Rua das Couves!
...

A Rua das CouvesEm Várzea de Meruge, Seia, Serra da Estrela, a população cansou-se de pedir ao presidente da Junta que reparasse o piso de uma rua.
Vai daí, decidiu plantar couves nos buracos... e agradecer ao presidente e ao seu padrinho em S.Bento.
Nunca a frase «atirou com o carro para as couves» fez tanto sentido...
Vale a pena ver as imagens. É ainda curto, mas é um sinal de que o povo está aí, já se ouvem ao longe os tambores...
Sobre e vive
...
Renaissance por Jean Luc Ponty, Al Di Meola e Stanley Clarke.
Nota: ouvi pela primeira vez esta agradável melodia no Blips by Apdeites.
Aniquilando a Humanidade
...
Via O Estado de S. Paulo Digital:
Jogo à venda livremente simula violência contra menor
Jogador precisa fotografar vítimas nuas e chorando e obrigá-las a abortar para conseguir vencer
Renato Machado - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A história começa quando um jogador encontra a mulher em uma estação de metrô e começa a molestá-la. Os estupros acontecem primeiro no trem e depois em um parque da cidade. Se o autor conseguir fotografar a vítima nua e chorando, ele consegue acesso às duas filhas e também as violenta e obriga todas a abortar. Não, não se trata de mais um caso de violência das ruas. Esse é o enredo e objetivo do jogo japonês de computador Rapelay, que está criando polêmica no mundo todo e é vendido livremente na internet e em algumas ruas de São Paulo.
[…]
O Rapelay foi produzido em 2006 pela empresa japonesa Ilusion e no fim do ano passado começou a chegar a outros países. Na maioria, ele foi banido, embora continue sendo oferecido em sites de compartilhamento de dados. O jogo chegou a ser vendido pelo site Amazon, mas depois foi retirado por causa da repercussão negativa.Além de ter como foco a violência sexual, o jogo também choca ao mostrar casos de pedofilia, pois uma das vítimas usa um uniforme de estudante colegial e a outra tem 10 anos de idade, segundo as resenhas publicadas sobre o jogo. O estupro contra a segunda é feito em um quarto com ursos de pelúcia. Após elas engravidarem, o criminoso tem de convencê-las a abortar, ou será jogado por elas nos trilhos do trem.
[…]
Impunidade
[…]
O caso está sendo investigado pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos do MPF, mas alguns fatores impedem um maior combate ao jogo. De acordo com o procurador da República Sérgio Suiama, uma das dificuldades para abrir uma investigação criminal é que a legislação brasileira não tipifica o abuso sexual simulado de crianças, adolescente e adultos. "É um absurdo um jogo em que o objetivo seja um estupro, mas infelizmente não há preceitos legais para analisarmos o caso. Ele faz parte de uma grande discussão jurídica sobre até onde vai a liberdade de expressão e onde começa o crime", diz.O procurador acrescenta que o jogo é vendido somente de maneira ilegal - produtos piratas - e não em estabelecimentos formais. "Se há locais estabelecidos no Brasil vendendo, nós vamos agir contra eles. Mas quase tudo é fruto de pirataria ou está difuso na internet para ser baixado. Os serviços de compartilhamento de dados não estão hospedados no Brasil nem são geridos por brasileiros", diz Suiama.
Magia!
...
Queria ousar tocar-te, prender-te a mim, queria anunciar-me com pompa e circunstancia na “vida”, a tua, minha, nossa…
Queria mas… Quererei mesmo? Tantas vezes me pergunto afinal o que procuramos nós?
A ardência do momento, o porto seguro, o abraço quente?
Quando temos estabilidade, andamos exauridas na busca do tal “abraço” ardente, daquele ardor sem tino, daquela excitação que nos turva o pensamento, e nós leva a fazer “figurinhas” exaltadas no cimo de tacões, saias e mais artimanhas do nosso melhor material de “ataque”.
Não sei toda essa instabilidade que o país e o mundo em geral estão a atravessar também nos conduz a desequilíbrios, medos e angústias, que em nada contribuem para a nossa paz interior.
Vamos ouvindo algumas histórias curiosas de gente que se encontra, aliás como seguramente nós também já o fizemos, e desencontra no braço em braço, à procura de um abraço, que seja de Pai e de Mãe, do “primeiro” amor quente, de um porto seguro!
Queria voar em ti, libertar-me de mim e de todos os pesos mortos em mim, ressequidos no meu coração, cortar com a nostalgia de um passado só e triste, que preservo orgulhosamente apenas em mim, com medo de ti.
Agarrada à morte e à dor, abafada na falta de ar que vi a morte torturar e roubar-me, aí me deixei estacionar, nessa apatia com gargalhas soltas para enganar o presente, mas abafada pelo cheiro da morte.
Histórias é o que sei contar, ar sério, pose divertida, a ti me confesso, folha branca de papel….Irritas-me pela tua candura, ligeireza, por acaso sabes o que me dói escrever?
Ris e sorris, pensas que tudo é evolução, pasmas perante a minha franqueza, mas que sabes tu das minhas fraquezas?
Sabes o que afirmas de mim em ti, mas saberás quantas vezes chamo a morte, pelo pavor da vida? Sabes o quanto nego o amor puro, embrulhada na minha própria maldade, na minha cobardia baixa, de te dizer:
Eu não consigo ser essa que te mostrei na caderneta dourada e amada por todos.
Eu sou apenas alguém que não se deixa amar!
Voto de bem assalariar
...
Nota: Ordem dos Franciscanos na Wikipedia.Património: Sacerdote é membro do Conselho económico e social
Padre Melícias com pensão de 7450 euros
O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros. Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.
Vítor Melícias entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional em 2 de Fevereiro de 2009, mais de um ano após a instituição presidida por Rui Moura Ramos ter clarificado a interpretação da lei que controla a riqueza dos titulares de cargos políticos. A 15 de Janeiro de 2008, o Tribunal Constitucional deixou claro que, ao abrigo da lei 25/95, 'de entre os membros que compõem o CES, se encontram vinculados ao referido dever [de entrega da declaração de rendimentos] aqueles que integrem o Conselho Coordenador e a Comissão Permanente de Concertação Social, bem como o secretário-geral'.Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente. 'Eu tenho uma pensão aceitável mas não sou rico', diz o sacerdote.
Melícias frisa que exerceu funções com 'remuneração acima da média, que corresponde a uma responsabilidade acima de director-geral', no Montepio Geral, na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros e noutros organismos.
[…]
O padre Vítor Melícias discorda da obrigatoriedade de os membros do CES terem de apresentar ao Tribunal Constitucional (TC) a declaração de rendimentos, 'porque isso não é' um cargo político.
[…]
Orelhas mocas
...
Caso Freeport tem desde início uma escuta que envolve Sócrates
Chamada interceptada dois dias depois da abertura do inquérito em 2005 referia pagamento de €500 mil.
Uma escuta telefónica de 17 minutos, feita a uma pessoa envolvida no caso Freeport, inclui uma afirmação que liga o alegado pagamento de 'luvas' em troca da aprovação do outlet ao primeiro-ministro, José Sócrates. A intercepção remonta a 9 de Fevereiro de 2005, dois dias após a abertura do inquérito pelo Ministério Público do Montijo, apurou o Expresso, depois de ter autorização do Tribunal Constitucional para consultar esta semana os oito volumes do processo de fuga de informação que condenou o inspector Elias Torrão, da Polícia Judiciária de Setúbal.
A passagem em forma de desabafo - "vão mas é chatear o Sócrates porque ele é que recebeu os 500 mil" - é descrita pela inspectora titular da investigação, Carla Gomes, durante uma inquirição. O processo paralelo do inspector Torrão dá conta ainda de que um conjunto de dados sobre o património de Sócrates foi enviado em 2006 para os autos da investigação ao Freeport.
A conversa interceptada a 9 de Fevereiro de 2005 surge também referida em duas ocasiões pela coordenadora da PJ de Setúbal, Maria Alice Fernandes, e aconteceu no mesmo dia em que a PJ montou seis buscas em vários pontos de Alcochete, nas vésperas de "O Independente" ter publicado, a 11 de Fevereiro, uma notícia em que referia o nome de Sócrates como fazendo parte da lista de suspeitos do caso. O que significa que a escuta já existia quando, na altura, a direcção nacional da PJ e a Procuradoria-Geral da República se apressaram a afirmar que Sócrates não constava do processo.
[…]
Outra das revelações que os oito volumes integrais do processo do inspector Torrão trazem é o facto de uma procuradora-adjunta do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa ter remetido para inclusão no processo-crime do Freeport um dossiê de 145 páginas que incluía "certidões registrais relativas à aquisição e venda de património por José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa e outros actos jurídicos relativos à sua vida privada", segundo consta de um despacho de 23 de Janeiro de 2006.
No ofício assinado pela procuradora Inês Bonina, lê-se que o dossiê de 145 páginas foi-lhe entregue uma semana antes pela coordenadora da PJ Maria Alice Fernandes. "A nosso ver, e após se ter procedido à sua leitura e análise, a referida documentação não se reveste de qualquer interesse para a presente investigação (sobre a fuga de informação), contudo, a sua pertinência para a investigação em curso no âmbito do NUIP 77/05.2JASTB (processo de corrupção do Freeport) deverá ser ponderada pelo Ministério Público".
[…]



