CC&Cª em manutenção
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Perante ultimatos deste género, ficamo-nos pelo ou… e assim sendo, voltaremos à plataforma de comentários do Blogger, salvaguardando que os comentários aqui deixados amteriormente já foram guardados em ficheiro, até que se encontre uma solução para os repor, pois estão temporariamente “desaparecidos”.
Aproveitaremos esta reviravolta para dar um novo look a este espaço, que terá uma construção gradual e umas afinações pelo caminho, tentando ser o mais breves quanto possível.
Tentáculos
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Etiquetas: Estado da Nação, Figuras Públicas, Lei e Justiça, Liberdade, Organizações e Instituições, Trocas e BaldrocasNomeação a nomeação, enchem os politiqueiros o Tacho
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Via Público:
Para ler mais CLICK AQUI.“O segundo Governo de José Sócrates já nomeou 1361 pessoas desde que assumiu funções no final de Outubro"
Fonte da imagem: Boa Sociedade
Prossegue a limpeza
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Alguém duvida que vivemos numa ditadura encapotada de slogans democráticos?
Para memória futura, aqui fica a transcrição da crónica de Mário Crespo, copiada no site do Instituto Francisco Sá Carneiro:
O Fim da Linha
Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.
E porque há coisas boas
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No seu sítio, podemos encontrar uma panóplia de artigos, vídeos, ligações a Blogs, entre outros, que enfocam o que de positivo vai acontecendo por este mundo fora. A visitar.
Referendar ou não referendar o Casamento entre pessoas do mesmo sexo?
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Passado dia 5, a Plataforma Cidadania e Casamento entregou a Jaime Gama uma Petição pelo referendo , que será debatida na próxima 6ª feira em simultâneo com a iniciativa legislativa (PS, BE e Verdes) e o projecto de lei sobre a criação da figura da união civil registada (PSD) que versam no mesmo caso. Se a maioria parlamentar é a favor da Lei, à partida esta Petição não vingará e os seus promotores sabem-no bem, pelo que poderiam ter avançado com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos – “o estado a que isto chegou” já não vai com Petições neste sistema viciado - nem que fosse uma contra-Lei Casamento ou a revisão da Lei do referendo, por certo a Plataforma Cidadania e Casamento reúne condições para tal.
No entanto, estive a matutar nos cenários possíveis caso esta Petição seja aprovada, e quase aposto, indo contra a maioria das opiniões, que em referendo ganhava o sim ao Casamento Homossexual. Isto porque, mesmo alegando que o Governo está a impor a sua vontade a uma minoria, diga-se o Povo - mas em governos maioritários não é sempre assim, propõe-se e aprova-se quase em simultâneo? Contas feitas, o Povo não está em maior número face ao assento parlamentar? Adiante -, não sendo de esquecer que este último, o Povo, despreza letargicamente os seus direitos e deveres, como é o de Voto. Nos últimos anos a taxa de abstenção tem vindo a subir de eleição em eleição, e considerando o estado da nação e o descontentamento generalizado, se os cidadãos não se dão ao incómodo de ir votar nas legislativas muito menos o teriam num referendo. Mas, neste assunto em apreço a conjuntura é outra, porque os Homossexuais votariam em massa em defesa dos direitos que lhes são renegados. Aquando do referendo da IVG também surgiram diversos movimentos e plataformas contra e o sim venceu, mais facilmente vence o sim no Casamento Homossexual.
Dando umas no cravo e outras na ferradura, se eu fosse assessora de José Sócrates até o incentivava a validar um referendo, não só polia a sua imagem de ditador como levava a sua avante (e os custos dum referendo? Pois...). Até me espanto como ainda não surgiram estudos de opinião ou sondagens sobre o Casamento Homossexual. Ou houve e passou-me ao lado? Se calhar!





