Parabéns Chica, 18 anos!
...
Parece que foi ontem, mas é sempre assim, não nos damos conta do tempo passar por nós, e sobretudo pelos filhos.Nasceste antes do tempo, apressada, minúscula, com problemas tubos e angústias. Foi um primeiro mês duro, não comias, emagrecias, enfim uns dias longos!
Eras muito pequena, mas nasceste com uns pulmões, que a casa ia abaixo. Dormias o dia todo, fazias os encantos das visitas. Que querida, bonita, sossegada!
Berravas a noite toda, era um desespero, as horas passavam, e tu nada, olho aberto, desperta como se fossem sete da manhã.
Eras um bebé lindo de morrer, careca, sorridente!
Fazias asneiras a torto e a direito, fizeste tudo cedo, sentar, andar e falar.
Falavas tão bem que impressionavas toda a gente, portantos! Dizias tu desmultiplicando-te em gestos, fazias o encanto do teu Avô.
Limpaste tão bem o meu telemóvel com ajax, que ele ficou limpo de vez, amei ver-te crescer! Mesmo Filha!
Passamos tempos complicados as duas, aqui no Porto! Tirando o teu acordar, e alguns dias mais irritadiços…
Queria dar-te os parabéns pelos teus 18 anos Chi!
E dizer-te que és uma das minhas melhores amigas, que és uma excelente companhia, tens um carácter, uma postura de uma honestidade emocional e intelectual fora de série, és um amor de Filha!
O resto já tu sabes querida!
Tenho muito orgulho em ti!
Amo-te Querida Chi, meu Peixinho do Mar!
Vivência ou utopia?
...
o Estado Capitalista, o Estado Comunista e o Estado a que isto chegou"
Salgueiro Maia
Fonte da imagem: Cravado No CarmoNota: LIBERDADE e REVOLUÇÃO DOS CRAVOS na Wikipédia
Que os tem no sítio
...
TVI, Jornal Nacional, 22/04/2009
.
Nota: de acordo com a Marktest, na primeira quinzena de Abril, a TVI teve uma audiência média diária de 6,2 milhões de indivíduos, com um share médio mensal de 35,9%, seguida da SIC com 28,2% e por fim a RTP1 com 17,8%.
Enlouqueço-me!
...
Estala-me a cabeça, dói-me, enlouqueço em mim, giro à roda de muitas, sem saber a esta hora que pele visto.
Sinto-me a enlouquecer, esqueci-me da minha pele/capa, fingimento de mim para mim e para os outros!
Como hei-de andar, para onde? Ajudem-me, esvaneço-me no horizonte de mim, começo a tornar-me numa linha longínqua.
Terá sido no pensamento em ti e de ti, terás mesclado o meu destino? A mistura do nosso suor, as gotas da paixão, na união pura e simples, terá baralhado o meu caminho?
Por ventura ter-me-ás feito acreditar que a pele que dispo para ti, se colou em nós? Que o meu corpo me traiu na entrega ao teu, os pensamentos voam desordenados numa ânsia do teu beijo, do teu corpo, da força do teu abraço! Esse abraço forte que me toca no fundo do coração. Sim é verdade, fecho os olhos devagar, deixo-me ir, abandono-me em ti, colo-me no teu cheiro quente e forte, finalmente descanso na paz nesse momento único e grande.
A paz de um momento único, no meio de uma vida de alguém que sonhou em criança ser, aquilo que erradamente julgou bom. Uma guerreira de fé e de luta, numa busca inconsciente que se venceria a si mesma, que nessa derrota enunciada descobriria um herói! O tal!
Cavaleiro da paz e do amor, que ela, pequena, sempre mendigou, daqueles que endeusou, em Mitos, pequenos pecados carnais, em gestos inocentes, de quem ainda não sabe o abecedário nem as regras sociais.
O tal, saiu um mendigo de uma pequenez humana que depressa num monstro devorador da sua alma se tornou, e de perda em perda, assim cheguei a ti… Pequena outra vez, por caminhos penosos de quem se bate num tique permanente, pelo seu desamor, pelo facto de ter que mendigar, de quem de direito/dever, no mínimo um regaço teria de ter tido!
Assim atraquei no teu porto seguro, menina pequena num corpo de mulher que te devora, na ânsia de recuperar anos idos, amores perdidos, erroneamente passeie pela sombra até chegar a ti, agora vou pelo brilho das estrelas, pela luz da lua, pelo brilho do sol, hesito muitas vezes, escondo-me num jogo de sombras e reflexos, mas finalmente, vou tendo o meu regaço! :)
Inquietude!
...

Alguém me disse que eu tinha em mim inquietude, gostei! Costumam dizer-me um milhão de vezes “tem calma”, não te enerves, vai devagar…
Inquietude gostei, assim como se fosse uma busca em mim de mim, de mim nos outros, por aí, na lua, no sol, no mar, onde esteja a força da vida, a corrente da paixão, o brilho!
O pedido “calma” desperta-me angústia, juízo de valor, critica de ânimo leve, inquietude fez-me soar uma campainha, um alarme.
Inquietude acorda em mim, um bicho que me desperta para a vida.
Como se eu fosse feita de fases como a lua, umas bonitas, com brilho, outras definhando à procura do resto.
Fez-me sorrir porque a vida corrida faz-nos um bocado de disto, daquilo, tantos sonhos e esperanças, transformadas em “no possível”, na conta do banco, na crise, na precaução, e como eu não gosto dessas amarras e tantas outras!
Certos assim vamos indo num caminho que se vai estreitando conforme a idade vai avançando, num passo desacertado com um ar acertado, mas mil vezes com a alma em pedaços.
Muitos de nós não somos só esse produto mal acabado em que a vida nos transformou, somos carne, somos paixão, dor, alma e ardor.
Com um ar acelarado para não notarem o nosso ar aparvalhado, seguimos num caminho contrário, à nossa essência, à verdade da nossa alma, e ao gemer do nosso coração.
Afinal quem nos pode julgar, tanta exigência social, tantos deveres, tantas obrigações de darmos aos nossos filhos o que não nos deram de amor, liberdade, fraternidade e amizade, ao mesmo tempo prepara-los para o futuro mais incerto dos últimos trinta anos.
Apesar de tudo isso, ficamos nós, entre o passado recente e o resto do futuro, eu não consigo deixar de sentir essa inquietude, essa força que me invade quando menos espero, esse brilho que me transporta para além de mim, me une ao mar, à lua, ao calor do sol, e me faz sonhar, fazer versos, desejar ser livre da minha carga pesada muitas vezes para os meus ombros que rangem ao seu peso!
Quero esquivar-me deste espaço físico, onde espero um amor puro e forte, uma paixão desmedida, onde eu vou ser o resto da miúda exaurida na paixão imensa de entrar no mar numa noite quente de luar, nua para ti de preconceitos, etiquetas e papel de embrulho.
No teu abraço fechado, nos teus braços fortes, sei que me vou perder em ti, no teu cheiro e no teu calor.
Vou voltar a orgulhar-me da minha capacidade de amar, vou tocar-te todos os dias como se fosse a primeira vez e a ultima vez, em que me entrelaço em ti, me envolvo nesse brilho da minha inquietude de ser para ti.
Inquietude sim, isso sim!
Um manifesto sinal que ainda não me rendi, nem a mim!
Documentário: Maddie – A verdade da Mentira
...
Para ver, ou rever, este documentário click AQUI.
Muito ortodoxamente social-democrata
...
DVD Freeport às claras
...
Etiquetas: Estado da Nação, Figuras Públicas, Lei e JustiçaMar Revolto!
...
Quero pôr toda a minha força nestas palavras, elas que se juntem, que se unam, para que entendas o que sinto…entendas que é forte, é duro, que muitas vezes me desespera, estender o meu braço e não te sentir. Acordar e não te sentir respirar, irrita-me, indispõe-me, revolta- me! Cansada de ter problemas e não a porcaria de contrariedades que vejo nessas tipas de carros top, com jóias, brilhos e brilhantinas, que abundam por aí aos molhos…Farta de tanta pequenez de sentir, de gentinha que se aproveita e nos tira o melhor de nós em prol do pior deles, farta de tentar mostrar que sou forte, quando me correm as lágrimas pela tua ausência, que me sinto muito mais pobre por não estar contigo!
Que tanto me sinto assim como me sinto exaurida em ti, fortalecida por esse abraço, esse mesmo, não sorrias, bem sabes disso! Como consegues tanto de mim, como respiro melhor embalada nesse abraço que tanto tem de carinho, como me faz sentir desejada e amada. Esse arrepio que me percorre a espinha num desejo profundo em que os nossos corpos se unam nesse murmúrio quente e profundo, onde acabo num sono profundo, como criança renascida, da infância tão marcada pelo desamor!
Que contigo me embrulho num jogo de paixão, de desejo, onde não há preconceitos e receios, apenas a certeza de que cada milímetro de mim e de ti, serão nossos!
O meu desejo era não acordar de nós, ficar aí, nesse momento...Vá não sorrias, nesse nosso mundo em que nos tocamos, em que nos unimos num corpo só, suado e amado até à exaustão, nesse entrelaçar das almas com o sorriso meigo dos nossos corações.
Assim vou -me calmando de um mau dia, neste adormecer em ti, sonhando connosco!
PELA VERDADE...
...
Não costumo usar os blogs ao serviço de questões pessoais. É estranho, mas é um modo de ser. Só que desta feita está em causa algo de nobre: a verdade num assunto de Estado.
Não quero entrar, nem entrei, por razões compreensíveis na questão Freeport, nem na matéria das pressões ou que se aleguem terem sido pressões. Não conheço os factos e só falo do que sei. Além do mais, desempenho um cargo na Ordem dos Advogados que me obriga ao dever de reserva.
Ora sucede que na sua edição de hoje o jornal Público recorda a demissão de Alberto Costa, actual ministro da Justiça, por despacho meu. Sob o título «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz», o jornal relata as razões da demissão e a sequência da mesma.
O texto, que está todo aqui, tem, porém, uma omissão, pelo que na memória dos que lerem, ficará assim a pairar uma versão incorrecta dos factos e sobretudo uma versão que o demitido tentou passar para a imprensa quando de uma visita oficial sua ao território de Macau, em2005 e que tive de desmentir então: a de que o acto de demissão fora, afinal, ilegal, e por isso anulado pelos tribunais.
Terei permitido tal omissão ao não ter aceite falar com o jornalista?
Talvez. A discrição tem destes efeitos.
Cito, pois, aquilo que acabo de comunicar ao jornal, esperando publicação e para que fique assim mais substanciada a verdade:
«Demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de
que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos.
Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que
morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.
Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.
Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir aqui. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade».
Publicada (05.04.09) por José António Barreiros *
“Este Governo não cairá porque não é um edifício, sairá com benzina porque é uma nódoa.”
“Embalagem” sem rótulo
...
Se atentarmos por exemplo às características estereotipadas do género feminino, acções beneméritas ou profissão religiosa, é provável que se constate que muitas são o perfeito escudo para o agressor, pois em última análise são pessoas “acima de suspeitas”. Creio que o ancestral compartimentar dos abusadores sexuais em grupos tendenciais, por exemplo género masculino ou homossexuais, resulta do foco das primeiras denúncias, cujo amplo crescendo contribui para a desmistificação disto mesmo, em resumo, a “embalagem bonitinha" disfarça o veneno.
A pensar em ti!
...
Quero-te, preciso do teu abraço!
Leva-me daqui, no teu colo.
Abraça-me forte, embala-me,
Sem ti não sei sorrir!
Estou perdida sem ti e em ti,
Preciso do calor do teu corpo!
De te sentir em mim, e eu em ti,
Tenho frio amor! Vens buscar-me?
Mostra-me a luz do dia, o brilho do sol,
O encantamento da lua e das estrelas!
Contigo quero viver a sorrir,
Amar e ser amada no teu calor.
Quero acordar de noite contigo ao lado,
Sentir o teu cheiro, encostar-me a ti.
Abrir os olhos e ver-te iluminado pela lua,
Adormecer segura no teu colo meu.
Tenho frio amor! Chove muito!
Vem abraçar-me para sempre.
Não quero este frio triste,
Dá-me a tua mão quente.
Contigo em mim consigo acreditar,
Que o sol vai brilhar, e a noite vai ser quente.
Como preciso de te ter comigo,
Tenho frio amor meu!
"Yes, we can!"
...
«Nunca foi nossa intenção visar alguém especificamente. Não fizemos nada tendo em vista este Governo, mas um estado de coisas que nos revolta. Quando se fala em engenheiro não queremos dizer que seja o engenheiro José Sócrates, mas quem manda.»
"As letras são apenas alertas sociais" , afirma Zé Pedro, um dos elementos da banda.
Junto a minha voz à vossa!
Arqui-jogadas
...
MESMO QUE O TEMPO PASSE!
...

Não há nada que me faça dormir hoje!
Deixo de resistir...
Volto para o PC, ponho uma música a tocar, coloco os auscultadores, acendo um cigarro... e escrevo, numa tentativa absurda de te afastar...
Eu não te queria. Que direito tinhas de quebrar todas as barreiras? De invadir todos os espaços e, depois de os fazeres teus, me deixares aqui sozinha? Dou por mim a começar a odiar-te...
Agarro-me a todas as coisas boas, mas elas acabam por não me satisfazer e tornam-se ainda piores. E tu regressas de novo, tu a quem me rendi desde o início. E essa recordação é mais forte do que eu. Ou tu é que és, porque voltas sempre... ainda com mais força.
Eram tantas as certezas. Envolvi-me em cada gesto de ternura, em todas as palavras imensas que proferias, fiquei sem argumentos perante esse jeito sereno e seguro. E acreditei...
Disseste-me um dia, dependência maldita, que só te sentias tranquila quando eu estava nos teus braços. Que só assim não te preocupavas se eu estava bem ou não, porque estava contigo! Pergunto-te então, onde estás tu agora? Agora que preciso e que me dói. Onde estás tu agora que preciso de sentir o teu abraço, que só aí me sinto bem?
Dou por mim a encontrar-te em todo o lado... A toda a hora... Em qualquer lugar! "Vejo-te" nos teus pequenos pormenores, no cheiro do gel de banho e do champô que usas, na maciez da tua pele de veludo, nas músicas que oiço e me falam de ti, até nesta maldita música, que me acompanha neste momento em que escrevo, e que oiço até a exaustão.
Dou por mim à espera. Toca o telemóvel e penso que és tu... tens que ser tu. Só podes ser tu. Mas não és. Cada vez menos és... Já não me ligas como antes o fazias... Não queres ouvir-me... e quando me ligas nem uma palavra de amor, tantas vezes repetidas, e que agora já nem sequer são pronunciadas... Talvez nem sequer sentidas! E dói. Dói tanto!!!
Eu tento, sabes, eu juro que tento, viver um dia a dia normal, sorrir e fazer sorrir alguém, tento continuar e não pensar em ti, porque tudo passa, é o que dizem, e eu sei que tudo passa.
E no entanto sei que não há nada que possa fazer. Porque tu não vais embora! Vais ficar sempre...
Sei que tenho que aceitar porque os sentimentos não se pedem nem se obrigam. Eu sei. Mas em determinado momento, já não me interessa o que sei.
Se adiantasse eu pedia-te que te fosses embora! E dizia-to com as lágrimas nos olhos e com uma profunda dor indescritível... Dizia-te que já não te quero nem te amo mais, não como já te amei!
Pedi-te que me aceitasses com todos os meus defeitos, com as minhas teimosias e inseguranças, com as minhas incoerências e incertezas, com o meu egoísmo e os meus extremos, com a minha carência de ti, porque foi tudo isto que te entreguei juntamente com a minha alma... como realmente sou e só sei ser! Não como querias que eu fosse!
Mas tudo não passaria de uma mentira, porque o que eu realmente quero é que voltes, só que não como és agora... se já não me amas!
Queria que voltasses como eras outrora, como te conheci!
Documentário: Maddie - A Verdade da Mentira
...
Trailer da Valentim de Carvalho Filmes, via Apdeites V2
Boa Páscoa!
...
Boa Páscoa a todos!
Voltaste!
...
Adormeci triste, cansada de mim, da vida, de perder! Senti uma brisa fresca que me fez sentir um arrepio que me percorreu a espinha. Com cautela abri um olho, os cortinados estavam entreabertos, a lua brilhava com uma luz mágica, pura, encantador. Acabei por voltar a adormecer, foi aí que te reencontrei!
E como eu precisava desse reencontro, de te sentir, dessa força e desse abraço.
Os dias passam corridos, cobertos de buracos para tapar, decisões, reuniões, enfim talões e complicações.
És o meu porto seguro, onde eu preciso de atracar, nesse abraço fechado, nesses braços seguros, onde me perco em ti.
Diante de ti não preciso de parecer forte, segura, exaurida de esperança, de coragem, posso ser simplesmente eu!
Como é bom sentir o teu braço que me embala durante a noite cheia de paz.
Adormeceste-me, embalaste-me com a história da lua, uma viagem a um paraíso longínquo, onde se respirava paz, debaixo da sua luz branca, bonita, esplendorosa, contaste-me que por vezes a vida é feita de coincidências e encontros.
Trouxeste-me de novo uma esperança que nem tudo tem que ser sofrido, que devo ter esperança, que há um abraço guardado para mim, um momento de alegria e paz.
Não quero acordar de ti, nem que seja para ti, quero continuar assim embalada, com a luz da lua como que a proteger esse sonho puro e bonito, que todos temos direito a ter.
Assim posso ser mesmo eu, calma, mimalha, mulher apenas Maria!
Sem nomes de referência, sem preconceitos nem apostas altas, apenas dar e receber, um momento de entrega pura, de um abraço chegado e amigo.
Não queremos o Acordo Ortográfico!
...

Para mais informações sobre este atropelo à língua portuguesa, para além desta página no Facebook, poderá consultar “Desacordo Ortográfico: tudo sobre, todos contra”, ambas da autoria de João Pedro Graça.
Não há expiação que restitua a candura das vítimas
...
La Iglesia admite que miles de menores irlandeses sufrieron abusos de sacerdotes
[...]
EFE. 09.04.2009 - 20:52h
Miles de menores fueron objeto de abusos sexuales en Irlanda durante más de 30 años, advirtió este jueves el arzobispo de la diócesis de Dublín, Diarmud Martin, como anticipo de un informe "horroroso" que se dará a conocer la próxima semana.
El clérigo efectuó esas declaraciones durante la tradicional misa de los jueves celebrada en Dublín, en la que aseguró que la investigación "hará más humilde a la iglesia", la que, según dijo, no ha reconocido aún todo el horror de años de "abusos físicos, sexuales y de torturas psicológicas".
El arzobispo, una de las voces más críticas con la institución católica irlandesa, aseguró que la diócesis de Dublín, foco del citado documento, afronta, en consecuencia, una serie de retos que no ha experimentado en muchos años".
[…]
A propósito deste artigo, recordei-me do documentário da BBC “Sexo, Crime e Vaticano” (01/10/2006), sobre o qual desconheço a sua passagem em Portugal e que parece ter escandalizado as hostes italianas:
Se não conseguir visualizar esta lista de reprodução (39:31 mn), click Parte I, Parte II, Parte III e Parte IV.
Aquecimento Global!
...
Dá que pensar!
Contou-me a Lua!
...
A lua contou-me os teus segredos, estava linda, branca, pura, transparente. Não te zangues com ela, ela não me resistiu!Sentiu-se insegura, com a tua promessa de me dar um gomo, ameaçada em perder uma parte, em perder o seu brilho e o seu esplendor.
Sei que te confessas a ela, os teus medos, os teus desejos, entendo-te, ela é linda, calma, segura, pura e misteriosa.
Um brilho para a alma, um descanso para o olhar, e um trapézio para o sonho.
Pensando na tua ligação, sentei-me no jardim, sem coragem para pegar numa folha de papel e num lápis, com o portátil no colo, entrelacei-me em ti, de mão dada com ela.
Dei por mim a sorrir imaginando os teus sonhos, pedidos, as tuas confissões, já a pensar ao mesmo tempo gamar-lhe um gomo!
O jogo da sedução e o mistério têm um encanto que nos transcende, que nos faz mergulhar nessa lua branca, redonda e brilhante.
A esperança e o encontro em nós através do amor, a procura de um porto seguro, um colo querido.
Sei que te procuras como eu, precisas de encontrar o pedaço da alma que perdeste, nessa vida que por vezes tem espinhos, e nos esgaça a alma.
Por isso e por muito mais sei que muitas vezes olhas o céu e procuras a lua, pedaços de lua para pedaços de alma!
Direito de Opinião
...
No caso contra JMT, se a analogia entre José Sócrates e a Cicciolina beliscou o Primeiro, creio que foi por lhe ter escapado a leitura do título do artigo que nobremente o compara a Cristo. Enquanto tal, invés de se ter ofendido devia ter jubilado por ter sido igualado a uma figura com milhões de fiéis.
O chorrilho de processos que este Primeiro-ministro já desencadeou sobre quem opina sobre ele – deduzo eu, que o indivíduo avalia a reflexão e juízo da sociedade civil como ataques pessoais - é um préstito à repressão do direito de opinião. Se a intenção é propagar viralmente a contenção, resulta no inverso: tão só José Sócrates é vinculado de traços ditatoriais, como o crescendo da repulsa aumenta, quer sobre Sócrates quer sobre a Justiça (célere a chamar quem afronta os grandes – um mês no caso de JMT - mas lenta a investigá-los). Ao jeito de "quem anda à chuva molha-se", quem faz por ser figura pública devia saber que é alvo de críticas.
Sintetizando, a minha opinião sobre esta saga de Sócrates, espelha-se no comentário de Miguel Barroso no CC&Cª:
"Depois de 9 meses sem provedor de justiça, depois dum PGR que incendeia o país investigando o que sabe que não se passa, depois duma cândida criatura que diz que estão habituados a existir com coisas que não existem, depois dum ser que não confia na PGR e que só bufa a Cavaco, só faltava um PM que uma polícia estrangeira diz que é suspeito num caso que ele diz que é feito por forças ocultas vir processar um jornalista porque este disse umas verdades. Qual será o drama de Sócrates com Cicciolina? As "forças ocultas" tolheram-lhe a sexualidade? Ela é resistente a pressões?
É pornográfico Sócrates processar JMT. Cheira a ditadura. Cicciolina convence-me mais. Moral e coerentemente.
1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
Vinde amigos e bebamos
...
Labirinto!
...

Tens tanto de claro e límpido, como de obscuro e intrigante.
Por vezes só consigo identificar o teu cheiro, aquele cheiro de colo, de mulher grande, mulher Mãe, cheiroso e bonita como sempre te sonhei. Acordo a meio da noite embalada por esse colo bonito e cheiroso, cedo demais para acordar, viro-me para o lado, com um sorriso meio de criança, e volto a dormir…
Falta pouco para tocar o despertador, mas estou bem, tive colo! Volto a adormecer, e lá vens tu, malvado! Apareces nessa forma de mulher com o peito descaído, feio, sem colo para me dar, com um cheiro metálico, acordo estremunhada, amedrontada, desiludida.
Afinal estás de volta, para eu me sentir perdida…
Eu luto para me dar à vida, ao amor, mas tu viciaste-me neste jogo duplo, triplo, neste carrossel sem nexo.
Tantas pessoas mais fortes, com infâncias felizes, para que me havias de engatar nas tuas voltas malditas?
Não me recordo de te ter pedido sequer uma boleia, reconheço que já andei muito em boleias erradas, mas eu era bebé, devias ter-me poupado, deixado ficar em terra, sólida e firme, nem que não houvesse nada plantado.
Podia ser triste, mas era terra firme, não era este labirinto.
Sabes? Houve tempos em que eu me animava com o imprevisto, deixava-me ir, nessa onda incerta, em voltas aparatosas, dribles arrepiantes, desafios achava eu!
Quais desafios… Disparates, inconsciências com mais ou menos sabor!
Há gente que critica o que eu escrevo, chamam-lhe de diário, não entendem que há sempre uma verdade nas minhas palavras, e também há sempre uma reflexão, e um momento que tanto tem de verdade, como de imaginação. São palavras minhas, histórias tuas, palavras cruzadas, nesses caminhos que vamos trilhando com tanta gente que se cruza, alguns era escusado termos avistado, outros que se entrelaçam na nossa vida, e nos ajudam a pensar nela.
Criticas são fáceis de fazer, parar aqui diante do teclado, pensar, escrever, olhar para dentro de mim, é bom!
Pelo menos é sair da “carneirada”, e pensar em ti!
Sei que estou cada vez mais perto de me apear do teu carrossel!
Uma Senhora é uma Senhora
...
Uma entrevista a não perder: excertos áudio 1 e 2.
Trabalho, a quanto obrigas?
...
Freeport: "Reunião de trabalho" na PGR terminou sem declarações públicas
[…]
Questionada pelos jornalistas sobre o motivo do encontro de hoje, a assessora da PGR [Ana Lima] disse apenas que foi "uma reunião de trabalho sobre o Freeport".
[…]
Porém, o ex-secretário de Estado da Justiça de António Guterres [Lopes da Mota] confirmou que tem mantido contactos frequentes com os procuradores responsáveis por este processo, mas garantiu que a missão serve apenas de apoio.
[…]
CC/TQ.
Lusa/Fim
Aguaceiros
...
Safa… na 1ª fila só de guarda-chuva.
TALVEZ SEJA TARDE DEMAIS (Conto)
...
Foi um acaso que fez com que te encontrasse e os nossos caminhos se cruzassem... Um olhar cruzado num segundo e aquela música, no ar, bastaram para que eu estremecesse. Senti-me presa!As tuas palavras tocaram-me cá dentro, bem no fundo, e eram todas feitas de ti, davas-me, a cada instante, pedacinhos da tua essência. Recolhia-os e confortavam-me, faziam-me ganhar confiança, trouxeram-me a esperança de ter encontrado realmente alguém... Alguém muito especial, único e genuíno, como tu és!
Entregaste-me o teu olhar, a tua confiança, o teu abraço, o teu gostar de uma maneira especial e que, de tão especial, passei a trazer no coração como único.
Foste capaz de coisas que mais ninguém ousou alguma vez dizer-me ou fazer-me sentir.
Comecei a amar-te, guardando-te dentro de mim.
Fiquei atordoada naquele misto de sentimentos, já quase esquecidos e, ao mesmo tempo, sem jeito... Surgiu o medo de te perder, apoderou-se de mim, e eu não fui capaz de ver o que era óbvio: deixei-me vencer pelas inseguranças, pelo sentimento de posse, por questões e situações... e até pelo ciúme, confesso.
E por ser assim, estar a viver num sonho, atrapalhei-me, confundi tudo e só consegui magoar-te mais e mais... sobretudo a ti!!
Magoei-te. Muito. Magoei-te tanto que sinto que não encontraste, ainda, dentro de ti, espaço suficiente para me perdoares, para acalmar a tua e a minha dor. Sim, porque me vai doer sempre o facto de te ter magoado tanto!
Pedi-te, muitas vezes, calma quando quem precisava dela era eu. Pedi-te tantas vezes perdão! Pedi-te tempo!
Devia ter tido consciência de que apesar de dizeres sempre que estava tudo bem, nada podia estar bem... e eu não consegui ver os sinais do abismo que se ia instalando entre nós!
E tu foste-te remetendo ao silêncio, para poderes sofrer sozinho...
Gastei palavras, entre soluços e lágrimas... Gastei-as por não saber o que dizia e grito, hoje, entre as minhas quatro paredes, a dor que sinto por te ter feito sofrer assim...
Agora, custa-me aceitar não ter sido capaz de te fazer feliz... a ti que dizias ter encontrado, em mim, o teu porto seguro, a tua felicidade, a tua coesão e plenitude!
Meu Deus, o quanto te desiludi!!
Nada mais posso dizer ou pedir, apenas sei que, no fundo, tens medo de mim, das minhas reacções, contrárias aos meus actos.
Foi um olhar e um desejo que fez cruzar os nossos caminhos...
Senti em ti essa força que dizes não ter e tens, a emoção com que vives as coisas mais simples, e esse coração tão grande que possuis... Sim, acredita em mim pelo menos uma vez... Foi tudo isto que vi em ti e me fez admirar-te, nos aproximou e me fez amar-te tanto!
Só que aquele “segundo” e o brilho daquele olhar perderam-se, já não os tenho nem encontro em ti.
Restará agora, para ambos, apenas a sua recordação, a recordação de todos os bons momentos que passamos juntos.
Creio que agora já não é possível voltar atrás, mas viverás para sempre em mim!
1º de Abril
...
01 Abril 2009 - 01h38Caso FreeportProcurador-geral dá luz verde para investigadores ouvirem SócratesOs investigadores do caso Freeport receberam ontem luz verde do Procurador-geral da República para investigar José Sócrates e, caso entendam, as suas contas bancárias ou fluxos financeiros a elas associadas.Fique a saber mais na edição desta quarta-feira do jornal 'Correio da Manhã'.



.jpg)


