ILC contra o AO: vídeo de apresentação Web
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Não ao Acordo Ortográfico - Iniciativa Legislativa de Cidadãos
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Iniciativa Legislativa de Cidadãos Contra o Acordo Ortográfico
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O texto completo da ILC pode ser lido em http://ilcao.cedilha.net/.
No mesmo endereço, para além de todas as informações sobre a iniciativa, encontra o impresso de subscrição: http://ilcao.cedilha.net/docs/ilcassinaturaindividual.pdf
Assinar a ILC contra o AO? Fácil! Basta imprimir, preencher, assinar e enviar para o endereço
Apartado 53
2776-901 Carcavelos
Para preencher o impresso de subscrição, precisa de saber qual é o seu número de Eleitor e Freguesia/Concelho onde se recenseou. Se não sabe, entre no endereço http://www.recenseamento.mai.gov.pt/ e «Indique o Nome ou Número de Identificação e Data de Nascimento».
Referendar ou não referendar o Casamento entre pessoas do mesmo sexo?
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Passado dia 5, a Plataforma Cidadania e Casamento entregou a Jaime Gama uma Petição pelo referendo , que será debatida na próxima 6ª feira em simultâneo com a iniciativa legislativa (PS, BE e Verdes) e o projecto de lei sobre a criação da figura da união civil registada (PSD) que versam no mesmo caso. Se a maioria parlamentar é a favor da Lei, à partida esta Petição não vingará e os seus promotores sabem-no bem, pelo que poderiam ter avançado com uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos – “o estado a que isto chegou” já não vai com Petições neste sistema viciado - nem que fosse uma contra-Lei Casamento ou a revisão da Lei do referendo, por certo a Plataforma Cidadania e Casamento reúne condições para tal.
No entanto, estive a matutar nos cenários possíveis caso esta Petição seja aprovada, e quase aposto, indo contra a maioria das opiniões, que em referendo ganhava o sim ao Casamento Homossexual. Isto porque, mesmo alegando que o Governo está a impor a sua vontade a uma minoria, diga-se o Povo - mas em governos maioritários não é sempre assim, propõe-se e aprova-se quase em simultâneo? Contas feitas, o Povo não está em maior número face ao assento parlamentar? Adiante -, não sendo de esquecer que este último, o Povo, despreza letargicamente os seus direitos e deveres, como é o de Voto. Nos últimos anos a taxa de abstenção tem vindo a subir de eleição em eleição, e considerando o estado da nação e o descontentamento generalizado, se os cidadãos não se dão ao incómodo de ir votar nas legislativas muito menos o teriam num referendo. Mas, neste assunto em apreço a conjuntura é outra, porque os Homossexuais votariam em massa em defesa dos direitos que lhes são renegados. Aquando do referendo da IVG também surgiram diversos movimentos e plataformas contra e o sim venceu, mais facilmente vence o sim no Casamento Homossexual.
Dando umas no cravo e outras na ferradura, se eu fosse assessora de José Sócrates até o incentivava a validar um referendo, não só polia a sua imagem de ditador como levava a sua avante (e os custos dum referendo? Pois...). Até me espanto como ainda não surgiram estudos de opinião ou sondagens sobre o Casamento Homossexual. Ou houve e passou-me ao lado? Se calhar!
ILC contra o AO - press release
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Lisboa, 16 de Dezembro de 2009
Um movimento de cidadãos tem estado a promover a causa Não queremos o Acordo ortográfico, cujo objectivo é preparar uma ILC com vista à suspensão ou à revogação do AO, cuja entrada em vigor em Portugal está prevista para o próximo dia 1 de Janeiro
A iniciativa, que conta já com cerca de vinte e cinco mil apoiantes, dentre os quais nomes como Alice Vieira, Lídia Franco ou Garcia Pereira, está alojada na rede social Facebook e, segundo o seu criador, João Graça, esta é uma causa de interesse nacional que, estranhamente, foi abandonada pelos seus iniciais e mediáticos defensores.
Os promotores da causa estão cientes de que a boa vontade não chega e que o tempo urge, pois existem requisitos e procedimentos que só gente habilitada para o efeito poderá executar, nomeadamente quanto à redacção da referida Iniciativa Legislativa. Com efeito, até hoje houve apenas uma ILC apresentada a votação parlamentar, tendo sido aprovada e tendo por conseguinte passado a vigorar como Lei (a qual foi apresentada em 2007, sob a égide da Ordem dos Arquitectos).
Para que a ILC pretendida pelos defensores deste projecto chegue ao Parlamento e possa vir a ter algumas hipóteses de sucesso, é necessário que surja uma entidade portuguesa, credível e prestigiada, disposta a assumir e patrocinar a causa, disponibilizando a sua sede e os seus próprios serviços jurídicos e administrativos. Havendo entidade patrocinadora, será necessário formar uma Comissão Representativa que redigirá o texto da ILC que os cidadãos irão subscrever e que será sujeita a votação parlamentar. Só então, recolhidas e validadas as 35.000 assinaturas necessárias, será possível dar entrada do processo na Assembleia da República.
Sobre o reduzido tempo que resta para esta ILC ser apresentada até ao fim de 2009, diz-nos João Graça: admitamos, é rigorosamente verdade: é pouco, pouquíssimo. Mesmo que se conseguisse o milagre de redigir a ILC num dia e, outro milagre, recolher as 35.000 assinaturas em dez, mesmo assim a coisa seria difícil, para não dizer impossível. Mas, seja qual for o resultado do nosso esforço, quer ganhemos quer percamos, de uma coisa poderemos nós, quando esse dia chegar, estar absolutamente certos: fomos à luta, sem virar a cara.
Causa: Não Queremos o Acordo Ortográfico
Promotores: João Pedro Graça, Joana Morais, Isa Maria, Ismael Neiva, Rocio Ramos
Contacto: João Pedro Graça
Email: joao.graca at netcabo.pt
Precisamos de Ti
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A Maria José encontra-se nesta terrível situação. Devido a um linfoma não hodgkin - com várias recidivas -, e sucessivas quimioterapias, a sua medula está seriamente danificada, o que impossibilita um autotransplante. Urge um dador compatível.
Porquê ser dador?
A transplantação de medula óssea é uma prática terapêutica reconhecida, que permite muitas vezes a cura de doenças graves e que podem ser frequentemente mortais.
Estas doenças são muito variadas e podem ocorrer quer em adultos quer em crianças. As mais frequentemente citadas são as leucemias, outras há como a aplasia medular, ou ainda algumas imunodeficiências primárias que se manifestam pouco tempo após o nascimento.
Para estas situações, muitas vezes a única esperança de vida é a transplantação de medula óssea com um dador idêntico.
Apesar da pesquisa de um dador compatível ser primeiramente orientada para os irmãos do doente, poucos são os casos de compatibilidade (1 em 4). Por isso, em muitos situações, a única esperança de cura é encontrada em dadores voluntários compatíveis com o doente.
Se a sua idade está compreendida entre 18 e 45 anos, se tem boa saúde e gostava de ser dador voluntário de medula, basta que transmita ao CEDACE ou aos Centros de Dadores a sua vontade.
Vai-lhe ser pedido o nome e a morada e irá receber um folheto informativo do processo e um pequeno questionário clínico que deverá preencher e devolver. Esse questionário vai ser depois avaliado por um médico e caso não haja nenhuma contra-indicação vai ser chamado para fazer uns testes.
Estes dados serão guardados numa base informática nacional e internacional e serão usados sempre que um doente nacional ou internacional seja proposto para transplantação de medula óssea.
Se o doente não tiver um dador familiar compatível é iniciada uma pesquisa aos registos de dadores. Assim que é identificado um potencial dador compatível, este é informado e, caso aceite, vai prosseguir o processo.
Nessa altura o dador vai ser chamado para fazer testes adicionais de compatibilidade, bem como uma nova avaliação para doenças virais que possa ter tido no espaço de tempo entre a inscrição e a chamada.
Se a avaliação de todos os resultados laboratoriais continuar a considerar o potencial dador como o mais indicado, este vai ser submetido a um exame médico completo e no qual onde pode ainda esclarecer quaisquer dúvidas que tenha sobre o processo de dádiva.
Nesta fase o dador deve estar absolutamente certo da sua decisão de fazer a doação e é-lhe então pedido para assinar um impresso de consentimento informado. A partir desse momento o doente começará a fazer a preparação para a dádiva de células de medula.
- Centro de Histocompatibilidade do Centro
Pcta Prof. Mota Pinto - Edf. São Jerónimo, 4º, Apartado 9041, 3001-301 Coimbra
Tel: 239480700/719 - Centro de Histocompatibilidade do Norte
Pavilhão "Maria Fernanda", Rua Roberto Frias, 4200-467 Porto
Telefone: 22 5573470 - Centro de Histocompatibilidade do Sul
Hospital Pulido Valente, Alameda das Linhas de Torres, 117, 1769-001 Lisboa
Telefone: 21 7504152
Fonte da imagem: SemCiência
Fonte das informações no texto: Blogue Precisamos de Ti e Centro de Histocompatibilidade do Sul
Sobre eleições, votos e anulações
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[…]
- Nos termos do nº 1 do artigo 98º da Lei nº 14/79, de 16 de Maio (lei eleitoral da Assembleia da República, aplicável à eleição para o Parlamento Europeu), considera-se voto em branco o do boletim de voto que não tenha sido objecto de qualquer tipo de marca;
- Em qualquer eleição, a declaração de vontade em que se traduz o voto tem que ser feita através de uma cruz assinalada dentro de um quadrado do boletim de voto correspondente a uma lista concorrente à eleição;
- Só a manifestação de vontade expressa dessa forma torna o voto válido para efeitos do apuramento do número de votos recebidos por cada lista e da sua conversão em mandatos, nos termos estabelecidos no artigo 16º da referida lei eleitoral, de acordo com o método de representação proporcional;
- Assim, os votos em branco, bem como os votos nulos, não sendo votos validamente expressos relativamente a cada lista concorrente à eleição, não têm influência no apuramento do número de votos e da sua conversão em mandatos;
- Deste modo, ainda que o número de votos em branco seja maioritário, a eleição é válida, na medida em que existem votos validamente expressos e que apenas esses contam para efeitos de apuramento dos mandatos a atribuir.
[…]
Posto isto, depreendo que, se nas próximas eleições legislativas concorrerem todos os partidos existentes e que, hipoteticamente, só votarem em causa própria os filiados dos respectivos partidos, ganharia o partido com mais inscritos.
De facto, seria curioso aceder ao número real de filiados em cada partido (coisa que ainda não consegui), para aferir a proporcionalidade de voto nas últimas eleições.
Eleições Europeias: resultados globais em 2004 e 2009
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.Numa análise a grosso modo, sem ser especialista em estatística nem tão-pouco politóloga, verifico que a percentagem de votos perdida pelo PS (17,96%) abrange mais os 14,62% somados pela abstenção, partidos com acréscimo de votação e partidos a eleições pela primeira vez, do que o aumento em 6,81% do PPD/PSD partilhados com o CDS-PP, o que tendo em conta os mandatos caberia 5,45% ao PPD/PSD e 1,36% ao CDS-PP.
Com Vital ou sem ele, não creio que o PS atingisse resultados diferentes destes. A expressão dos cidadãos votantes denota claramente o desagrado com o governo vigente e com a alternativa mais evidente (não fosse o Rangel e o PSD teria ficado mais abaixo), onde o BE ganha notoriamente terreno.
PELA VERDADE...
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Não costumo usar os blogs ao serviço de questões pessoais. É estranho, mas é um modo de ser. Só que desta feita está em causa algo de nobre: a verdade num assunto de Estado.
Não quero entrar, nem entrei, por razões compreensíveis na questão Freeport, nem na matéria das pressões ou que se aleguem terem sido pressões. Não conheço os factos e só falo do que sei. Além do mais, desempenho um cargo na Ordem dos Advogados que me obriga ao dever de reserva.
Ora sucede que na sua edição de hoje o jornal Público recorda a demissão de Alberto Costa, actual ministro da Justiça, por despacho meu. Sob o título «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz», o jornal relata as razões da demissão e a sequência da mesma.
O texto, que está todo aqui, tem, porém, uma omissão, pelo que na memória dos que lerem, ficará assim a pairar uma versão incorrecta dos factos e sobretudo uma versão que o demitido tentou passar para a imprensa quando de uma visita oficial sua ao território de Macau, em2005 e que tive de desmentir então: a de que o acto de demissão fora, afinal, ilegal, e por isso anulado pelos tribunais.
Terei permitido tal omissão ao não ter aceite falar com o jornalista?
Talvez. A discrição tem destes efeitos.
Cito, pois, aquilo que acabo de comunicar ao jornal, esperando publicação e para que fique assim mais substanciada a verdade:
«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de
que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos.
Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que
morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir aqui. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».
Publicada (05.04.09) por José António Barreiros *
“Este Governo não cairá porque não é um edifício, sairá com benzina porque é uma nódoa.”
Não queremos o Acordo Ortográfico!
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Para mais informações sobre este atropelo à língua portuguesa, para além desta página no Facebook, poderá consultar “Desacordo Ortográfico: tudo sobre, todos contra”, ambas da autoria de João Pedro Graça.
"Movimento para a Democracia Directa - DD"
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António Balbino Caldeira, no blog Do Portugal Profundo, informa da criação do Movimento para a Democracia Directa, expressando que: É esta a hora, e nenhuma outra tardia, de criar um movimento para a democracia directa. Um movimento de cidadania activa, que congregue cidadãos de diversas origens, cores e áreas políticas, filosóficas, religiosas e culturais, para restabelecer as regras do jogo democrático. Um movimento - que não é um partido - para promover a reforma da democracia representativa e recuperar o poder do povo, usurpado por representantes iníquos.No mesmo artigo é publicada a Declaração de Princípios, que hoje – 28 de Março de 2009, pelas 15 horas – dá arranque a este Movimento, numa reunião a acontecer no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, aberta a todos os que concordam com a mesma, tendo por mote “traga um amigo também”.
Para mais informações sobre esta iniciativa, visite o blog Do Portugal Profundo ou escreva para democraciadirecta.portugal@gmail.com.
«A situação gravíssima do País, sofrida no descalabro da alta/baixa política, reclama a bravura da intervenção pública. Por isso, é hora de convocar os cidadãos de boa fé e rija fibra, para a renúncia do conforto, o risco da iniciativa e o esforço do serviço humilde da comunidade. Quem sinta, que se junte! Quem sofra, que se erga! Quem queira, que se una! Puxemos para a acção conjunta a alma justa e vigorosa dos cidadãos preocupados!»
Petição é uma coisa, Manifesto é outra
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Está mais que demonstrado o descontentamento da grande maioria dos Portugueses com o rumo do país, e com as práticas dos quantos têm um lugar de comando/relevo nas mais diversas partes que compõe o todo do nosso sistema. Se por um lado, e já aqui o critiquei, o Povo parece letárgico ao que lhe sucede, por outro, é de louvar os actos de cidadania e os apelos à acção que não se ficam pela crítica fugaz, são expostos com fundamento e, de preferência, com contrapropostas.
Na miscelânea de rogativas, é notória a confusão que se faz entre Petição e Manifesto. Se a primeira obedece a regras para ter carácter legal que suporte o intento e a tramitação, o segundo já não. Ou seja, enquanto uma Petição é uma reivindicação que carece de dados identificativos (3, artigo 6.º), podendo apresentar medidas administrativas e/ou legislativas, no Manifesto tal não acontece, consistindo numa declaração de intenções com carácter discursivo e persuasivo, bastando a assinatura dos concordantes. É de referir que ambos têm carácter cívico e devem ter razionabilidade no conteúdo que apresentam e a quem se dirigem, caso contrário, não só tendem ao ridículo como banalizam um dos recursos de intervenção legal dos cidadãos junto dos órgãos de soberania e de mais autoridades públicas.
É exemplo cabal a que é advogada, enquanto primeiro signatário, por Daniel Oliveira como apelo à demissão de Dias Loureiro do Conselho de Estado, em virtude da sua participação no Caso BPN (que pessoalmente considero intolerável), tendo o próprio como destinatário. Daniel Oliveira, pelo papel que tem e status que ocupa na sociedade portuguesa, deveria saber o que acima enunciei, se não sabe, tivesse pesquisado para enriquecer os seus conhecimentos e evitar o descrédito, se não seu, pelo menos da coerência do que declara, que em última análise é um Manifesto. Espera-se o quê? Que Dias Loureiro responda como previsto na Lei? Que convoque o signatário para completar a Petição e clarificar o seu intento? Que se cubra de vergonha por uma réstia de sentido ético e se demita? Toda a sua envolvência nesta trapalhice não prova o inverso, que se trata duma pessoa que faz por esquecer o que é a responsabilidade e hombridade?
Outro contra-senso são as Petições que pretendem deliberação plenária, mas que não cumprem os pressupostos da Lei, como o fornecimento dos elementares dados identificativos que à sua falta eliminam automaticamente a subscrição - estas são a rodos -, ou as que se apresentam a tribunais quando estes constituem a excepção, tendo como consequência o indeferimento liminar, independentemente do seu cariz humanitário.
Se umas pecam por excesso, outras pecam por defeito. Bem sei que os sites especializados em Petições online são estrangeiros e com idiomas que não comportam o significado dum Manifesto, mas por favor, se efectivamente não se tratar duma Petição, tenham o cuidado de ter um preâmbulo que pode ser utilizado para isto mesmo, clarificar que se trata dum Manifesto. O inverso também se aplica, se a intenção é a que assenta no legitimado Direito de Petição, pelo menos, dêem-se ao trabalho de a fazer com rigor para não se desperdiçar uma labuta cívica.
Que esperavam de um governo socialista?
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"Muitas escolas do primeiro ciclo começaram este ano a intercalar as Actividades de Enriquecimento Curricular com as lectivas. Os pais afirmam que está posta em causa a sua liberdade de escolha e que na prática as AEC estão a tornar-se obrigatórias"
Os pais deste país - não todos, mas uma larga maioria - estão preocupados em deixar os filhos entregues a alguém sempre que vão para os empregos. Alguns até gostariam de os deixar nas escolas durante a noite para não incomodarem. Enfim, pretensões legítimas, embora erradas.
Os restantes pais, aqueles que se preocupam com a educação que a escola dá aos seus filhos, começam agora a acordar: afinal, a escola a tempo inteiro, facultativa como dizem aqueles que a pariram, obriga os miúdos a esperar que os colegas realizem as AEC para, mais tarde, continuarem com as aulas que se interronperam por causa sdo Apoio ao Estudo, do Inglês, da Educação Física ou outra AEC.
Ou seja, na Escola Socialista a Tempo Inteiro, as AEC têm tanta importância e prioridade como a aprendizagem do currículo, da língua e da matemática...
A Escola Socialista a Tempo Inteiro trouxe, para aqueles que andam mais distraídos, algumas novidades "pedagógicas" que convém não esquecer:
- As aulas deixaram de ser o objectivo principal da escola que passou a ter como objectivo a guarda e entretenimento dos alunos das 9 às 5.
- As Actividades de Enriquecimento Curricular (nome pomposo para Recreio com Animadores) precisam de ser "organizadas", "geridas" e "acompanhadas" tal qual as aulas. Mais, ao contrário destas, aquelas envolvem a gestão de alguns milhares de eurinhos e dão emprego aos amigos e conhecidos.
- A gestão das AEC têm por base, NÃO o interesse dos alunos, mas SIM completar os horários dos amigos a contratados.
- Por causa das AEC muitas crianças estão a ter aulas em contentores. Com ar condicionado, diz qualquer chuchalista que se preze.
- Por causa das AECs e dos Contentores, milhares de crianças ficaram sem espaço de brincadeira nos recreios. E, porque os pátios e todos os espaços estão ocupados a tempo inteiro, quando chove ficam confinadas à sala de aula, que também é a sala onde fazem ginástica e a outras "actividades".
- Por causa das AEC decorrerem em simultâneo com as aulas, o âmbiente de ensino é ruidoso, desmotivador e nada propício à aprenizagem.
- Para satisfazer interesses que não os dos alunos, muitos PCEs colocam as AEC intercaladas com as aulas daí resultando que os pais, que não precisam dessa espécie de entretenimento para os filhos, são obrigados a inscrevê-los sob pena de os petizes ficarem sozinhos e abandonados enquanto os restantes estão nas AECs.
- As actividades de educação física são realizadas sem as mínimas condições de higiene e segurança: os alunos têm actividades físicas nos contentores onde têm as aulas, nos átrios e recreios e, no fim da actividade não há sequer balneários para as crianças aprenderem a cuidar da sua higiene; não se respeitam horas de almoço nem de digestão; ajuda-se mal, exlica-se pior.
- As AEC são realizadas, em muitas escolas, por jovens rapazes e raparigas sem qualquer formação, aos quais se paga uma mixórdia.
Mas isto não interessa, pois não?
O que interessa é propagandear-se que agora temos escola a tempo inteiro (mesmo que seja só até às 17h) e antes deste governo não tínhamos.
O que interessa é que os paizinhos deixem os miúdos de manhã na escola e não se preocupem mais com eles até à noitinha quando os forem levantar, não é verdade?
Não se acautelem portugueses, que os governantes socialistas, que já indicam o médico que devem procurar para resolver os VOSSOS problemas de saúde, o tribunal onde VOCÊS podem procurar justiça , a escola onde hão-de educar os VOSSOS filhos e a segurança social onde depositam o VOSSO pé-de-meia para a reforma, ainda VOS hão-de dizer como devem vestir os VOSSOS filhos; o que lhes devem dar a comer, o que está certo, o que está errado, o que é melhor e o que é pior para vocês ... Enfim, não teremos trabalho nenhum, nem de pensar sequer, pois os nossos governantes - grandes e pequenitos - pensam por nós.
Corremos é o risco sério de sermos tratados como carneiros a quem os governantes - mais os pequenitos que os grandes, é certo - indicam o redil.
Reitor
http://educacaosa.blogspot.com/2008/10/que-esperavam-de-um-governo-socialista.html
Um Hino em perpétuo movimento
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Depois de ler o texto, com o qual concordo, fiquei, porém, sem palavras… quanto à expressão musical que lhe propõem atribuir.
Embora sabendo o significado da palavra “Hino”, fui confirmar (não fosse ter havido alteração da sua definição...) o sinónimo ou designação de Hino, aqui e aqui.
Trata-se de uma expressão poética (?) popular, sarcástica e irónica (sim) que traduz a imagem do nosso povo, retratando bem como somos (sim) mas somente aceitável como letra de uma canção "pop" de critica social mais adequada a um qualquer “rapper” ou enquadrada na tónica de um Sérgio Godinho ou de um Vitorino, sem desmérito para os mesmos, claro.
Sendo um hino nacional a expressão de um louvor à Pátria, considero também que “A Portuguesa” se desenquadra da nossa realidade actual. De facto já não marchamos contra os canhões, nem há barões a assinalar!
Mas, por favor, que se arranje uma outra forma de canto pelo nosso País que exalte a sobriedade da questão…
Não brinquemos com coisas sérias!! Todos nós pagamos para que os nossos deputados cumpram as suas obrigações... já o fazem mal, mas isto!!!
O País está de rastos, é certo, e precisa de mudar, também é certo, mas esta proposta não é, na minha opinião, minimamente aceitável.
A ideia de base (chamar a atenção para a mudança) que expressam é perfeita, mas acharão os peticionários que a sua proposta, a ser aceite (?), é digna de ser escutada em cerimónias oficiais (num pódio, numa parada militar, etc) como representação histórica ou de louvor da nossa Pátria!?
Para aceder e ler aqui, caso se queiram dar a esse trabalho.
E será assim que pretendem apresentá-lo?
EDP - Consulta pública
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Se a dita proposta vingar, não tardará muito para que os cidadãos cumpridores paguem outras dívidas por cobrar, como por exemplo da água, gás, telefone, televisão por cabo, internet ou quem sabe até mesmo empréstimos bancários. Reproduzo um mail recebido, de muita importância pelo que carece da participação de todos nós:
Amigas(os),
Passem este e-mail a todos os vossos contactos e mobilizem-nos a enviar o e-mail que está a bold para o endereço abaixo.
É que se não houver gente suficiente a participar na consulta pública eles vão mesmo pôr-nos a pagar a factura de electricidade dos devedores.
Chamo a vossa atenção para a mensagem que se segue, uma vez que é do interesse de todos reclamem e passem ao próximo.
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Caros amigos,
Esta malta pretende pôr os cidadãos comuns, bons e regulares pagadores, a pagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP, num total de 12 milhões de euros e, para o efeito, a entidade reguladora está a fazer uma consulta pública que encerra em meados de Julho.
Em função dos resultados desta consulta será tomada uma decisão. Esta consulta não está a ser devidamente divulgada nem foi publicitada pela EDP, pelo menos que eu saiba. A DECO tem protestado, mas o processo é irreversível e o resultado desta consulta irá definir se a dívida é ou não paga pelos clientes da EDP.
A DECO teme que este procedimento pegue e se estenda a todos os domínios da actividade económica e a outras empresas de fornecimento de serviços (EPAL, supermercados, etc.).
Há que agir rapidamente. Basta enviar um e-mail com a nossa opinião, o que também pode ser feito por fax ou carta mas não tenhos os elementos.
Peço que enviem o mail infra e divulguem o mais possível, para bem de todos nós cumpridores.
Enviar para: consultapublica@erse.pt
Exmos. Senhores:
Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a V. Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à "proposta" – que considero absolutamente ilegal e inconstitucional – de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.
Com os melhores cumprimentos,
CRIL - ILEGALIDADE ASSUMIDA
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A CONFIRMAÇÃO!!
Projecto adjudicado para a conclusão da CRIL é ilegal.
Governo admite que o projecto adjudicado para a conclusão da CRIL não é o mesmo que esteve em Avaliação de Impacte Ambiental.
O Sr. Ministro do Ambiente, afirmou na Assembleia da República que o projecto que foi adjudicado para a conclusão da CRIL não corresponde ao que esteve em Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).
Disse ainda que se trata de um novo projecto, ao qual está a ser feita uma avaliação, não se podendo dizer ainda (antes dessa avaliação) se esse novo projecto é melhor ou pior. Concluiu, dizendo que a decisão ainda não está tomada.
Veja-se no link as declarações do Sr. Ministro do Ambiente quando interpelado pela Sra. Deputada Heloísa Apolónia:
http://www.cril-segura.com/galeria/videos/video_20080520cplaot.html
Em resumo, o Governo assume que o projecto que foi adjudicado não é o mesmo que esteve em AIA, contrariando o que está estabelecido na lei, menosprezando a participação dos Cidadãos em sede de Consulta Pública e os pareceres da Agência Portuguesa do Ambiente. Adjudica-se, e, logo se vê...!!
Afirma também, não saber se este novo projecto é melhor ou pior. Depende da avaliação que está a ser feita?
Quanto à violação da Declaração de Impacte Ambiental, disse ter sido feito um pedido para que a mesma seja revista tendo em conta o novo projecto. Em suma, o Governo pretende "legalizar a violação" da Declaração de Impacte Ambiental.
Será que o Sr. Ministro desconhece que a obra já foi adjudicada e que as máquinas já estão no terreno a dar execução a este "novo projecto", estando a decorrer expropriações a que este novo projecto obriga?
Estas declarações do Sr. Ministro do Ambiente vêm confirmar tudo aquilo que temos vindo a afirmar quanto à ilegalidade de todo este processo, e quanto à incapacidade do poder político perante as pressões dos interesses envolvidos no projecto de urbanização Falagueira/Venda-Nova, que têm condicionado este projecto rodoviário de extrema importância para a Área Metropolitana de Lisboa.
Tendo em conta a gravidade da situação, consideramos que o Sr. Presidente da República devia tomar uma posição com carácter de urgência. Está em causa o Estado de Direito e as regras que regem a nossa Democracia.
Esperamos também, que os tribunais tomem uma posição no sentido de se fazer cumprir a lei.
No sentido de denunciar esta situação ilegal, intolerável num País Democrático, estamos a ponderar uma série de acções que visam tornar este caso conhecido internacionalmente.
É importante que a Comunidade Europeia tenha conhecimento, de que no nosso País, uma pequena elite minoritária tem poderes que se sobrepõem aos poderes do próprio Estado, transformando a nossa Democracia numa "espécie de Democracia".
NO TO LISBON TREATY - EUROPA LIBERA
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No NÃO da Irlanda ao Tratado de Lisboa, reside também, a soberania de Portugal.
Em defesa da língua portuguesa
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Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
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Os signatários,
Ana Isabel Buescu
António Emiliano
António Lobo Xavier
Eduardo
Lourenço
Helena Buescu
Jorge Morais Barbosa
José Pacheco Pereira
José da Silva Peneda
Laura Bulger
Luís Fagundes Duarte
Maria
Alzira Seixo
Mário Cláudio
Miguel Veiga
Paulo Teixeira Pinto
Raul Miguel Rosado Fernandes
Vasco Graça Moura
Vítor Manuel Aguiar e
Silva
Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho
Zita Seabra
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Caso pretenda adicionar a sua assinatura a este Manifesto, CLICK AQUI
Processo crime contra denunciante de violações de Direitos Humanos nas prisões portuguesas
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"[...] Na verdade, o Cidadão António Pedro Dores, investigador, Sociólogo, Professor Universitário (dos propriamente ditos) e militante dos Direitos do Homem, tem bem presente o universo das normas internacionais em vigor que se mostram violadas ou ignoradas nas queixas que recebeu e tornou públicas, quanto às normas cujo modo de revelação assenta na actividade da Organização das Nações Unidas [...] E isto dá bem a noção do que discutiremos depois deste processo e independentemente da natureza e alcance da sua decisão (seja tal decisão o que for), porque, como bem se sabe, em Janeiro de 2007 (ano da decisão instrutória) Portugal fora repetidamente condenado no Tribunal de Estrasburgo porque não demonstrara a necessidade em contexto democrático da condenação penal por alegada injúria ou difamação através da Comunicação Social (e ainda em Janeiro foi publicado o relatório do Conselho da Europa sobre as prisões portuguesas que, embora lacunar, é globalmente confirmativo das queixas recebidas pelo Prof. António Pedro Dores e que este, no estrito cumprimento dos deveres que o Direito lhe fixa, trouxe ao conhecimento público [...] este pronunciamento traduz a liberdade de expressão, sim, com o matiz da sua forma qualificada da liberdade de imprensa, claro, mas com a intensificação especialíssima da liberdade de consciência quanto ao sujeito que fala, em defesa da Dignidade Humana ofendida contra norma expressa [...]"
Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais
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