Nota: a imagem é “para mais tade recordar”, just in case.
Há verbas e verbas
Postado por
Curiosa Qb
em quarta-feira, 10 de setembro de 2008
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Canalizam-se fundos para a Cidade Judiciária, cria-se o superpolícia, mas parece que não há dinheiro suficiente para aumentar os efectivos policiais e meios para que trabalhem condignamente - é exemplo a esquadra da PSP em Carnaxide, que apenas dispõe de um carro patrulha, que recentemente parou devido a falta de verba para a sua manutenção.
Balanço
Postado por
Maria Sá Carneiro
em domingo, 7 de setembro de 2008
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Férias passamos o ano a sonhar com elas! Safadas passam num ápice…Um ano inteiro a pensar nelas, elas são como aquele Chocolate bom de morrer que escolhemos para quebrar a “famosa” dieta e vida super saudável e que quando vamos a pegar no último delicioso quadrado, já acabou.
Eu como sempre cheguei ao dia da partida a arrastar-me, anestesiada mas contente por partir com a minha Chica.
Infelizmente a Pepa este ano já é uma Senhora Enfermeira muito ocupada, e não nos acompanhou, estranho, é a vida a correr.
Depois de algumas hesitações quanto ao destino, entre sossego e praia inocente, uma aparente seca, decidimo-nos pelo Senegal, apesar de algumas manifestações de inquietação dos mais próximos, esse foi o nosso destino.
Lá partimos cheias de recomendações, vacinas, repelentes e afins.
Na bagagem levava uma ânsia muito grande de parar, de reflectir, no fundo aquilo que todos nós procuramos, nós próprios.
Têm sido anos sempre corridos, apressados, uma canseira.
Foi uma viagem atribulada, com muita dificuldade enorme em manter-me acordada.
Chegamos a Dakar, a um aeroporto, que mais parecia uma paragem de autocarros. Um calor sufocante.
Lá nos esperavam, o motorista do hotel e Edmond, o nosso guia...uma simpatia!
Iniciamos a nossa “aventura” no dia seguinte, visitamos Dakar, vimos um mercado, em que a Asae deixaria de existir, pura e simplesmente fechavam, e dedicavam-se à pesca.
O Senegal é um país lindo, com paisagens deslumbrantes, mas em que o tempo parou, as estradas são só buracos, o edifício onde está instalado o Governo tem os vidros partidos, os hospitais dão-nos vontade de “rezar” só de pensar que podemos ficar doentes por aquelas paragens. Mas aquilo que realmente me marcou foi que as pessoas estão paradas, esperando, um milagre.
Parecem apáticas e indiferentes à miséria que as rodeia, pacificamente sentadas nas bordas das pseudo estradas, esperando que alguém lhes compre o mesmo que toda a gente vende: um vende mangas e todos os outros também...
Senti-me bem, no meio daquela beleza natural, senti uma paz enorme, “No pasa nada, tranquilito!”
Consegui parar, relaxar, aperceber-me de tantas correntes que me amarravam a um passado que já devia ser mais distante, mais diluído, e não tão marcante.
Aqui estou de volta, mais leve e pronta para viver o presente.
Có có ró có có
Postado por
Curiosa Qb
em quarta-feira, 3 de setembro de 2008
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Sobre a badalada sentença no caso Paulo Pedroso contra o Estado (disponibilizada pela ASJP - Associação Sindical dos Juízes Portugueses), Ana Gomes veio falar em urdiduras, cabalas, canalhas e tal, "apelando" para que a justiça identifique quem manipulou os jovens contra Paulo Pedroso e Ferro Rodrigues.
Se bem me lembro, depois das crianças violentadas terem enunciado esses dois socialistas "de topo", o PS ganhou as últimas legislativas por maioria absoluta, pelo que não percebo a onde está a mossa da cabala, nem sequer de que raio de cabala se trata já que quem a apregoa não sustenta o que diz. Esquece-se Ana Gomes, que a repetição das perícias psicológicas veio reforçar a veracidade do testemunho das vítimas - para não falar dos processos perdidos por esses “topos” face às crianças que os indiciaram -, logo a teoria da manipulação não pega. É pena que Ana Gomes não fale com a mesma veemência em relação à justiça que deve ser feita às crianças que foram (que são) violadas, muitas delas sistematicamente, e que o Estado não defende, demitindo-se da sua função de zelar pelas mesmas.
Declarações como estas, as de José Sócrates, Manuel Alegre, Ferro Rodrigues e companhia Ltda., só reforçam o conceito empresarial em que os partidos se tornaram, neste caso o PS, sempre preocupados com as suas "figuras", com a imagem do partido, como se o sistema feudal tenha que vigorar e os comuns portugueses sejam os vassalos ao senhor politico de carreira.
É por estas e por outras que nenhum partido recebe a minha simpatia, e tristemente reconheço o quão tolos são os portugueses que continuam a votar neles (e incluo todos os partidos). Este sistema não serve, poucos o negam, Portugal precisa de renovar a acção política, muitos o defendem, mas creio que a mudança de mentalidade dos que continuam a eleger esta pandilha é a que mais urge. Enquanto se privilegiar a conveniente memória curta, mais amestrados ficam os cidadãos e a presente conjectura nacional é "pão com mel" face ao que se avizinha.
Se bem me lembro, depois das crianças violentadas terem enunciado esses dois socialistas "de topo", o PS ganhou as últimas legislativas por maioria absoluta, pelo que não percebo a onde está a mossa da cabala, nem sequer de que raio de cabala se trata já que quem a apregoa não sustenta o que diz. Esquece-se Ana Gomes, que a repetição das perícias psicológicas veio reforçar a veracidade do testemunho das vítimas - para não falar dos processos perdidos por esses “topos” face às crianças que os indiciaram -, logo a teoria da manipulação não pega. É pena que Ana Gomes não fale com a mesma veemência em relação à justiça que deve ser feita às crianças que foram (que são) violadas, muitas delas sistematicamente, e que o Estado não defende, demitindo-se da sua função de zelar pelas mesmas.
Declarações como estas, as de José Sócrates, Manuel Alegre, Ferro Rodrigues e companhia Ltda., só reforçam o conceito empresarial em que os partidos se tornaram, neste caso o PS, sempre preocupados com as suas "figuras", com a imagem do partido, como se o sistema feudal tenha que vigorar e os comuns portugueses sejam os vassalos ao senhor politico de carreira.
É por estas e por outras que nenhum partido recebe a minha simpatia, e tristemente reconheço o quão tolos são os portugueses que continuam a votar neles (e incluo todos os partidos). Este sistema não serve, poucos o negam, Portugal precisa de renovar a acção política, muitos o defendem, mas creio que a mudança de mentalidade dos que continuam a eleger esta pandilha é a que mais urge. Enquanto se privilegiar a conveniente memória curta, mais amestrados ficam os cidadãos e a presente conjectura nacional é "pão com mel" face ao que se avizinha.
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Actualização: post emendado às 00:27 de 04/09/2008





