Porque continuo a Acreditar em ti!
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Apesar de tudo, continuo a gostar muito de ti e sei que um dia, tal como o Peter Pan, conseguirás voar e transformar os teus sonhos em realidade!
Há momentos e palavras inesquecíveis. É isso que guardamos para toda a Vida... O Tempo não os apagará!
Um beijo muito grande,
Alberta
APRENDI...
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Aprendi...
"Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a Vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas são importantes para mim, há pessoas que não ligam e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos, que posso usar os meus atractivos por apenas 15 minutos, mas depois disso é preciso saber do que estou a falar.
Eu aprendi que posso fazer algo num minuto, mas depois ter que responder por isso o resto da vida.
Aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência, mas que também posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que é preciso escolher entre controlar os pensamentos ou ser controlado por eles e que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática e que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furiosa, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
Eu aprendi que jamais posso dizer a uma criança que os seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o Mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que o meu melhor amigo vai magoar-me de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso e que não basta ser perdoado pelos outros, é preciso eu perdoar-me primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto o meu coração esteja a sofrer, o Mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi que muitas circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou hoje, mas não pelas escolhas que eu faço como adulto.
Aprendi que numa zanga preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não me quero envolver, e que quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem ou se amem quando não discutem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão magoar-se e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
Aprendi que os amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas que é preciso mostrar que são amigos.
Aprendi que o amor de certas pessoas se vai embora da nossa vida, mesmo que desejemos retê-los para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
William Shakespeare, adaptado por mim
Já tinha lido este texto em diversos sítios da Web, várias vezes, e sempre o achei bonito, mas nunca como agora me fez tanto sentido!
Sócrates disse...
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Mas nada nem ninguém condenou Portugal e os Portugueses ao insucesso.
É portanto clara a nossa tarefa, como é clara a nossa ambição:
transformar o Portugal das fatalidades no Portugal das oportunidades."

E que irá fazer mais, até lá, para convencer alguns portugueses, aqueles que se dispersaram do PS e que votaram noutros partidos, nas Europeias?
Difamação? Não, é direito à crítica
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Ministério Público manda arquivar queixa de Sócrates contra João Miguel Tavares
Ontem às 12:43
O Ministério Público mandou arquivar a queixa do primeiro-ministro e líder do PS, José Sócrates, contra João Miguel Tavares, por considerar que o jornalista não ultrapassou os limites na crítica que fez a Sócrates, enquanto figura pública.
O Ministério Público mandou arquivar a queixa do primeiro-ministro contra o jornalista João Miguel Tavares que num texto publicado no Diário de Notícias comparou o apelo à moral na política feito por José Sócrates à «defesa da monogamia por parte de Cicciolina».
«As expressões utilizadas pelo arguido João Miguel Tavares dirigidas ao primeiro-ministro, figura pública, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no direito à critica, insusceptíveis de causar ofensa jurídica penalmente relevante», afirmou o Ministério Público.
Desta forma, o Ministério Público considerou que o jornalista do Diário de Notícias no seu artigo «José Sócrates, o Cristo da Política Portuguesa» não ultrapassou os limites na crítica que fez ao chefe do Governo e líder do PS, enquanto figura pública.
Ui Ui
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Robert Palmer, Bad Case of Loving You (Doctor, Doctor)
Elogio à Amizade
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Na nossa vida em sociedade temos que conviver com pessoas, ou ter vários tipos de relacionamentos com as pessoas, relacionamentos mais próximos ou mais distantes, em que encontramos receptividade ou não.
Há pessoas que, sem nos conhecerem bem fazem juízos precipitados sobre nós, outras que interpretam de forma errada tudo aquilo que fazemos, e até mesmo tudo aquilo que não fazemos.
Outras que não cobram as nossas atitudes, porque é mais cómodo formar esses tais juízos e acreditam que somos apenas aquilo que é mais visível, é mais cómodo pensar que somos sempre piores porque, de contrário, atormentamos as suas consciências.
Encontramos, por outro lado, pessoas que nos cobram a perfeição, como se fosse possível alguém ser perfeito e que só sabem ver o que há de negativo em nós, como se apenas um erro, uma falha ou um deslize, anulasse quaisquer das nossas boas acções ou das nossas qualidades, vendo só os nossos defeitos e por mais que tentemos fazer o nosso melhor, tentam sempre rebaixar-nos, colocando-se numa posição de superioridade e de valores morais, erroneamente, acima dos nossos.
A satisfação desta Vida é que no meio de todas estas pessoas, encontramos outras que nos oferecem uma palavra amiga, um ombro ou um abraço, e que conseguem enxergar muito além, pela abertura que demonstram no bem e que não se importam com a “roupa” que vestimos, interessadas apenas em nos olhar bem dentro dos olhos e saber através deles o que estamos a sentir naquele momento, demonstrando-nos que sentimentos de fraternidade podem surgir de quem menos esperamos.
Já me enganei em relação a muitas pessoas, mas a Vida encarregou-se de me dar grandes lições. Em algumas ocasiões, vi que as pessoas que eu considerava como mais amigas me davam “facadas pelas costas” e que aquelas que eu considerava como menos amigas, me comoveram, dando-me a mão quando eu precisei, sem que necessitasse de o pedir.
Aprendi com isso que um amigo de verdade não é aquele com o qual temos mais afinidades ou que está mais próximo de nós... É aquele que está ali inesperadamente onde menos contamos, ou aquele que sabe ser amigo mesmo quando não é, propriamente, o nosso melhor amigo.
A amizade não é um rótulo, mas traduz-se em acções e gestos de carinho e entrega desinteressada. Não depende de conhecermos bem o outro, mas do querer bem, sem a intenção de receber algo em troca ou esperar uma oportunidade para sobressair, por interesse de reconhecimento.
Essas sim, podemos considerar amizades inesperadas e muito especiais, daquelas que ficam nos nossos corações. As outras, que antes se intitulavam de especiais, essas, lamentavelmente, não passam de meras desilusões.
A Vida é uma aprendizagem constante e é bom sentirmo-nos acarinhados e mimados nos piores momentos, com um ombro ou uma palavra amiga por pessoas que se desdobram para nos dar amor, independentemente dos problemas por que estejam a passar, não se votando à indiferença e ao silêncio, que nestas alturas só nos magoam porque esquecidos, quando mais precisamos!
Àquelas, a minha gratidão e um bem-haja eterno. Não esquecerei!



