Apdeites em Tribunal
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Realiza-se na próxima 6ª Feira, dia 22 de Maio, com início marcado para as 10 horas da manhã, no Tribunal Judicial de Montemor-O-Velho, a 2.ª sessão do julgamento em que sou acusado pelos crimes de difamação e de ofensa a organismo, serviço ou pessoa colectiva, sendo arguido como autor material de dois crimes de gravações e fotografias ilícitas.
A cronologia dos acontecimentos que deram origem a este processo-crime, bem como outros conteúdos atinentes ao assunto, e em especial a conversa telefónica em causa, todos esses materiais foram aqui reunidos e publicados em página própria, a 17 de Fevereiro de 2007.
Serve este “post” como convite aos visitantes e amigos do Apdeites para que estejam presentes na referida audiência, que é pública.
Um abraço sentido a todos aqueles que até agora me apoiaram solidária e corajosamente.
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A Justiça prevalecerá, força JPG. Aquele abraço.
Reminiscências
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Gastos de deputados Britânicos: Revelação + Indignação Pública = Demissão
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Querida… Mudei o Fado
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Ouvi os 9 temas reformulados pelos Hoje. Gostei, pelo arrojo, pela nova orquestração e interpretação dos poemas e pela descoberta de ouvir o Fernando Ribeiro num registo que me surpreendeu agradavelmente.
Mas a bem da verdade, não se trata de FADO nem som que se assemelhe. É de POP que se fala, como os próprios participantes caracterizam este álbum. Não é concebível reinventar o Fado, a sê-lo perderia a sua identidade, deixaria de o ser. Fado é Fado, é único, é genuíno, é português.
Não faltam as reinterpretações de Fados de Amália, de Dulce Pontes, Mariza a Gonçalo Salgueiro entre tantos outros, cada qual canta com o seu cunho, com o seu sentimento.
Também Amália cantou o que não era seu, ao seu jeito, sem deixar de ser aplaudida.
Dão-me licença, por favor?
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Existes?
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Quero tocar-te e revirar-te,Amar-te e ser amada!
Preciso de me misturar contigo,
Sentir-te em mim.
Como quero ser tua,
Preciso de sentir o teu cheiro,
O teu abraço forte,
Como eu te amo.
Entrelaçar-me em ti,
Encostar-me ao teu peito.
Dás-me tanta paz!
Fica aqui comigo.
Adormece-me e embala-me,
Não quero ter pesadelos.
Preciso de ti, e da tua mão,
Quero ser para ti.
Entrar na tua pele,
Enroscar-me em ti!
Será que vais estar por aí?
Ou terás sido um sonho?
Serás só fruto do meu desejo?
Mas ia jurar que te vi,
Que te senti a tocar-me!



