Faceboom: o maior Clube do mundo
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Politicagem
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" Guerrilha ideológica" ou o 10/08/2009 como Restauração da Monarquia
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Do 31 da Armada, com passagem no Telejornal da RTP 1
Segundo o Expresso, o hastear da bandeira monárquica «decorreu durante a noite "apesar da forte vigilância policial"» e que «"na sequência do incidente, o município de Lisboa tomou medidas no sentido de averiguar as circunstâncias em que este ocorreu, tendo participado o caso às autoridades competentes"».
Palpita-me, não sei bem porquê, que a vigilância era tão forte, mas tão forte, que o Darth Vader teve que convocar o dark side of the Force de Lisboa e arredores para conseguir este feito. Será que António Costa prepara o regresso dos clones?
Aquecimento Global!
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Dá que pensar!
Vinde amigos e bebamos
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TALVEZ SEJA TARDE DEMAIS (Conto)
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Foi um acaso que fez com que te encontrasse e os nossos caminhos se cruzassem... Um olhar cruzado num segundo e aquela música, no ar, bastaram para que eu estremecesse. Senti-me presa!As tuas palavras tocaram-me cá dentro, bem no fundo, e eram todas feitas de ti, davas-me, a cada instante, pedacinhos da tua essência. Recolhia-os e confortavam-me, faziam-me ganhar confiança, trouxeram-me a esperança de ter encontrado realmente alguém... Alguém muito especial, único e genuíno, como tu és!
Entregaste-me o teu olhar, a tua confiança, o teu abraço, o teu gostar de uma maneira especial e que, de tão especial, passei a trazer no coração como único.
Foste capaz de coisas que mais ninguém ousou alguma vez dizer-me ou fazer-me sentir.
Comecei a amar-te, guardando-te dentro de mim.
Fiquei atordoada naquele misto de sentimentos, já quase esquecidos e, ao mesmo tempo, sem jeito... Surgiu o medo de te perder, apoderou-se de mim, e eu não fui capaz de ver o que era óbvio: deixei-me vencer pelas inseguranças, pelo sentimento de posse, por questões e situações... e até pelo ciúme, confesso.
E por ser assim, estar a viver num sonho, atrapalhei-me, confundi tudo e só consegui magoar-te mais e mais... sobretudo a ti!!
Magoei-te. Muito. Magoei-te tanto que sinto que não encontraste, ainda, dentro de ti, espaço suficiente para me perdoares, para acalmar a tua e a minha dor. Sim, porque me vai doer sempre o facto de te ter magoado tanto!
Pedi-te, muitas vezes, calma quando quem precisava dela era eu. Pedi-te tantas vezes perdão! Pedi-te tempo!
Devia ter tido consciência de que apesar de dizeres sempre que estava tudo bem, nada podia estar bem... e eu não consegui ver os sinais do abismo que se ia instalando entre nós!
E tu foste-te remetendo ao silêncio, para poderes sofrer sozinho...
Gastei palavras, entre soluços e lágrimas... Gastei-as por não saber o que dizia e grito, hoje, entre as minhas quatro paredes, a dor que sinto por te ter feito sofrer assim...
Agora, custa-me aceitar não ter sido capaz de te fazer feliz... a ti que dizias ter encontrado, em mim, o teu porto seguro, a tua felicidade, a tua coesão e plenitude!
Meu Deus, o quanto te desiludi!!
Nada mais posso dizer ou pedir, apenas sei que, no fundo, tens medo de mim, das minhas reacções, contrárias aos meus actos.
Foi um olhar e um desejo que fez cruzar os nossos caminhos...
Senti em ti essa força que dizes não ter e tens, a emoção com que vives as coisas mais simples, e esse coração tão grande que possuis... Sim, acredita em mim pelo menos uma vez... Foi tudo isto que vi em ti e me fez admirar-te, nos aproximou e me fez amar-te tanto!
Só que aquele “segundo” e o brilho daquele olhar perderam-se, já não os tenho nem encontro em ti.
Restará agora, para ambos, apenas a sua recordação, a recordação de todos os bons momentos que passamos juntos.
Creio que agora já não é possível voltar atrás, mas viverás para sempre em mim!
Novo serviço
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Prevenção!
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Yes We Can!
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Etiquetas: Figuras Públicas, Imaginação e Criatividade, Via mail"7200 Anos-luz": um português em competição internacional
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Este concurso internacional visa promover a criação de originais e criativas animações independentes, tendo a particularidade de 3 dos resultados serem de acordo com a votação dos visitantes ao site do aniBoom - a que se segue um ranking de acordo com essa mesma votação -, e outros 3 de acordo com a avaliação dos juízes.
A votação termina já amanhã, 14 de Dezembro, e o “7200 Anos-luz”do Ricardo encontra-se neste momento em 6º lugar entre os 1293 vídeos em competição, com grandes possibilidades de subir no ranking dos visitantes.
Como votar? É muito simples:
Basta que aceda ao aniBoom ou que entre directamente pelo “7200 Anos-luz”.

[clique na imagem para ampliar]
Para que a sua votação seja válida deve estar registado(a). Se ainda não está, em menos de 1 minuto poderá fazer a sua inscrição, para tal basta que se inscreva em SIGN UP ou que clique nas bombinhas RATE, que abre uma janela para se inscrever.
Mal complete a inscrição, pode atribuir a sua pontuação, clicando novamente nas bombinhas.
Criatividade em NY by Ricardo
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O meu sobrinho Ricardo, que se encontra em Nova York, realizou um pequeno filme “7200 Anos-Luz”, e foi convidado para o submeter ao festival aniBoom online.
Neste momento encontra-se na 7ª posição, mas tem fortes hipóteses de vencer o concurso.
Para participar só são necessários uns breves minutos, fazendo a respectiva inscrição na página, no sentido de votar e comentar.
Os votos são atribuídos nas “bombinhas” e o número de comentários ilimitado, cada pessoa pode comentar as vezes que quiser.
Como considerei o trabalho de excelente criatividade, embora a minha opinião seja suspeita, deixo-vos o vídeo para que o apreciem, pedindo a vossa colaboração na votação do mesmo.
Agradeço a todos a atenção que lhe possam dispensar.
Muito obrigado.
Maria
Partida de um Anjo
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Um dia, olhei para o lado e vi-o ali, a sorrir para mim, sorri também e fiquei com medo... medo de um sentimento tão forte que começava a nascer no peito e que parecia querer transbordar cá para fora! Senti um medo terrível de contemplar toda aquela beleza e perfeição, medo de o ter, porque era demasiado bom para mim.
Era tão belo e perfeito que eu comecei a viver apenas dele e para ele... Só que, sem me dar conta, comecei a sugar-lhe toda a beleza e perfeição para me alimentar dele... Muitas vezes pensei que ele iria fraquejar, desistir de mim mas, como anjo bom que era, não desistiu, ficou sempre comigo, como havia prometido!
Porém, lentamente, comecei a senti-lo cada vez mais fraco, cada vez mais triste... mas firme sempre ao meu lado!
Até que me apercebi que já não tinha mais nada para lhe dar, nem ele a mim, e eu olhei para o meu Anjo e vi o cansaço e a tristeza que eu, de certo modo, lhe ia provocando e previ que, mais dia menos dia, ele deixaria de ser o meu Anjo do Amor.
A determinada altura, também já exausta de tudo, já não sentia o mesmo por este Anjo!! Preferia o outro, aquele que era aberto para mim e que agora se fechava na sua concha, que antes conversava muito comigo e que agora se calava cada vez mais, que antes me contava os seus mais íntimos pensamentos e que agora os guardava, que antes partilhava tudo comigo e que agora se resguardava, que antes era alegre e que agora era muito triste... queria aquele Anjo que me dava Vida e Esperança, me fazia rir e sentir bem, e que agora me fazia ficar confusa, insegura, triste e com uma dor permanente no coração...
Sei que ele tentou sempre recobrar forças, dar-me uma última réstia de amor... sempre senti isso, mas deixei de ter força para entender e aguentar os seus silêncios, as suas tristezas e, no extremo, a sua dor infinita e sempre constante...
Cheguei à conclusão que o meu Anjo mudou, que tenta percorrer um caminho... que eu desconheço, porque já não fala comigo sobre si... fechou nas suas asas!!!
E eu comecei a sentir-me desiludida, impotente, incapaz, absorvendo todo aquele sofrimento!
Comecei a achar que o meu Anjo do Amor já não tentava voar comigo, já não sonhava comigo, já não queria acabar os seus dias comigo, nem aterrar naquele mundo que sonhámos criar para nós, longe daqui e de todos, em busca da nossa felicidade...
Esgotamos as palavras... Já nada do que eu digo tem valor e quando parece ter ou sou sempre exigente, ou centro tudo em mim, ou sou dura ou sou injusta!!!
Preferimos calar-nos, já não nos entendemos nem nos vemos mutuamente como portos seguros.
E para não o fazer sofrer mais por um amor sem futuro, mandei-o embora!
E ele foi, cansado de tudo, triste, abatido, sem beleza, perfeição ou amor para dar.
Depois de ele ir, apercebi-me que já não tinha mais nada, que era ele a fonte de tudo aquilo que eu tinha, a fonte da minha Vida onde eu tinha ido beber um amor que nunca tinha sentido antes.
Era ele o meu Sol... eu apenas reflectia a beleza e a Luz que provinha dele... e quis tê-lo de volta! Mas o meu Anjo já cansado, desta vez, não voltou atrás!...
Agora apenas continua aqui... sinto-o, mas como Anjo Amigo, pousado ao meu lado, ensaiando o seu voo, recuperando as forças necessárias para isso.
Sei que um dia as vai recuperar, juntamente com toda a luz e beleza que lhe roubei e, então, ele voará para longe!...
Será o Anjo Amigo e Amor de alguém, provavelmente... Espero que ele seja muito feliz... que encontre não uma humana mimada e egoísta, mas outro Anjo tão belo e perfeito como ele, fazendo aquilo que eu não consegui... Fazendo-o FELIZ!
Comigo ficará apenas como Anjo Memória!
Teatro no Comadres
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CENAS DA VIDA DE UM PROFESSOR
CENA 1
(O professor passa apressado em frente à barbearia.
BARBEIRO:
Já não vem ao seu barbeiro!
Dispensou o meu serviço?
PROFESSOR:
CENA 2
(O professor está em casa a preparar aulas. Ouve o telefone e atende. É a mãe.)
MÃE:
Não ligas à tua mãe!
E andei-te eu a criar!...
PROFESSOR:
CENA 3
(O professor está em casa a corrigir testes. Tocam à campainha.
IRMÃO:
Há tempos que te não via.
Já não telefonas, não sais...
Como eras... quem diria...
PROFESSOR:
Já nem janto nem almoço.
Sabes que esta vida é dura.
IRMÃO:
Mais parece uma prisão.
Voltaste à ditadura.
CENA 4
(O professor passa apressado em frente de um restaurante.
DONO REST.:
Que antes comia aqui
Cabidela e feijoada?...
PROFESSOR:
Dentro do meu pensamento.
Só há trabalho e mais nada.
CENA 5
(O professor está no quarto com a esposa.)
ESPOSA:
Já não sinto em ti calor.
Ponho roupa provocante,
Mas tu pareces distante.
Olhas triste para a janela...
PROFESSOR:
Mas só penso na Ministra,
Já só me excito com ela.
CENA 6
(O professor está em casa, de volta dos livros.
Que já não falas comigo...
Perdeste a devoção?
Sou santo conhecedor.
Sinto tua angústia e dor
Dentro do teu coração.
PROFESSOR:
Dirigia-te oração,
Era teu adorador.
Mas com esta profissão,
Já não tenho tempo, não.
É vida de professor...
Menino Jesus, livra-te de ires para professor!
CENA 7
(O professor está no quarto, a colocar roupa numa mala de viagem.
FILHO:
Estás a pensar dar à sola?
Deixas-me a mim e à mamã?
PROFESSOR:
Vou viver para a minha escola.
Já lá fico para amanhã.
(O professor vai à igreja confessar-se ao padre.)
PROFESSOR:
PADRE:
A Deus Pai pede perdão.
Compensa o tempo perdido.
Regressa à tua missão.
CENA 9
(O professor vai a uma consulta de psiquiatria.
PROFESSOR:
O que seria de mim
Sem poder ir trabalhar?!
CENA 10
(O professor está já morto e enterrado. Vê-se a lápide.
Ouve-se uma voz narrando o que aí está escrito.)
VOZ:
Faleceu de exaustão,
No meio da papelada.
Abençoado sejas.
Ficarás sempre no meu coração.
Oportuno
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Via mail do Lumife, que remete para a publicação da Maria no Diário Gráfico
CONTO (I) - Não te posso ter...
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Olhei-te, com infinita ternura, à transparência das vidraças da alma e emudeci rendida. A voz, fortemente embargada pela comoção… Foi surpreendente a forma, como me tocaste. Absolutamente indescritível e arrebatadora!Levaste-me muito para além de mim e de todos os limites… Por ti desobedeci e transgredi, ultrapassei regras e convenções, superei, até, as fronteiras físicas do meu corpo.
Permaneço, agora, a planar entre o Céu e a Terra, algures no meio de coisa alguma, na proximidade do lugar onde pressinto que estejas, de sorriso franco e braços abertos, para me receber.
E subitamente, como num simples passe de mágica, tudo em volta, se transforma. Os dias, habitualmente baços, ganham a cor e o brilho únicos dos instantes de felicidade. Os rostos anónimos e sempre fechados dos transeuntes tornam-se expressivos e afáveis. Os detalhes mais insignificantes, aqueles a que vulgarmente não se presta atenção, tornam-se distintos e imbuídos de assombro. E até a própria vida, que antes se perfilava monótona e pardacenta, parece despertar de um feitiço, agitando-se e fervilhando de paixão, numa sucessão de momentos inenarráveis e sublimes.
O simples reflexo da tua existência aconchega-me o espírito. Pacifica-me. Traz-me energia positiva. Sacia-me a sede e a fome. Concilia-me comigo mesma e com a natureza humilde das coisas.
Sem o saberes, és o meu refúgio secreto. Noite e dia. Minuto a minuto. Desde que acordo até que adormeço. Estás no mais breve sopro do ar que respiro. Em cada pequeno fio urdido na complexa teia dos meus pensamentos. Na distância dos sentidos. Na ausência dos abraços… Os nossos dias dourados! Dias de encontro, de dádiva, de entrega. Dias de eternizar Espírito e matéria. Os nossos dois mundos, inconcebivelmente tão díspares mas liminarmente tão próximos!
Sem o saberes, és a força anímica de todas as horas, no duro confronto que faço com a realidade. O porto de abrigo das minhas emoções. O local recôndito e sagrado onde ancoro, em silêncio, para retemperar as forças, agradecer a Deus e buscar um novo alento.
Sem o saberes, és o mais belo e precioso presente com que a vida me brindou, desde que te conheci!
Sem o saberes, lentamente, entregaste-me a tua emoção e com ela coloriste o meu mundo com as tuas cores quentes... Trouxeste contigo o calor do teu amor.
AMO-TE, mas não te posso ter...
The Story
The world needs a tape like this...
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Como nos informa o Portugal Diário, este é o título da recente campanha de fitas adesivas da TESA elaborada pela agência brasileira HEADS, merecedora de prémio por este trabalho que pretende levar a Cannes, desconhecendo-se, se o produto será publicitado em Portugal desta forma.
Freud impulsionado pela sua auto-análise, publica o “Psicopatologia da vida quotidiana” em 1904 (ou será 1901? Também não importa para o caso…), no qual, entre de mais conceitos, teoriza o célebre fehlleistung, ou acto falhado ou acto falho ou parapraxis ou act manqué ou lapso freudiano ou “fugiu-lhe a boca para a verdade", dependendo do autor da tradução.
Ora, dada a importância das condições motivacionais inconscientes, o acto falhado – falhas da memória, palavra ou acção – é manifestação de um desejo angustiante, presente mas que se esconde, como organização dum compromisso entre a intenção consciente e o recalcado. Quer isto dizer, o desejo inconsciente recalcado, consuma-se em acto falhado, na sua forma manifesta.
“Irá colocar essa questão com os óculos-de-sol postos? Para a assistência não está sol.”George W. Bush, dirigindo-se a um repórter cego durante uma conferência de imprensa.
"Eu sou o melhor líder político na Europa e no mundo."Silvio Berlusconi, anterior Primeiro-ministro de Itália, durante uma conferência de imprensa.
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Despertar para a POESIA
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A professora de Português da Ana, minha filha mais velha, que frequenta o 8º ano de escolaridade, pediu aos alunos da turma para redigirem um poema subordinado ao tema "Ser Poeta é...". Ser Poeta...
É sobrevoar o pensamento,
É caminhar pelas nuvens e sonhar,
É ter o dom das palavras,
É ir além da fantasia,
É viajar sem sair do sítio,
É ter os sentimentos na ponta do lápis,
É ser fiel a si mesmo,
É tornar real o inimaginável,
É ser mágico e enfeitiçar as palavras,
É escrever aquilo que se ama,
É navegar através da imaginação,
Ser poeta é sentir a poesia...
É sentir a Vida!




