E porque há coisas boas
Postado por
Curiosa Qb
em terça-feira, 26 de janeiro de 2010
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Sob o mote “o melhor que faz no mundo para um mundo melhor”, a IM Magazine (revista on-line), numa postura construtivista, contraria os media que só nos inundam de notícias deprimentes.
No seu sítio, podemos encontrar uma panóplia de artigos, vídeos, ligações a Blogs, entre outros, que enfocam o que de positivo vai acontecendo por este mundo fora. A visitar.
No seu sítio, podemos encontrar uma panóplia de artigos, vídeos, ligações a Blogs, entre outros, que enfocam o que de positivo vai acontecendo por este mundo fora. A visitar.
Referendar ou não referendar o Casamento entre pessoas do mesmo sexo?
Postado por
Curiosa Qb
em quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
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Em jeito de preâmbulo, ressalvo que quanto ao Casamento entre pessoas do mesmo sexo (é-me mais fácil referir-me como Homossexual), não tenho posição definida. Vejo prós e contras de ambos os “lados”- estou nim -, cuja exposição seria demasiado longa e provavelmente incongruente.
Passado dia 5, a Plataforma Cidadania e Casamento entregou a Jaime Gama uma Petição pelo referendo , que será debatida na próxima 6ª feira em simultâneo com a iniciativa legislativa (PS, BE e Verdes) e o projecto de lei sobre a criação da figura da união civil registada (PSD) que versam no mesmo caso. Se a maioria parlamentar é a favor da Lei, à partida esta Petição não vingará e os seus promotores sabem-no bem, pelo que poderiam ter avançado com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos – “o estado a que isto chegou” já não vai com Petições neste sistema viciado - nem que fosse uma contra-Lei Casamento ou a revisão da Lei do referendo, por certo a Plataforma Cidadania e Casamento reúne condições para tal.
No entanto, estive a matutar nos cenários possíveis caso esta Petição seja aprovada, e quase aposto, indo contra a maioria das opiniões, que em referendo ganhava o sim ao Casamento Homossexual. Isto porque, mesmo alegando que o Governo está a impor a sua vontade a uma minoria, diga-se o Povo - mas em governos maioritários não é sempre assim, propõe-se e aprova-se quase em simultâneo? Contas feitas, o Povo não está em maior número face ao assento parlamentar? Adiante -, não sendo de esquecer que este último, o Povo, despreza letargicamente os seus direitos e deveres, como é o de Voto. Nos últimos anos a taxa de abstenção tem vindo a subir de eleição em eleição, e considerando o estado da nação e o descontentamento generalizado, se os cidadãos não se dão ao incómodo de ir votar nas legislativas muito menos o teriam num referendo. Mas, neste assunto em apreço a conjuntura é outra, porque os Homossexuais votariam em massa em defesa dos direitos que lhes são renegados. Aquando do referendo da IVG também surgiram diversos movimentos e plataformas contra e o sim venceu, mais facilmente vence o sim no Casamento Homossexual.
Dando umas no cravo e outras na ferradura, se eu fosse assessora de José Sócrates até o incentivava a validar um referendo, não só polia a sua imagem de ditador como levava a sua avante (e os custos dum referendo? Pois...). Até me espanto como ainda não surgiram estudos de opinião ou sondagens sobre o Casamento Homossexual. Ou houve e passou-me ao lado? Se calhar!
Passado dia 5, a Plataforma Cidadania e Casamento entregou a Jaime Gama uma Petição pelo referendo , que será debatida na próxima 6ª feira em simultâneo com a iniciativa legislativa (PS, BE e Verdes) e o projecto de lei sobre a criação da figura da união civil registada (PSD) que versam no mesmo caso. Se a maioria parlamentar é a favor da Lei, à partida esta Petição não vingará e os seus promotores sabem-no bem, pelo que poderiam ter avançado com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos – “o estado a que isto chegou” já não vai com Petições neste sistema viciado - nem que fosse uma contra-Lei Casamento ou a revisão da Lei do referendo, por certo a Plataforma Cidadania e Casamento reúne condições para tal.
No entanto, estive a matutar nos cenários possíveis caso esta Petição seja aprovada, e quase aposto, indo contra a maioria das opiniões, que em referendo ganhava o sim ao Casamento Homossexual. Isto porque, mesmo alegando que o Governo está a impor a sua vontade a uma minoria, diga-se o Povo - mas em governos maioritários não é sempre assim, propõe-se e aprova-se quase em simultâneo? Contas feitas, o Povo não está em maior número face ao assento parlamentar? Adiante -, não sendo de esquecer que este último, o Povo, despreza letargicamente os seus direitos e deveres, como é o de Voto. Nos últimos anos a taxa de abstenção tem vindo a subir de eleição em eleição, e considerando o estado da nação e o descontentamento generalizado, se os cidadãos não se dão ao incómodo de ir votar nas legislativas muito menos o teriam num referendo. Mas, neste assunto em apreço a conjuntura é outra, porque os Homossexuais votariam em massa em defesa dos direitos que lhes são renegados. Aquando do referendo da IVG também surgiram diversos movimentos e plataformas contra e o sim venceu, mais facilmente vence o sim no Casamento Homossexual.
Dando umas no cravo e outras na ferradura, se eu fosse assessora de José Sócrates até o incentivava a validar um referendo, não só polia a sua imagem de ditador como levava a sua avante (e os custos dum referendo? Pois...). Até me espanto como ainda não surgiram estudos de opinião ou sondagens sobre o Casamento Homossexual. Ou houve e passou-me ao lado? Se calhar!
ILC contra o AO - press release
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Curiosa Qb
em sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
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Via JPG, no Apdeites V2:
Etiquetas:
Acções Cívicas,
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Lei e Justiça,
Liberdade,
Sociedade
Lisboa, 16 de Dezembro de 2009
Um movimento de cidadãos tem estado a promover a causa Não queremos o Acordo ortográfico, cujo objectivo é preparar uma ILC com vista à suspensão ou à revogação do AO, cuja entrada em vigor em Portugal está prevista para o próximo dia 1 de Janeiro
A iniciativa, que conta já com cerca de vinte e cinco mil apoiantes, dentre os quais nomes como Alice Vieira, Lídia Franco ou Garcia Pereira, está alojada na rede social Facebook e, segundo o seu criador, João Graça, esta é uma causa de interesse nacional que, estranhamente, foi abandonada pelos seus iniciais e mediáticos defensores.
Os promotores da causa estão cientes de que a boa vontade não chega e que o tempo urge, pois existem requisitos e procedimentos que só gente habilitada para o efeito poderá executar, nomeadamente quanto à redacção da referida Iniciativa Legislativa. Com efeito, até hoje houve apenas uma ILC apresentada a votação parlamentar, tendo sido aprovada e tendo por conseguinte passado a vigorar como Lei (a qual foi apresentada em 2007, sob a égide da Ordem dos Arquitectos).
Para que a ILC pretendida pelos defensores deste projecto chegue ao Parlamento e possa vir a ter algumas hipóteses de sucesso, é necessário que surja uma entidade portuguesa, credível e prestigiada, disposta a assumir e patrocinar a causa, disponibilizando a sua sede e os seus próprios serviços jurídicos e administrativos. Havendo entidade patrocinadora, será necessário formar uma Comissão Representativa que redigirá o texto da ILC que os cidadãos irão subscrever e que será sujeita a votação parlamentar. Só então, recolhidas e validadas as 35.000 assinaturas necessárias, será possível dar entrada do processo na Assembleia da República.
Sobre o reduzido tempo que resta para esta ILC ser apresentada até ao fim de 2009, diz-nos João Graça: admitamos, é rigorosamente verdade: é pouco, pouquíssimo. Mesmo que se conseguisse o milagre de redigir a ILC num dia e, outro milagre, recolher as 35.000 assinaturas em dez, mesmo assim a coisa seria difícil, para não dizer impossível. Mas, seja qual for o resultado do nosso esforço, quer ganhemos quer percamos, de uma coisa poderemos nós, quando esse dia chegar, estar absolutamente certos: fomos à luta, sem virar a cara.
Causa: Não Queremos o Acordo Ortográfico
Promotores: João Pedro Graça, Joana Morais, Isa Maria, Ismael Neiva, Rocio Ramos
Contacto: João Pedro Graça
Email: joao.graca at netcabo.pt
To Touch
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Curiosa Qb
em terça-feira, 15 de dezembro de 2009
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«Como o coração de qualquer um é de certa maneira como um deus...»
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Personal Jesus no álbum Violator (1989), dos Depeche Mode
Limpeza da Europol não passou em Portugal: pedófilos à margem do Tufão
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Curiosa Qb
em sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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Fonte da imagem: Fatos em Foco
Destacou O Público:Rede europeia de pornografia infantil desmantelada e 115 pessoas detidas
Depois de dois anos de investigações, a Operação Tufão - que teve na mira predadores sexuais - saldou-se na detenção de 115 pessoas e na desarticulação de uma rede de pornografia infantil online que se estendia por 18 países europeus.Portugal não consta da lista.
[Restante da notícia AQUI]
Portugal é um "paraíso", até para os execráveis dos pedófilos.





