Referendar ou não referendar o Casamento entre pessoas do mesmo sexo?
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Passado dia 5, a Plataforma Cidadania e Casamento entregou a Jaime Gama uma Petição pelo referendo , que será debatida na próxima 6ª feira em simultâneo com a iniciativa legislativa (PS, BE e Verdes) e o projecto de lei sobre a criação da figura da união civil registada (PSD) que versam no mesmo caso. Se a maioria parlamentar é a favor da Lei, à partida esta Petição não vingará e os seus promotores sabem-no bem, pelo que poderiam ter avançado com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos – “o estado a que isto chegou” já não vai com Petições neste sistema viciado - nem que fosse uma contra-Lei Casamento ou a revisão da Lei do referendo, por certo a Plataforma Cidadania e Casamento reúne condições para tal.
No entanto, estive a matutar nos cenários possíveis caso esta Petição seja aprovada, e quase aposto, indo contra a maioria das opiniões, que em referendo ganhava o sim ao Casamento Homossexual. Isto porque, mesmo alegando que o Governo está a impor a sua vontade a uma minoria, diga-se o Povo - mas em governos maioritários não é sempre assim, propõe-se e aprova-se quase em simultâneo? Contas feitas, o Povo não está em maior número face ao assento parlamentar? Adiante -, não sendo de esquecer que este último, o Povo, despreza letargicamente os seus direitos e deveres, como é o de Voto. Nos últimos anos a taxa de abstenção tem vindo a subir de eleição em eleição, e considerando o estado da nação e o descontentamento generalizado, se os cidadãos não se dão ao incómodo de ir votar nas legislativas muito menos o teriam num referendo. Mas, neste assunto em apreço a conjuntura é outra, porque os Homossexuais votariam em massa em defesa dos direitos que lhes são renegados. Aquando do referendo da IVG também surgiram diversos movimentos e plataformas contra e o sim venceu, mais facilmente vence o sim no Casamento Homossexual.
Dando umas no cravo e outras na ferradura, se eu fosse assessora de José Sócrates até o incentivava a validar um referendo, não só polia a sua imagem de ditador como levava a sua avante (e os custos dum referendo? Pois...). Até me espanto como ainda não surgiram estudos de opinião ou sondagens sobre o Casamento Homossexual. Ou houve e passou-me ao lado? Se calhar!
ILC contra o AO - press release
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Lisboa, 16 de Dezembro de 2009
Um movimento de cidadãos tem estado a promover a causa Não queremos o Acordo ortográfico, cujo objectivo é preparar uma ILC com vista à suspensão ou à revogação do AO, cuja entrada em vigor em Portugal está prevista para o próximo dia 1 de Janeiro
A iniciativa, que conta já com cerca de vinte e cinco mil apoiantes, dentre os quais nomes como Alice Vieira, Lídia Franco ou Garcia Pereira, está alojada na rede social Facebook e, segundo o seu criador, João Graça, esta é uma causa de interesse nacional que, estranhamente, foi abandonada pelos seus iniciais e mediáticos defensores.
Os promotores da causa estão cientes de que a boa vontade não chega e que o tempo urge, pois existem requisitos e procedimentos que só gente habilitada para o efeito poderá executar, nomeadamente quanto à redacção da referida Iniciativa Legislativa. Com efeito, até hoje houve apenas uma ILC apresentada a votação parlamentar, tendo sido aprovada e tendo por conseguinte passado a vigorar como Lei (a qual foi apresentada em 2007, sob a égide da Ordem dos Arquitectos).
Para que a ILC pretendida pelos defensores deste projecto chegue ao Parlamento e possa vir a ter algumas hipóteses de sucesso, é necessário que surja uma entidade portuguesa, credível e prestigiada, disposta a assumir e patrocinar a causa, disponibilizando a sua sede e os seus próprios serviços jurídicos e administrativos. Havendo entidade patrocinadora, será necessário formar uma Comissão Representativa que redigirá o texto da ILC que os cidadãos irão subscrever e que será sujeita a votação parlamentar. Só então, recolhidas e validadas as 35.000 assinaturas necessárias, será possível dar entrada do processo na Assembleia da República.
Sobre o reduzido tempo que resta para esta ILC ser apresentada até ao fim de 2009, diz-nos João Graça: admitamos, é rigorosamente verdade: é pouco, pouquíssimo. Mesmo que se conseguisse o milagre de redigir a ILC num dia e, outro milagre, recolher as 35.000 assinaturas em dez, mesmo assim a coisa seria difícil, para não dizer impossível. Mas, seja qual for o resultado do nosso esforço, quer ganhemos quer percamos, de uma coisa poderemos nós, quando esse dia chegar, estar absolutamente certos: fomos à luta, sem virar a cara.
Causa: Não Queremos o Acordo Ortográfico
Promotores: João Pedro Graça, Joana Morais, Isa Maria, Ismael Neiva, Rocio Ramos
Contacto: João Pedro Graça
Email: joao.graca at netcabo.pt
To Touch
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«Como o coração de qualquer um é de certa maneira como um deus...»
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Personal Jesus no álbum Violator (1989), dos Depeche Mode
Limpeza da Europol não passou em Portugal: pedófilos à margem do Tufão
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Destacou O Público:Rede europeia de pornografia infantil desmantelada e 115 pessoas detidas
Depois de dois anos de investigações, a Operação Tufão - que teve na mira predadores sexuais - saldou-se na detenção de 115 pessoas e na desarticulação de uma rede de pornografia infantil online que se estendia por 18 países europeus.Portugal não consta da lista.
[Restante da notícia AQUI]
Portugal é um "paraíso", até para os execráveis dos pedófilos.
Precisamos de Ti
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A Maria José encontra-se nesta terrível situação. Devido a um linfoma não hodgkin - com várias recidivas -, e sucessivas quimioterapias, a sua medula está seriamente danificada, o que impossibilita um autotransplante. Urge um dador compatível.
Porquê ser dador?
A transplantação de medula óssea é uma prática terapêutica reconhecida, que permite muitas vezes a cura de doenças graves e que podem ser frequentemente mortais.
Estas doenças são muito variadas e podem ocorrer quer em adultos quer em crianças. As mais frequentemente citadas são as leucemias, outras há como a aplasia medular, ou ainda algumas imunodeficiências primárias que se manifestam pouco tempo após o nascimento.
Para estas situações, muitas vezes a única esperança de vida é a transplantação de medula óssea com um dador idêntico.
Apesar da pesquisa de um dador compatível ser primeiramente orientada para os irmãos do doente, poucos são os casos de compatibilidade (1 em 4). Por isso, em muitos situações, a única esperança de cura é encontrada em dadores voluntários compatíveis com o doente.
Se a sua idade está compreendida entre 18 e 45 anos, se tem boa saúde e gostava de ser dador voluntário de medula, basta que transmita ao CEDACE ou aos Centros de Dadores a sua vontade.
Vai-lhe ser pedido o nome e a morada e irá receber um folheto informativo do processo e um pequeno questionário clínico que deverá preencher e devolver. Esse questionário vai ser depois avaliado por um médico e caso não haja nenhuma contra-indicação vai ser chamado para fazer uns testes.
Estes dados serão guardados numa base informática nacional e internacional e serão usados sempre que um doente nacional ou internacional seja proposto para transplantação de medula óssea.
Se o doente não tiver um dador familiar compatível é iniciada uma pesquisa aos registos de dadores. Assim que é identificado um potencial dador compatível, este é informado e, caso aceite, vai prosseguir o processo.
Nessa altura o dador vai ser chamado para fazer testes adicionais de compatibilidade, bem como uma nova avaliação para doenças virais que possa ter tido no espaço de tempo entre a inscrição e a chamada.
Se a avaliação de todos os resultados laboratoriais continuar a considerar o potencial dador como o mais indicado, este vai ser submetido a um exame médico completo e no qual onde pode ainda esclarecer quaisquer dúvidas que tenha sobre o processo de dádiva.
Nesta fase o dador deve estar absolutamente certo da sua decisão de fazer a doação e é-lhe então pedido para assinar um impresso de consentimento informado. A partir desse momento o doente começará a fazer a preparação para a dádiva de células de medula.
- Centro de Histocompatibilidade do Centro
Pcta Prof. Mota Pinto - Edf. São Jerónimo, 4º, Apartado 9041, 3001-301 Coimbra
Tel: 239480700/719 - Centro de Histocompatibilidade do Norte
Pavilhão "Maria Fernanda", Rua Roberto Frias, 4200-467 Porto
Telefone: 22 5573470 - Centro de Histocompatibilidade do Sul
Hospital Pulido Valente, Alameda das Linhas de Torres, 117, 1769-001 Lisboa
Telefone: 21 7504152
Fonte da imagem: SemCiência
Fonte das informações no texto: Blogue Precisamos de Ti e Centro de Histocompatibilidade do Sul
Perda da Independência
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Hoje, trocistamente, em Lisboa, entra em vigor o Tratado que aniquila a autonomia portuguesa, estando Portugal, doravante, refém dos (líderes) países com maior peso populacional.





