Murmúrio!
Postado por
Maria Sá Carneiro
em quarta-feira, 11 de março de 2009
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Foi assim toda a noite, tu no meu ouvido… pregado nele, pendurado nele, usando e abusando, dele.
O meu corpo colado no teu corpo, o meu ouvido ao teu dispor, e tu a dispor dele, através dele comandas o meu corpo, aquele toque leve e profundo, que me faz despertar, do sono profundo… noite dentro embalada pelo murmúrio que serei para sempre tua e nua de todos ao preconceitos e conceitos de independência e interdependência, do sexo forte, fraco, seguro…
Nada mais me consigo lembrar perante o desmoronar de o meu corpo perante aquele murmúrio que sempre procurei…aquela última resistência de independência na loucura de ser…para ti!
De viver mulher viva, ardente…aquele murmúrio quente que me leva a querer despir de hábitos de comer de boca fechada… limpar boca antes de beber, para me desbocar toda de boca aberta, ouvido seduzido, naquele murmúrio.
Sim é verdade quero mesmo, fazer isso tudo e tudo isso, não tenho vergonha de ser essa toda tua, de seguir cegamente esse murmúrio quente, que me manda fechar a porta….e dar-me sim, embalada por esse grande sonho, dar-te muito mais que o meu corpo, sim….dar-me ao murmúrio de corpo alma e coração….
Sim leva-me, quero ir contigo para sempre, deixar de ser essa cheia de medo, para ser essa tua nossa!
O meu corpo colado no teu corpo, o meu ouvido ao teu dispor, e tu a dispor dele, através dele comandas o meu corpo, aquele toque leve e profundo, que me faz despertar, do sono profundo… noite dentro embalada pelo murmúrio que serei para sempre tua e nua de todos ao preconceitos e conceitos de independência e interdependência, do sexo forte, fraco, seguro…
Nada mais me consigo lembrar perante o desmoronar de o meu corpo perante aquele murmúrio que sempre procurei…aquela última resistência de independência na loucura de ser…para ti!
De viver mulher viva, ardente…aquele murmúrio quente que me leva a querer despir de hábitos de comer de boca fechada… limpar boca antes de beber, para me desbocar toda de boca aberta, ouvido seduzido, naquele murmúrio.
Sim é verdade quero mesmo, fazer isso tudo e tudo isso, não tenho vergonha de ser essa toda tua, de seguir cegamente esse murmúrio quente, que me manda fechar a porta….e dar-me sim, embalada por esse grande sonho, dar-te muito mais que o meu corpo, sim….dar-me ao murmúrio de corpo alma e coração….
Sim leva-me, quero ir contigo para sempre, deixar de ser essa cheia de medo, para ser essa tua nossa!
O Resgate do Momento Oportuno
Postado por
Curiosa Qb
em terça-feira, 10 de março de 2009
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Pinto Monteiro considera que - tendo em conta a sua vasta experiência de Magistratura - o Caso Freeport já devia estar resolvido. No entanto, aguarda o momento oportuno para mandar investigar a delonga.
O rol de trocas e baldrocas é tal, que este caso – assim como outros – mais se assemelha a uma saga cinéfila, com um título ao género de “O Resgate do Momento Oportuno”, a que só falta a constituição da "Força Especial", corpo de elite neste tipo de investigação. Passando o lugar-comum, quando oiço tamanhas declarações só penso: falam, falam, mas não fazem nada.
O rol de trocas e baldrocas é tal, que este caso – assim como outros – mais se assemelha a uma saga cinéfila, com um título ao género de “O Resgate do Momento Oportuno”, a que só falta a constituição da "Força Especial", corpo de elite neste tipo de investigação. Passando o lugar-comum, quando oiço tamanhas declarações só penso: falam, falam, mas não fazem nada.
06/03/2009, em entrevista à Antena 1 (via Lusa)
"Serei optimista no dia em que isto começar a mudar"
Postado por
Curiosa Qb
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A não perder, entrevista a Medina Carreira por Mário Crespo (SIC, 09/03/2009): nem Jesus Cristo teria soluções.
Simplesmente Mulher
Tu!
Postado por
Maria Sá Carneiro
em sexta-feira, 6 de março de 2009
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Tantos anos atrás de ti, perseguindo o meu desejo de te ter, de ser tua e para ti.
Parece que nós só nos sentimos bem quando nos sentimos entrelaçados com alguém que amamos. Esse amor dá-nos força, alento e vontade de viver.
São muitas figuras, personagens que nos vamos entrelaçando desde pequenos, na busca desse amor forte, incondicional, aquele abraço fechado!
Pré-destinados ao amor, seja ele de que forma for, mas que nos embale nas noites de frio, que nos faça sentir vivos, queridos, desejados.
O amor é talvez, quando vivido na plenitude, a força do mar dentro de nós, o laranja do por do sol, aquela planície verde linda de morrer!
Podemos ter muitas coisas materiais, muitos números de telefone, muitos programas engatados, mas faltará aquele alento, aquele abraço, o sorriso e o brilho dos olhos, que vejo, ou sonhei ver nos teus olhos azuis da cor do mar, verdes da cor do rio, pretos lindos numa noite de luar.
No fundo sempre te esperei, e sempre te esperarei.
O resto?
Um dia vais-me contar!
Parece que nós só nos sentimos bem quando nos sentimos entrelaçados com alguém que amamos. Esse amor dá-nos força, alento e vontade de viver.
São muitas figuras, personagens que nos vamos entrelaçando desde pequenos, na busca desse amor forte, incondicional, aquele abraço fechado!
Pré-destinados ao amor, seja ele de que forma for, mas que nos embale nas noites de frio, que nos faça sentir vivos, queridos, desejados.
O amor é talvez, quando vivido na plenitude, a força do mar dentro de nós, o laranja do por do sol, aquela planície verde linda de morrer!
Podemos ter muitas coisas materiais, muitos números de telefone, muitos programas engatados, mas faltará aquele alento, aquele abraço, o sorriso e o brilho dos olhos, que vejo, ou sonhei ver nos teus olhos azuis da cor do mar, verdes da cor do rio, pretos lindos numa noite de luar.
No fundo sempre te esperei, e sempre te esperarei.
O resto?
Um dia vais-me contar!
Petição é uma coisa, Manifesto é outra
Postado por
Curiosa Qb
em quinta-feira, 5 de março de 2009
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O Direito de Petição está consagrado na Constituição (alínea c) do artigo 161.º), tendo legislação própria (Lei n.º 43/90, com alterações posteriores). Nesta Lei é referido que “ exercício do direito de petição obriga a entidade destinatária a receber e examinar as petições, representações, reclamações ou queixas, bem como a comunicar as decisões que forem tomadas” (1, artigo 8.º), isto é, quando se dirige uma Petição a alguém, essa mesma pessoa não só é obrigada a receber a Petição, como também tem que decidir sobre a tramitação da mesma. Vem isto a propósito do Estado da Nação, das Petições que crescem como cogumelos e do rigor dumas e incoerência doutras.
Está mais que demonstrado o descontentamento da grande maioria dos Portugueses com o rumo do país, e com as práticas dos quantos têm um lugar de comando/relevo nas mais diversas partes que compõe o todo do nosso sistema. Se por um lado, e já aqui o critiquei, o Povo parece letárgico ao que lhe sucede, por outro, é de louvar os actos de cidadania e os apelos à acção que não se ficam pela crítica fugaz, são expostos com fundamento e, de preferência, com contrapropostas.
Na miscelânea de rogativas, é notória a confusão que se faz entre Petição e Manifesto. Se a primeira obedece a regras para ter carácter legal que suporte o intento e a tramitação, o segundo já não. Ou seja, enquanto uma Petição é uma reivindicação que carece de dados identificativos (3, artigo 6.º), podendo apresentar medidas administrativas e/ou legislativas, no Manifesto tal não acontece, consistindo numa declaração de intenções com carácter discursivo e persuasivo, bastando a assinatura dos concordantes. É de referir que ambos têm carácter cívico e devem ter razionabilidade no conteúdo que apresentam e a quem se dirigem, caso contrário, não só tendem ao ridículo como banalizam um dos recursos de intervenção legal dos cidadãos junto dos órgãos de soberania e de mais autoridades públicas.
É exemplo cabal a que é advogada, enquanto primeiro signatário, por Daniel Oliveira como apelo à demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado, em virtude da sua participação no Caso BPN (que pessoalmente considero intolerável), tendo o próprio como destinatário. Daniel Oliveira, pelo papel que tem e status que ocupa na sociedade portuguesa, deveria saber o que acima enunciei, se não sabe, tivesse pesquisado para enriquecer os seus conhecimentos e evitar o descrédito, se não seu, pelo menos da coerência do que declara, que em última análise é um Manifesto. Espera-se o quê? Que Dias Loureiro responda como previsto na Lei? Que convoque o signatário para completar a Petição e clarificar o seu intento? Que se cubra de vergonha por uma réstia de sentido ético e se demita? Toda a sua envolvência nesta trapalhice não prova o inverso, que se trata duma pessoa que faz por esquecer o que é a responsabilidade e hombridade?
Outro contra-senso são as Petições que pretendem deliberação plenária, mas que não cumprem os pressupostos da Lei, como o fornecimento dos elementares dados identificativos que à sua falta eliminam automaticamente a subscrição - estas são a rodos -, ou as que se apresentam a tribunais quando estes constituem a excepção, tendo como consequência o indeferimento liminar, independentemente do seu cariz humanitário.
Se umas pecam por excesso, outras pecam por defeito. Bem sei que os sites especializados em Petições online são estrangeiros e com idiomas que não comportam o significado dum Manifesto, mas por favor, se efectivamente não se tratar duma Petição, tenham o cuidado de ter um preâmbulo que pode ser utilizado para isto mesmo, clarificar que se trata dum Manifesto. O inverso também se aplica, se a intenção é a que assenta no legitimado Direito de Petição, pelo menos, dêem-se ao trabalho de a fazer com rigor para não se desperdiçar uma labuta cívica.
Está mais que demonstrado o descontentamento da grande maioria dos Portugueses com o rumo do país, e com as práticas dos quantos têm um lugar de comando/relevo nas mais diversas partes que compõe o todo do nosso sistema. Se por um lado, e já aqui o critiquei, o Povo parece letárgico ao que lhe sucede, por outro, é de louvar os actos de cidadania e os apelos à acção que não se ficam pela crítica fugaz, são expostos com fundamento e, de preferência, com contrapropostas.
Na miscelânea de rogativas, é notória a confusão que se faz entre Petição e Manifesto. Se a primeira obedece a regras para ter carácter legal que suporte o intento e a tramitação, o segundo já não. Ou seja, enquanto uma Petição é uma reivindicação que carece de dados identificativos (3, artigo 6.º), podendo apresentar medidas administrativas e/ou legislativas, no Manifesto tal não acontece, consistindo numa declaração de intenções com carácter discursivo e persuasivo, bastando a assinatura dos concordantes. É de referir que ambos têm carácter cívico e devem ter razionabilidade no conteúdo que apresentam e a quem se dirigem, caso contrário, não só tendem ao ridículo como banalizam um dos recursos de intervenção legal dos cidadãos junto dos órgãos de soberania e de mais autoridades públicas.
É exemplo cabal a que é advogada, enquanto primeiro signatário, por Daniel Oliveira como apelo à demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado, em virtude da sua participação no Caso BPN (que pessoalmente considero intolerável), tendo o próprio como destinatário. Daniel Oliveira, pelo papel que tem e status que ocupa na sociedade portuguesa, deveria saber o que acima enunciei, se não sabe, tivesse pesquisado para enriquecer os seus conhecimentos e evitar o descrédito, se não seu, pelo menos da coerência do que declara, que em última análise é um Manifesto. Espera-se o quê? Que Dias Loureiro responda como previsto na Lei? Que convoque o signatário para completar a Petição e clarificar o seu intento? Que se cubra de vergonha por uma réstia de sentido ético e se demita? Toda a sua envolvência nesta trapalhice não prova o inverso, que se trata duma pessoa que faz por esquecer o que é a responsabilidade e hombridade?
Outro contra-senso são as Petições que pretendem deliberação plenária, mas que não cumprem os pressupostos da Lei, como o fornecimento dos elementares dados identificativos que à sua falta eliminam automaticamente a subscrição - estas são a rodos -, ou as que se apresentam a tribunais quando estes constituem a excepção, tendo como consequência o indeferimento liminar, independentemente do seu cariz humanitário.
Se umas pecam por excesso, outras pecam por defeito. Bem sei que os sites especializados em Petições online são estrangeiros e com idiomas que não comportam o significado dum Manifesto, mas por favor, se efectivamente não se tratar duma Petição, tenham o cuidado de ter um preâmbulo que pode ser utilizado para isto mesmo, clarificar que se trata dum Manifesto. O inverso também se aplica, se a intenção é a que assenta no legitimado Direito de Petição, pelo menos, dêem-se ao trabalho de a fazer com rigor para não se desperdiçar uma labuta cívica.
Histriónico
Postado por
Curiosa Qb
em quarta-feira, 4 de março de 2009
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Etiquetas: Estado da Nação, Liberdade

