Ai, ai, ai ...
Postado por
Anónimo
em sexta-feira, 14 de novembro de 2008
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"O Governo fez deduções e devoluções do IRS. Se gastarmos esses montantes na Zara, o dinheiro vai todo para a China. Se o gastarmos em combustível, ele vai direitinho para os árabes. Se comprarmos um computador, o dinheirito irá para a Índia, China e Taiwan ou Formosa.
Se comprarmos produtos hortícolas, o dinheiro vai para Espanha, França ou Holanda, pela certa. Se comprarmos um bom carro, o destino do dinheiro será a Alemanha. Se comprarmos inutilidades, ele vai para a Formosa. Nenhum desse dinheiro ajudará a economia nacional.
A única maneira de manter esse dinheiro dentro de portas é gastá-lo com algumas senhoras, que exercem a profissão mais antiga do Mundo, e vinho verde, que são os únicos produtos ainda produzidos em Portugal."
Esta é a perspectiva do Dr. Marc Faber, analista económico americano.
CONCORDO!
MAS ATENÇÃO QUE GASTAR DINHEIRO COM AQUELAS “SENHORAS” É ESTAR A DÁ-LO AO BRASIL E AOS PAÍSES DE LESTE!
TRISTE PAÍS ESTE EM QUE ATÉ AS PROSTITUTAS JÁ VÊM DE FORA!
BEM... NEM TUDO É ASSIM TÃO MAU!!!!
AINDA NOS RESTA O VINHO VERDE!
Se comprarmos produtos hortícolas, o dinheiro vai para Espanha, França ou Holanda, pela certa. Se comprarmos um bom carro, o destino do dinheiro será a Alemanha. Se comprarmos inutilidades, ele vai para a Formosa. Nenhum desse dinheiro ajudará a economia nacional.
A única maneira de manter esse dinheiro dentro de portas é gastá-lo com algumas senhoras, que exercem a profissão mais antiga do Mundo, e vinho verde, que são os únicos produtos ainda produzidos em Portugal."
Esta é a perspectiva do Dr. Marc Faber, analista económico americano.
CONCORDO!
MAS ATENÇÃO QUE GASTAR DINHEIRO COM AQUELAS “SENHORAS” É ESTAR A DÁ-LO AO BRASIL E AOS PAÍSES DE LESTE!
TRISTE PAÍS ESTE EM QUE ATÉ AS PROSTITUTAS JÁ VÊM DE FORA!
BEM... NEM TUDO É ASSIM TÃO MAU!!!!
AINDA NOS RESTA O VINHO VERDE!
Constância do desconhecimento
Postado por
Curiosa Qb
em quarta-feira, 12 de novembro de 2008
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Se a esfera política nacional está recheada de pérolas, Vítor Manuel Ribeiro Constâncio é certamente uma delas.
Para além de ser um licenciado que coordena mestrados, sendo tratado na resenha pessoal do seu livro "Coerência e Rigor" por Professor Catedrático, a cereja desta figura reside no facto de ser o Governador do Banco de Portugal em que o seu elevado salário é proporcional ao seu desconhecimento de “trocas e baldrocas” a que deveria estar atento, fiscalizar e actuar com a eficácia que é esperada ao cargo que ocupa.
Mais uma a juntar ao rol da ignorância: esta lágrima governativa desconhecia que Manuel Sebastião (actual presidente da Autoridade da Concorrência) tratou dum negócio imobiliário a Manuel Pinho (actual Ministro da Economia), enquanto o Sebastião ainda era um dos administradores da sua equipa no BdP e o Pinho era contemporaneamente dirigente no Banco Espírito Santo – leia AQUI ou veja ALI.
Na governação em Portugal, com estes exemplos e outros seus análogos, estou crente que ética e deontologia é algo que se extinguiu.
Para além de ser um licenciado que coordena mestrados, sendo tratado na resenha pessoal do seu livro "Coerência e Rigor" por Professor Catedrático, a cereja desta figura reside no facto de ser o Governador do Banco de Portugal em que o seu elevado salário é proporcional ao seu desconhecimento de “trocas e baldrocas” a que deveria estar atento, fiscalizar e actuar com a eficácia que é esperada ao cargo que ocupa.
Mais uma a juntar ao rol da ignorância: esta lágrima governativa desconhecia que Manuel Sebastião (actual presidente da Autoridade da Concorrência) tratou dum negócio imobiliário a Manuel Pinho (actual Ministro da Economia), enquanto o Sebastião ainda era um dos administradores da sua equipa no BdP e o Pinho era contemporaneamente dirigente no Banco Espírito Santo – leia AQUI ou veja ALI.
Na governação em Portugal, com estes exemplos e outros seus análogos, estou crente que ética e deontologia é algo que se extinguiu.
8 ou 80
Postado por
Curiosa Qb
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Na senda da avaliação dos professores, e quiçá precavendo-se contra semelhantes vendavais, Alberto João Jardim, numa portaria surreal, decreta que todos os professores do arquipélago madeirense que se encontrem em transição para o 6º escalão sejam classificados com “Bom”.
Convenhamos que o método de avaliação imposto por este (des)governo é de bradar aos céus, mas que se saiba a Madeira ainda é Portugal e isto de avaliar a grosso pela mesma bitola não me agrada.
Os professores têm-se insurgido contra o presente modelo e não contra a avaliação de desempenho em si, por conseguinte, seria no mínimo de “bom-tom” que os que leccionam na Madeira não aceitassem a benesse desta portaria, que fizessem jus às palavras de ordem desta classe profissional e exigissem serem avaliados condignamente.
Haja bom senso.
Convenhamos que o método de avaliação imposto por este (des)governo é de bradar aos céus, mas que se saiba a Madeira ainda é Portugal e isto de avaliar a grosso pela mesma bitola não me agrada.
Os professores têm-se insurgido contra o presente modelo e não contra a avaliação de desempenho em si, por conseguinte, seria no mínimo de “bom-tom” que os que leccionam na Madeira não aceitassem a benesse desta portaria, que fizessem jus às palavras de ordem desta classe profissional e exigissem serem avaliados condignamente.
Haja bom senso.
“A Policia teve de apreender ovos”
Postado por
Curiosa Qb
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Não, não é uma acção da ASAE em Fafe, é mais uma etapa na contestação à Ministra da Educação: alunos protestam contra o seu novo estatuto.
Nesta euforia grupal, resta saber o nível de compreensão dos manifestantes ao dito Estatuto do Aluno - meia dúzia organizou, duas centenas foram atrás e claro está que professores se abeiraram, ficando a faltar a presença dos pais, esses benfadados educadores que ainda não agiram contra a letargia intelectual que as medidas de ensino cultivam nos seus filhos.
Quanto aos arremeços, apenas lhes faço um reparo: tendo em conta a crise e o preço dos bens alimentares, atirar ovos assemelha-se a sacrilégio, mais valia atirarem os restos podres que os mercados vazam nos contentores, saía mais barato e sempre tinha outro perfume, o odor deste (des)governo.
Nesta euforia grupal, resta saber o nível de compreensão dos manifestantes ao dito Estatuto do Aluno - meia dúzia organizou, duas centenas foram atrás e claro está que professores se abeiraram, ficando a faltar a presença dos pais, esses benfadados educadores que ainda não agiram contra a letargia intelectual que as medidas de ensino cultivam nos seus filhos.
Quanto aos arremeços, apenas lhes faço um reparo: tendo em conta a crise e o preço dos bens alimentares, atirar ovos assemelha-se a sacrilégio, mais valia atirarem os restos podres que os mercados vazam nos contentores, saía mais barato e sempre tinha outro perfume, o odor deste (des)governo.
Teatro no Comadres
Postado por
Anónimo
em segunda-feira, 10 de novembro de 2008
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Peça de teatro elaborada pela filha de uma professora à beira de um ataque de nervos. Não se sabe bem se será uma comédia ou uma tragédia. Qualquer semelhança com a realidade poderá não ser pura coincidência.
CENAS DA VIDA DE UM PROFESSOR
CENA 1
(O professor passa apressado em frente à barbearia.
O barbeiro, que está à porta, interpela-o.)
BARBEIRO:
Olha, o senhor professor!
Essa barba por fazer...
O cabelo desgrenhado...
Desculpe ter de o dizer:
Devia ter mais cuidado.
Já não vem ao seu barbeiro!
Dispensou o meu serviço?
PROFESSOR:
Já não vem ao seu barbeiro!
Dispensou o meu serviço?
PROFESSOR:
Um professor a tempo inteiro
Já não tem tempo para isso.
CENA 2
(O professor está em casa a preparar aulas. Ouve o telefone e atende. É a mãe.)
CENA 2
(O professor está em casa a preparar aulas. Ouve o telefone e atende. É a mãe.)
MÃE:
Que filho desnaturado!
Não ligas à tua mãe!
E andei-te eu a criar!...
PROFESSOR:
Não ligas à tua mãe!
E andei-te eu a criar!...
PROFESSOR:
Tenho andado cansado.
Já não ligo a ninguém.
Passo a vida a trabalhar.
CENA 3
(O professor está em casa a corrigir testes. Tocam à campainha.
Ele abre a porta. É o irmão.)
IRMÃO:
IRMÃO:
Olá, mano. Como vais?
Há tempos que te não via.
Já não telefonas, não sais...
Como eras... quem diria...
PROFESSOR:
Há tempos que te não via.
Já não telefonas, não sais...
Como eras... quem diria...
PROFESSOR:
Divertir-me já não posso.
Já nem janto nem almoço.
Sabes que esta vida é dura.
IRMÃO:
Já nem janto nem almoço.
Sabes que esta vida é dura.
IRMÃO:
Isso não é profissão.
Mais parece uma prisão.
Voltaste à ditadura.
Mais parece uma prisão.
Voltaste à ditadura.
CENA 4
(O professor passa apressado em frente de um restaurante.
O dono vem à porta, cumprimentá-lo.)
DONO REST.:
DONO REST.:
Então, que é feito de si?!
Que antes comia aqui
Cabidela e feijoada?...
Que antes comia aqui
Cabidela e feijoada?...
PROFESSOR:
Nem para comer tenho tempo.
Dentro do meu pensamento.
Só há trabalho e mais nada.
Dentro do meu pensamento.
Só há trabalho e mais nada.
CENA 5
(O professor está no quarto com a esposa.)
ESPOSA:
Que se passa, meu amor?
Já não sinto em ti calor.
Ponho roupa provocante,
Mas tu pareces distante.
Olhas triste para a janela...
PROFESSOR:
Já não sinto em ti calor.
Ponho roupa provocante,
Mas tu pareces distante.
Olhas triste para a janela...
PROFESSOR:
Sei que é ideia sinistra,
Mas só penso na Ministra,
Já só me excito com ela.
Mas só penso na Ministra,
Já só me excito com ela.
CENA 6
(O professor está em casa, de volta dos livros.
Numa das paredes, está um altar com um Santo António.
O Santo sai do altar e dirige-se ao professor.)
STO ANTÓNIO:
Por onde andas, meu filho?
Que já não falas comigo...
Perdeste a devoção?
Sou santo conhecedor.
Sinto tua angústia e dor
Dentro do teu coração.
PROFESSOR:
Que já não falas comigo...
Perdeste a devoção?
Sou santo conhecedor.
Sinto tua angústia e dor
Dentro do teu coração.
PROFESSOR:
Ó meu rico Santo António!
Belos tempos que lá vão!...
Dirigia-te oração,
Era teu adorador.
Mas com esta profissão,
Já não tenho tempo, não.
É vida de professor...
Menino Jesus, livra-te de ires para professor!
Dirigia-te oração,
Era teu adorador.
Mas com esta profissão,
Já não tenho tempo, não.
É vida de professor...
Menino Jesus, livra-te de ires para professor!
CENA 7
(O professor está no quarto, a colocar roupa numa mala de viagem.
O filho entra.)
FILHO:
FILHO:
Porque levas tua roupa?
Estás a pensar dar à sola?
Deixas-me a mim e à mamã?
PROFESSOR:
Estás a pensar dar à sola?
Deixas-me a mim e à mamã?
PROFESSOR:
Tenho a cabeça louca!
Vou viver para a minha escola.
Já lá fico para amanhã.
Vou viver para a minha escola.
Já lá fico para amanhã.
CENA 8
(O professor vai à igreja confessar-se ao padre.)
(O professor vai à igreja confessar-se ao padre.)
PROFESSOR:
Senhor padre, eu pequei.
Foi culpa da diarreia.
É que ontem mal trabalhei,
A defecar a tarde inteira.
PADRE:
PADRE:
Pois se pecaste, meu filho,
A Deus Pai pede perdão.
Compensa o tempo perdido.
Regressa à tua missão.
A Deus Pai pede perdão.
Compensa o tempo perdido.
Regressa à tua missão.
CENA 9
(O professor vai a uma consulta de psiquiatria.
O psiquiatra abana a cabeça.)
PSIQUIATRA:
Vou ser curto e directo:
Se isto continua assim,
Vou ter de o internar.
PROFESSOR:
PROFESSOR:
Deus me livre! Vade Retro!
O que seria de mim
Sem poder ir trabalhar?!
O que seria de mim
Sem poder ir trabalhar?!
CENA 10
(O professor está já morto e enterrado. Vê-se a lápide.
Ouve-se uma voz narrando o que aí está escrito.)
VOZ:
Aqui jaz homem honrado.
De virtudes um modelo.
Ao trabalho consagrado.
Tomara qualquer um sê-lo.
Todos os papéis preenchia.
Nas reuniões sempre presente.
Para o trabalho vivia,
Mesmo estando já doente.
Sofrendo do coração,
Trôpego, de idade avançada,
Faleceu de exaustão,
No meio da papelada.
Abençoado sejas.
Ficarás sempre no meu coração.
Faleceu de exaustão,
No meio da papelada.
Abençoado sejas.
Ficarás sempre no meu coração.
Ministra da Educação
Corrida "Sempre Mulher"
Postado por
Curiosa Qb
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A Corrida “Sempre Mulher” pretende sensibilizar para o flagelo que é o Cancro da Mama e angariar fundos para as causas que se lhe associam, nesta última a verba conseguida (51.660 €) reverte a favor da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama.
É efectivamente uma acção a louvar, mas atentem a quem a SIC (a RTP idem) deu mais destaque do que à causa em si:
É efectivamente uma acção a louvar, mas atentem a quem a SIC (a RTP idem) deu mais destaque do que à causa em si:
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Visto o vídeo, que acham do outro padrinho famoso?
Não viram outro famoso sem ser o Tony?
Então eu dou uma pista: está estampado nas T-shirts dos participantes.



