Documentário: Maddie – A verdade da Mentira
Postado por
Curiosa Qb
em segunda-feira, 20 de abril de 2009
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Disponível em 5 partes no blog Joana Morais (excelente recolha e colectânea de informações sobre o desenrolar subsequente ao desaparecimento de Maddie McCann).
Para ver, ou rever, este documentário click AQUI.
Para ver, ou rever, este documentário click AQUI.
Muito ortodoxamente social-democrata
Postado por
Curiosa Qb
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Está desvendada a cabala, «o Partido Socialista é verdadeiramente o Partido Social Democrata em Portugal».
DVD Freeport às claras
Postado por
Curiosa Qb
em sábado, 18 de abril de 2009
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Etiquetas: Estado da Nação, Figuras Públicas, Lei e JustiçaMar Revolto!
Postado por
Maria Sá Carneiro
em sexta-feira, 17 de abril de 2009
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Quero pôr toda a minha força nestas palavras, elas que se juntem, que se unam, para que entendas o que sinto…entendas que é forte, é duro, que muitas vezes me desespera, estender o meu braço e não te sentir. Acordar e não te sentir respirar, irrita-me, indispõe-me, revolta- me! Cansada de ter problemas e não a porcaria de contrariedades que vejo nessas tipas de carros top, com jóias, brilhos e brilhantinas, que abundam por aí aos molhos…Farta de tanta pequenez de sentir, de gentinha que se aproveita e nos tira o melhor de nós em prol do pior deles, farta de tentar mostrar que sou forte, quando me correm as lágrimas pela tua ausência, que me sinto muito mais pobre por não estar contigo!
Que tanto me sinto assim como me sinto exaurida em ti, fortalecida por esse abraço, esse mesmo, não sorrias, bem sabes disso! Como consegues tanto de mim, como respiro melhor embalada nesse abraço que tanto tem de carinho, como me faz sentir desejada e amada. Esse arrepio que me percorre a espinha num desejo profundo em que os nossos corpos se unam nesse murmúrio quente e profundo, onde acabo num sono profundo, como criança renascida, da infância tão marcada pelo desamor!
Que contigo me embrulho num jogo de paixão, de desejo, onde não há preconceitos e receios, apenas a certeza de que cada milímetro de mim e de ti, serão nossos!
O meu desejo era não acordar de nós, ficar aí, nesse momento...Vá não sorrias, nesse nosso mundo em que nos tocamos, em que nos unimos num corpo só, suado e amado até à exaustão, nesse entrelaçar das almas com o sorriso meigo dos nossos corações.
Assim vou -me calmando de um mau dia, neste adormecer em ti, sonhando connosco!
PELA VERDADE...
Postado por
Anónimo
em quinta-feira, 16 de abril de 2009
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Como cidadã deste "podre" País, politicamente falando, claro, não posso deixar de publicar um mail que me foi enviado por um amigo, cujo conteúdo exponho.
« Alberto Costa: demissão e revogação
Não costumo usar os blogs ao serviço de questões pessoais. É estranho, mas é um modo de ser. Só que desta feita está em causa algo de nobre: a verdade num assunto de Estado.
Não quero entrar, nem entrei, por razões compreensíveis na questão Freeport, nem na matéria das pressões ou que se aleguem terem sido pressões. Não conheço os factos e só falo do que sei. Além do mais, desempenho um cargo na Ordem dos Advogados que me obriga ao dever de reserva.
Ora sucede que na sua edição de hoje o jornal Público recorda a demissão de Alberto Costa, actual ministro da Justiça, por despacho meu. Sob o título «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz», o jornal relata as razões da demissão e a sequência da mesma.
O texto, que está todo aqui, tem, porém, uma omissão, pelo que na memória dos que lerem, ficará assim a pairar uma versão incorrecta dos factos e sobretudo uma versão que o demitido tentou passar para a imprensa quando de uma visita oficial sua ao território de Macau, em2005 e que tive de desmentir então: a de que o acto de demissão fora, afinal, ilegal, e por isso anulado pelos tribunais.
Terei permitido tal omissão ao não ter aceite falar com o jornalista?
Talvez. A discrição tem destes efeitos.
Cito, pois, aquilo que acabo de comunicar ao jornal, esperando publicação e para que fique assim mais substanciada a verdade:
«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de
que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos.
Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que
morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir aqui. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».
Não costumo usar os blogs ao serviço de questões pessoais. É estranho, mas é um modo de ser. Só que desta feita está em causa algo de nobre: a verdade num assunto de Estado.
Não quero entrar, nem entrei, por razões compreensíveis na questão Freeport, nem na matéria das pressões ou que se aleguem terem sido pressões. Não conheço os factos e só falo do que sei. Além do mais, desempenho um cargo na Ordem dos Advogados que me obriga ao dever de reserva.
Ora sucede que na sua edição de hoje o jornal Público recorda a demissão de Alberto Costa, actual ministro da Justiça, por despacho meu. Sob o título «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz», o jornal relata as razões da demissão e a sequência da mesma.
O texto, que está todo aqui, tem, porém, uma omissão, pelo que na memória dos que lerem, ficará assim a pairar uma versão incorrecta dos factos e sobretudo uma versão que o demitido tentou passar para a imprensa quando de uma visita oficial sua ao território de Macau, em2005 e que tive de desmentir então: a de que o acto de demissão fora, afinal, ilegal, e por isso anulado pelos tribunais.
Terei permitido tal omissão ao não ter aceite falar com o jornalista?
Talvez. A discrição tem destes efeitos.
Cito, pois, aquilo que acabo de comunicar ao jornal, esperando publicação e para que fique assim mais substanciada a verdade:
«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de
que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos.
Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que
morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir aqui. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».
Publicada (05.04.09) por José António Barreiros *
Alberto Costa afirmou, ontem, no Parlamento não ter exercido quaisquer pressões sobre os Magistrados do Ministério Público que investigam o caso Freeport!
Que podemos argumentar?! Correlacionando todos os factos, ficamos com a certeza de que este País está pejado de políticos, e tenho ainda a esperança de que não sejam todos, que o apodrecem cada vez mais, colocando uma gigantesca nódoa no tecido social e moral deste rectângulo.
“Este Governo não cairá porque não é um edifício, sairá com benzina porque é uma nódoa.”
Eça de Queirós - in "Conde de Abranhos"
NOTA:
* José António Barreiros é o autor do "A Revolta das Palavras" , de onde foi extraído o texto acima, e do "José António Barreiros".
“Embalagem” sem rótulo
Postado por
Curiosa Qb
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O revolto caso, recentemente conhecido, da professora de Braga que abusou sexualmente de alunas(os), é mais um exemplo de que (efectivamente) não existe um perfil de abusador sexual – independentemente do modo de acção concomitante entre predadores sexuais -, sendo que ultrapassa as questões ligadas ao género e orientação sexual, classe social, profissão, raça/etnia ou credo religioso.
Se atentarmos por exemplo às características estereotipadas do género feminino, acções beneméritas ou profissão religiosa, é provável que se constate que muitas são o perfeito escudo para o agressor, pois em última análise são pessoas “acima de suspeitas”. Creio que o ancestral compartimentar dos abusadores sexuais em grupos tendenciais, por exemplo género masculino ou homossexuais, resulta do foco das primeiras denúncias, cujo amplo crescendo contribui para a desmistificação disto mesmo, em resumo, a “embalagem bonitinha" disfarça o veneno.
Se atentarmos por exemplo às características estereotipadas do género feminino, acções beneméritas ou profissão religiosa, é provável que se constate que muitas são o perfeito escudo para o agressor, pois em última análise são pessoas “acima de suspeitas”. Creio que o ancestral compartimentar dos abusadores sexuais em grupos tendenciais, por exemplo género masculino ou homossexuais, resulta do foco das primeiras denúncias, cujo amplo crescendo contribui para a desmistificação disto mesmo, em resumo, a “embalagem bonitinha" disfarça o veneno.



