“Embalagem” sem rótulo
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Se atentarmos por exemplo às características estereotipadas do género feminino, acções beneméritas ou profissão religiosa, é provável que se constate que muitas são o perfeito escudo para o agressor, pois em última análise são pessoas “acima de suspeitas”. Creio que o ancestral compartimentar dos abusadores sexuais em grupos tendenciais, por exemplo género masculino ou homossexuais, resulta do foco das primeiras denúncias, cujo amplo crescendo contribui para a desmistificação disto mesmo, em resumo, a “embalagem bonitinha" disfarça o veneno.
A pensar em ti!
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Quero-te, preciso do teu abraço!
Leva-me daqui, no teu colo.
Abraça-me forte, embala-me,
Sem ti não sei sorrir!
Estou perdida sem ti e em ti,
Preciso do calor do teu corpo!
De te sentir em mim, e eu em ti,
Tenho frio amor! Vens buscar-me?
Mostra-me a luz do dia, o brilho do sol,
O encantamento da lua e das estrelas!
Contigo quero viver a sorrir,
Amar e ser amada no teu calor.
Quero acordar de noite contigo ao lado,
Sentir o teu cheiro, encostar-me a ti.
Abrir os olhos e ver-te iluminado pela lua,
Adormecer segura no teu colo meu.
Tenho frio amor! Chove muito!
Vem abraçar-me para sempre.
Não quero este frio triste,
Dá-me a tua mão quente.
Contigo em mim consigo acreditar,
Que o sol vai brilhar, e a noite vai ser quente.
Como preciso de te ter comigo,
Tenho frio amor meu!
"Yes, we can!"
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«Nunca foi nossa intenção visar alguém especificamente. Não fizemos nada tendo em vista este Governo, mas um estado de coisas que nos revolta. Quando se fala em engenheiro não queremos dizer que seja o engenheiro José Sócrates, mas quem manda.»
"As letras são apenas alertas sociais" , afirma Zé Pedro, um dos elementos da banda.
Junto a minha voz à vossa!
Arqui-jogadas
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MESMO QUE O TEMPO PASSE!
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Não há nada que me faça dormir hoje!
Deixo de resistir...
Volto para o PC, ponho uma música a tocar, coloco os auscultadores, acendo um cigarro... e escrevo, numa tentativa absurda de te afastar...
Eu não te queria. Que direito tinhas de quebrar todas as barreiras? De invadir todos os espaços e, depois de os fazeres teus, me deixares aqui sozinha? Dou por mim a começar a odiar-te...
Agarro-me a todas as coisas boas, mas elas acabam por não me satisfazer e tornam-se ainda piores. E tu regressas de novo, tu a quem me rendi desde o início. E essa recordação é mais forte do que eu. Ou tu é que és, porque voltas sempre... ainda com mais força.
Eram tantas as certezas. Envolvi-me em cada gesto de ternura, em todas as palavras imensas que proferias, fiquei sem argumentos perante esse jeito sereno e seguro. E acreditei...
Disseste-me um dia, dependência maldita, que só te sentias tranquila quando eu estava nos teus braços. Que só assim não te preocupavas se eu estava bem ou não, porque estava contigo! Pergunto-te então, onde estás tu agora? Agora que preciso e que me dói. Onde estás tu agora que preciso de sentir o teu abraço, que só aí me sinto bem?
Dou por mim a encontrar-te em todo o lado... A toda a hora... Em qualquer lugar! "Vejo-te" nos teus pequenos pormenores, no cheiro do gel de banho e do champô que usas, na maciez da tua pele de veludo, nas músicas que oiço e me falam de ti, até nesta maldita música, que me acompanha neste momento em que escrevo, e que oiço até a exaustão.
Dou por mim à espera. Toca o telemóvel e penso que és tu... tens que ser tu. Só podes ser tu. Mas não és. Cada vez menos és... Já não me ligas como antes o fazias... Não queres ouvir-me... e quando me ligas nem uma palavra de amor, tantas vezes repetidas, e que agora já nem sequer são pronunciadas... Talvez nem sequer sentidas! E dói. Dói tanto!!!
Eu tento, sabes, eu juro que tento, viver um dia a dia normal, sorrir e fazer sorrir alguém, tento continuar e não pensar em ti, porque tudo passa, é o que dizem, e eu sei que tudo passa.
E no entanto sei que não há nada que possa fazer. Porque tu não vais embora! Vais ficar sempre...
Sei que tenho que aceitar porque os sentimentos não se pedem nem se obrigam. Eu sei. Mas em determinado momento, já não me interessa o que sei.
Se adiantasse eu pedia-te que te fosses embora! E dizia-to com as lágrimas nos olhos e com uma profunda dor indescritível... Dizia-te que já não te quero nem te amo mais, não como já te amei!
Pedi-te que me aceitasses com todos os meus defeitos, com as minhas teimosias e inseguranças, com as minhas incoerências e incertezas, com o meu egoísmo e os meus extremos, com a minha carência de ti, porque foi tudo isto que te entreguei juntamente com a minha alma... como realmente sou e só sei ser! Não como querias que eu fosse!
Mas tudo não passaria de uma mentira, porque o que eu realmente quero é que voltes, só que não como és agora... se já não me amas!
Queria que voltasses como eras outrora, como te conheci!
Documentário: Maddie - A Verdade da Mentira
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Trailer da Valentim de Carvalho Filmes, via Apdeites V2
Boa Páscoa!
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Boa Páscoa a todos!


